FUNDAMENTOS DA FARMACOLOGIA AULA 04 AO VIVO
問題一覧
1
É o mecanismo de ação pelos quais um fármaco produz o efeito terapêutico ou tóxico no organismo
2
-É o reconhecimento de um fármaco pelo receptor inicia a resporta biológica -A maioria dos fármacos exerce seus efeitos, desejados ou indesejados, interagindo com receptores (isto é, macromoléculas-alvo especializadas) presentes na superfície ou dentro da célula -Ocorre o mecanismo chave-fechadura, fármaco-receptor (FR) inicia alterações na atividade bioquímica e/ou molecular da célula, por meio de um processo denominado transdução de sinal -A transdução de sinal é caracterizada por alterações celulares, que são desencadeadas pela ligação do fármaco ao seu receptor
3
-Canais iônicos: são receptores que serão ativados mediante a ativação de uma molécula, e são canais permeáveis a íons, quando abre esse canal forma um poro, ocorre o influxo de íons, e esses íons dentro da célula vai sinalizar e desencadear uma resposta, causando uma alteração no potencial de membrana ou concentração iônica no interior da célula, podendo despolarizar ou hiperpolarizar, dependendo se o canal é permeável ao sódio,cloreto ou cálcio dependendo do íon -Receptores acoplados a proteína G: são abundantes nas nossas células, são receptores trans membrana, possuem 7 domineos trans membrana, que percorrem a membrana e no final na membrana intracelular ele é ligado a uma proteína G, que é dividida em subunidades, e quando o nosso ligante seja endógeno ou um fármaco, ativa esse receptor e desencadeia, através de forforização ou ativação, de algumas proteína leva ao efeito intracelular. -Receptores ligados a enzimas, são menos presentes nas células, é um receptor trans membrana, e em seu domínio intracelular agora ele tem um domínio enzimático, na sua porção intracelular, então quando temos a ligação seja do nosso fármaco ou do nosso ligante endógeno, vamos ter a ativação desse receptor, a fosforilação dessas proteínas, e com isso vamor ter o efeito intracelular. -Receptor intracelular, se encontra dentro da célula, o fármaco permeia a membrana se liga no receptor, ativa esse receptor, e gera uma resposta dentro da célula
4
É um mecanismo para o organismo se proteger dos fármacos, por exemplo quando temos exposição contínua de um fármaco que é agonista, o organismo acaba reduzindo gradualmente o número de receptores. esse tipo é chamado de descensibilização. também existe a sensibilização, onde ocorre o uso de um antagonista, que liga no receptor, e em vez dele ativar o receptor, ele bloqueia o receptor, ai o agonista não consegue se ligar, ai o organismo nota que está em falta de receptores, e sensibiliza a área, buscando aumentar o número desse receptores ativos.
5
-A intensidade do efeito depende da concentração do fármaco no local do receptor que, por sua vez, é determinado pela dose do fármaco administrado. -EC50 é a concentração eficaz para produzir 50% da resposta.
6
A potência é definida como a quantidade de fármaco necessária para produzir um efeito de uma dada intensidade, ou seja, quanto menor a quantidade de fármaco para a produção de um efeito farmacológico, maior será a sua potência
7
É a habilidade do fármaco de provocar a resposta farmacológica máxima, quando interage com um receptor, independente da dose administrada. a eficácia depende do número de complexos fármaco-receptor formados e da eficiência do acoplamento FR
8
É o intervalo entre a dose efetiva e dose letal, que acomete 50% dos indivíduos
9
-Agonista é quando o fármaco se liga no receptor, tendo afinidade com o receptor ele o ativa, e gera uma resposta na célula. -Antagonista é quando o fármaco que liga no receptor que tem afinidade, e bloqueia o receptor, não deixando o agonista ativar
10
-Agonista pleno: tem uma afinidade maior com o receptor na conformação ativa, gerando resposta máxima -Agonista parcial:Tem afinidade por o receptor em sua forma inativa, mais tem mais afinidade pela sua forma ativa, gera resposta, mais não máxima -Agonista inverso: Tem afinidade pelo receptor em sua forma inativa, acaba fazendo o papel de antagonista -Antagonista: quando o fármaco se liga no receptor, tanto na conformação ativa ou inativa, bloqueando aquele receptor, não gerando nehuma resposta na célula
11
Antagonista competitivo, impede que um agonista se ligue ao seu receptor e mantém este receptor no estado comformacional inativo (desloca a curva dose-efeito do agonista para a direita, diminui a potência do agonista, sem alterar a sua eficácia), o efeito do antagonista competitivo pode ser superado com adição de mais agonistas. Antagonista não competitivo ou irreversível: causa uma redução do efeito máximo, sem deslocamento da curva no eixo das doses (causa duminuição da eficácia do agonista, sem afetar a latência), e, ao contrário do anterior, o efeito do antagonista irreversível não pode ser superado adicionando mais agonista.
12
A prescrição médica do cálculo de dose terá que ser ajustada para cada paciênte, de acordo com seu peso corporal, e o intervalo entre as doses deverá ser respeitado para que haja manutenção da concentração plasmática do fármaco para a obtenção do efeito terapêutico desejado
13
Caso tenha algum problema renal, o medicamento não será excretado corretamente e poderá ser reabsorvido novamente. Caso tenho problemas hepáticos, terá dificuldades na biotransformação, podendo causar toxidades
14
Hoje já existem sistemas informatizados para o preescritor médico que correlacionam as alterações renais (taxa de filtração glomerular, clearance renal), hepáticas (atividade enzimática e metabólica) e peso corporal apresentados pelos paciêntes com as doses dos fármacos que terão que ser administrados para que haja efeito terapêutico, e ausência de toxidade
15
As causas mais comuns dessa variabilidade são falta de adesão tratamento, erros de medicação, interações medicamentosas, fatores ambientais (por exemplo,dieta,idade,infecções,outros fármacos,nível de atividade física,ocupação,exposição às toxinas,consumo de álcool e tabagismo) e fatores genéticos
16
Porque a farmacocinética é individual, cada medicamento tem a sua farmacocinética, tem o seu padrão, que foi estudado, porém cada organismo reage de um jeito, entre os fatores de absorção, distribuição, metabolismo e na eliminação, então a cinética do medicamento em mim é diferente da cinética em outra pessoa, eles podem ter comportamentos diferentes, pode ser que para mim o medicamento traga benefícios, mas para outra pessoa ele não traga benefício, e em outra pessoa pelo contrário, ela pode reconhecer a substância como um alérgeno e causar reações adversas.
17
Porque pode ocorrer interação medicamentosa, eles podem competir durante a farmacocinética, podemos perder o efeito de um deles e sobre sair o efeito de outro
18
Podemos ter um gene para determinada proteína, lá da enzima hepática alterada, e não metabolizar tão bem o medicamento como outra pessoa pode metabolizar, podendo alterar a metabolização, pode ser mais lento ou não
19
-Farmacocinéticas (alterações na absorção,metabolização ou excressão do fármaco) competição entre os fármacos -Farmacodinâmica (a resposta ao fármaco principal é modificada por outro fármaco), por exemplo quando usamos um fármaco agonista, que ativa o receptor, e gera uma resposta, ai coloco um antagosta que bloqueia o receptor, não deixando o agonista atuar, sem ter o efeito esperado
20
-Os nitrovasodilatadores causam vasodilatação por elevação NO músculo liso dos vasos sanguíneos. os efeitos do sildenafila,tadalafila são atribuídos da PDE5, que hidrolisa a GMPc em GMP5 nos vaos sanguíneos. -Desse modo, a adminstração simultânea de um doador de NO (por exemplo,nitroglicerina) com um inibidor de PDE5 pode causar vasodilatação potencialmente catastrófica e hipotensão grave
21
É um anticoagulante oral, utilizado para evitar a formação de trombos, também pode trazer complicações hemorrágicas e está sujeito a varias interações farmacinéticas e farmacodinâmicas importantes. ingestão de vitamina K podem afetar significamente a ação da (reduzindo o efeito) varfarina e impor a necessidade de alterar suas doses, os antibióticos que alteram a flora intestinal diminuem a síntese bacteriana de vitamina K e, assim acentuando (potencializando)efeito da varfarina
22
É quando usamos por muito tempo determinado medicamento, ai o organismo acaba descensibilizando os receptores que tem afinidade com fármaco, sendo necessário aumentar a dose, ou mudar o medicamento, trocar de classe de medicamento
23
Sim, o antagonista se liga em um receptor em sua forma inativa, e quando ele se liga ele inibi a atividade desse receptor, atuando como se fosse um antagonista
24
Pelo menos uma hora de intervalo
25
Porque os fármacos e medicamentos são administrados via oral, e os alimentos também, e alguns medicamentos foram feitos para serem melhor absorvidos em meio ácido, outros em meio básico, e alimentos também variam de ph, alterando o ph do estómago ou intestido, assim interferindo na absorção de medicamento, ou podem quelar, (determinadas moléculas se ligam a átomos de metal (por exemplo, cálcio, cobre, ferro ou chumbo).
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1
É o mecanismo de ação pelos quais um fármaco produz o efeito terapêutico ou tóxico no organismo
2
-É o reconhecimento de um fármaco pelo receptor inicia a resporta biológica -A maioria dos fármacos exerce seus efeitos, desejados ou indesejados, interagindo com receptores (isto é, macromoléculas-alvo especializadas) presentes na superfície ou dentro da célula -Ocorre o mecanismo chave-fechadura, fármaco-receptor (FR) inicia alterações na atividade bioquímica e/ou molecular da célula, por meio de um processo denominado transdução de sinal -A transdução de sinal é caracterizada por alterações celulares, que são desencadeadas pela ligação do fármaco ao seu receptor
3
-Canais iônicos: são receptores que serão ativados mediante a ativação de uma molécula, e são canais permeáveis a íons, quando abre esse canal forma um poro, ocorre o influxo de íons, e esses íons dentro da célula vai sinalizar e desencadear uma resposta, causando uma alteração no potencial de membrana ou concentração iônica no interior da célula, podendo despolarizar ou hiperpolarizar, dependendo se o canal é permeável ao sódio,cloreto ou cálcio dependendo do íon -Receptores acoplados a proteína G: são abundantes nas nossas células, são receptores trans membrana, possuem 7 domineos trans membrana, que percorrem a membrana e no final na membrana intracelular ele é ligado a uma proteína G, que é dividida em subunidades, e quando o nosso ligante seja endógeno ou um fármaco, ativa esse receptor e desencadeia, através de forforização ou ativação, de algumas proteína leva ao efeito intracelular. -Receptores ligados a enzimas, são menos presentes nas células, é um receptor trans membrana, e em seu domínio intracelular agora ele tem um domínio enzimático, na sua porção intracelular, então quando temos a ligação seja do nosso fármaco ou do nosso ligante endógeno, vamos ter a ativação desse receptor, a fosforilação dessas proteínas, e com isso vamor ter o efeito intracelular. -Receptor intracelular, se encontra dentro da célula, o fármaco permeia a membrana se liga no receptor, ativa esse receptor, e gera uma resposta dentro da célula
4
É um mecanismo para o organismo se proteger dos fármacos, por exemplo quando temos exposição contínua de um fármaco que é agonista, o organismo acaba reduzindo gradualmente o número de receptores. esse tipo é chamado de descensibilização. também existe a sensibilização, onde ocorre o uso de um antagonista, que liga no receptor, e em vez dele ativar o receptor, ele bloqueia o receptor, ai o agonista não consegue se ligar, ai o organismo nota que está em falta de receptores, e sensibiliza a área, buscando aumentar o número desse receptores ativos.
5
-A intensidade do efeito depende da concentração do fármaco no local do receptor que, por sua vez, é determinado pela dose do fármaco administrado. -EC50 é a concentração eficaz para produzir 50% da resposta.
6
A potência é definida como a quantidade de fármaco necessária para produzir um efeito de uma dada intensidade, ou seja, quanto menor a quantidade de fármaco para a produção de um efeito farmacológico, maior será a sua potência
7
É a habilidade do fármaco de provocar a resposta farmacológica máxima, quando interage com um receptor, independente da dose administrada. a eficácia depende do número de complexos fármaco-receptor formados e da eficiência do acoplamento FR
8
É o intervalo entre a dose efetiva e dose letal, que acomete 50% dos indivíduos
9
-Agonista é quando o fármaco se liga no receptor, tendo afinidade com o receptor ele o ativa, e gera uma resposta na célula. -Antagonista é quando o fármaco que liga no receptor que tem afinidade, e bloqueia o receptor, não deixando o agonista ativar
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-Agonista pleno: tem uma afinidade maior com o receptor na conformação ativa, gerando resposta máxima -Agonista parcial:Tem afinidade por o receptor em sua forma inativa, mais tem mais afinidade pela sua forma ativa, gera resposta, mais não máxima -Agonista inverso: Tem afinidade pelo receptor em sua forma inativa, acaba fazendo o papel de antagonista -Antagonista: quando o fármaco se liga no receptor, tanto na conformação ativa ou inativa, bloqueando aquele receptor, não gerando nehuma resposta na célula
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Antagonista competitivo, impede que um agonista se ligue ao seu receptor e mantém este receptor no estado comformacional inativo (desloca a curva dose-efeito do agonista para a direita, diminui a potência do agonista, sem alterar a sua eficácia), o efeito do antagonista competitivo pode ser superado com adição de mais agonistas. Antagonista não competitivo ou irreversível: causa uma redução do efeito máximo, sem deslocamento da curva no eixo das doses (causa duminuição da eficácia do agonista, sem afetar a latência), e, ao contrário do anterior, o efeito do antagonista irreversível não pode ser superado adicionando mais agonista.
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A prescrição médica do cálculo de dose terá que ser ajustada para cada paciênte, de acordo com seu peso corporal, e o intervalo entre as doses deverá ser respeitado para que haja manutenção da concentração plasmática do fármaco para a obtenção do efeito terapêutico desejado
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Caso tenha algum problema renal, o medicamento não será excretado corretamente e poderá ser reabsorvido novamente. Caso tenho problemas hepáticos, terá dificuldades na biotransformação, podendo causar toxidades
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Hoje já existem sistemas informatizados para o preescritor médico que correlacionam as alterações renais (taxa de filtração glomerular, clearance renal), hepáticas (atividade enzimática e metabólica) e peso corporal apresentados pelos paciêntes com as doses dos fármacos que terão que ser administrados para que haja efeito terapêutico, e ausência de toxidade
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As causas mais comuns dessa variabilidade são falta de adesão tratamento, erros de medicação, interações medicamentosas, fatores ambientais (por exemplo,dieta,idade,infecções,outros fármacos,nível de atividade física,ocupação,exposição às toxinas,consumo de álcool e tabagismo) e fatores genéticos
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Porque a farmacocinética é individual, cada medicamento tem a sua farmacocinética, tem o seu padrão, que foi estudado, porém cada organismo reage de um jeito, entre os fatores de absorção, distribuição, metabolismo e na eliminação, então a cinética do medicamento em mim é diferente da cinética em outra pessoa, eles podem ter comportamentos diferentes, pode ser que para mim o medicamento traga benefícios, mas para outra pessoa ele não traga benefício, e em outra pessoa pelo contrário, ela pode reconhecer a substância como um alérgeno e causar reações adversas.
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Porque pode ocorrer interação medicamentosa, eles podem competir durante a farmacocinética, podemos perder o efeito de um deles e sobre sair o efeito de outro
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Podemos ter um gene para determinada proteína, lá da enzima hepática alterada, e não metabolizar tão bem o medicamento como outra pessoa pode metabolizar, podendo alterar a metabolização, pode ser mais lento ou não
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-Farmacocinéticas (alterações na absorção,metabolização ou excressão do fármaco) competição entre os fármacos -Farmacodinâmica (a resposta ao fármaco principal é modificada por outro fármaco), por exemplo quando usamos um fármaco agonista, que ativa o receptor, e gera uma resposta, ai coloco um antagosta que bloqueia o receptor, não deixando o agonista atuar, sem ter o efeito esperado
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-Os nitrovasodilatadores causam vasodilatação por elevação NO músculo liso dos vasos sanguíneos. os efeitos do sildenafila,tadalafila são atribuídos da PDE5, que hidrolisa a GMPc em GMP5 nos vaos sanguíneos. -Desse modo, a adminstração simultânea de um doador de NO (por exemplo,nitroglicerina) com um inibidor de PDE5 pode causar vasodilatação potencialmente catastrófica e hipotensão grave
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É um anticoagulante oral, utilizado para evitar a formação de trombos, também pode trazer complicações hemorrágicas e está sujeito a varias interações farmacinéticas e farmacodinâmicas importantes. ingestão de vitamina K podem afetar significamente a ação da (reduzindo o efeito) varfarina e impor a necessidade de alterar suas doses, os antibióticos que alteram a flora intestinal diminuem a síntese bacteriana de vitamina K e, assim acentuando (potencializando)efeito da varfarina
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É quando usamos por muito tempo determinado medicamento, ai o organismo acaba descensibilizando os receptores que tem afinidade com fármaco, sendo necessário aumentar a dose, ou mudar o medicamento, trocar de classe de medicamento
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Sim, o antagonista se liga em um receptor em sua forma inativa, e quando ele se liga ele inibi a atividade desse receptor, atuando como se fosse um antagonista
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Pelo menos uma hora de intervalo
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Porque os fármacos e medicamentos são administrados via oral, e os alimentos também, e alguns medicamentos foram feitos para serem melhor absorvidos em meio ácido, outros em meio básico, e alimentos também variam de ph, alterando o ph do estómago ou intestido, assim interferindo na absorção de medicamento, ou podem quelar, (determinadas moléculas se ligam a átomos de metal (por exemplo, cálcio, cobre, ferro ou chumbo).