Pneumo
問題一覧
1
Idoso, curta duração do tratamento (abaixo de 30 dias), baixa dose de IBP,
2
Dos pacientes admitidos em UTI somente 10% reúnem os critérios para SARA
3
Administração de um agente indutor seguido de um bloqueador neuromuscular e intubação.
4
O papel da pressão cricoide, durante a PCR, não foi estudado, e seu uso rotineiro, portanto, não é recomendado.
5
O tamanho adequado é obtido pela distância entre a parte distal da asa do nariz e a proximal no trago da orelha. Na suspeita de fratura de base de crânio ou uma coagulopatia severa, está contraindicada.
6
Manter uma relação inspiração x expiração de 1 para 1.
7
IPAP: Ventilar adequadamente; EPAP: Manter os alvéolos abertos e Melhora das trocas gasosas.
8
A ventilação mecânica não invasiva é uma contraindicação aos pacientes com SARA.
9
Artérias bronquicas.
10
pH = 7, 20 pCO2-65, pO2-50, HCO3-32
11
Palato duro, palato mole e base da úvula.
12
Modo ventilação volume controlado (VCV) com volume corrente de 396 mL.
13
Sindrome do desconforto respiratório agudo moderada.
14
apenas da epiglote.
15
Sepse
16
Pneumonia alveolar.
17
Redução do frêmito toracovocal à palpação.
18
Infiltrado lobular, bem definido.
19
Raio X de tórax posteroanterior e perfil.
20
Streptococcus pneumoniae.
21
Streptococcus pneumoniae; encaminhamento para internação hospitalar e início de antibioticoterapia venosa
22
Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae.
23
1
24
Hiponatremia
25
PAC é a pneumonia que acomete o paciente fora do ambiente hospitalar ou se manifesta em até 48 horas após a admissão em unidade de cuidados médicos; PN é a pneumonia que acomete o paciente após 48 horas de internação, podendo ser subdividida em pneumonia adquirida no hospital e em PAV, ou seja, associada à ventilação mecânica.
26
Usar os critérios do CURB-65 para classificar risco e local de intemação, que no presente caso recebe um CURB- 65 de 4 e deve ser tratada em ambiente de terapia intensiva.
27
amoxicilina + azitromicina.
28
estafilococos
29
Tratamento ambulatorial com macrolideo via oral, durante 7 dias.
30
Aumenta o desenvolvimento de resistência por parte dos microrganismos
31
Certo
32
Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento ambulatoriai (CURB-65= 0); macrolideo ou betalactâmico, (amoxicilina ou amoxicilina + clavulanato); controle clínico em 48-72 horas e clínico e radiológico no final do tratamento.
33
E a pneumonia que ocorre, pelo menos após 48 horas de internação (em média 5 a 7 dias
34
Para estabelecer mortalidade e local de tratamento do paciente
35
Pode não confirmar a doença em pacientes com radiografia com opacidades, o que permitiria a descontinuação de antibióticos em uma proporção significativa de casos.
36
Azitromicina 5-7 dias
37
Pneumococo, Haemofilos, bactérias gram negativas
38
Dos germes atipicos, os mais frequentes causadores de pneumonia são o Mycoplasma pneumoniae e a Chlamidia pneumoniae
39
O tratamento deve incluir um antibiótico com cobertura para germes atipicos.
40
Alterações no exame clinico (nivel de consciência, taquipneia, hipotensão) e condições económico sociais
41
Amoxicilina-clavulanato.
42
I e III
43
Vancomicina/parede celular.
44
Pneumonia comunitária por Strepcoccus pneumoniae ou Haemophilus influenzae.
45
piperacilina-tazobactam azitromicina.
46
Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae, Haemophilus inluenzae.
47
Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae.
48
Ceftriaxona + Claritromicina
49
Polimixina B
50
Streptococcus pneumoniae.
51
S. aureus.
52
Staphylococcus aureus.
53
Pseudomonas aeruginosa.
54
Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus.
55
Legionella
56
Legionella pneumophila.
57
Hiponatremia
58
Mycoplasma pneumoniae.
59
Crioaglutininas > 1:64.
60
Mycoplasma sp. e Chlamydophila sp.
61
Obstrução de drenagem linfática.
62
pressão hidrostática diminuida
63
FTV aumentado em base direita.
64
10 mm ou forem loculados.
65
Trata-se de exsudato, podendo ter como diagnóstico diferencial uma infecção pulmonar.
66
calcular gradiente entre albumina sérica e pleural.
67
Tuberculose, Empiema, Linfoma.
68
Tuberculose, Empiema, Linfoma.
69
Deve ser realizada toracocentese, com cuidado para não ocorrer esvaziamento muito rápido, pelo risco de edema pulmonar de reexpansão.
70
1,5
71
Toracocentese e biópsia de pleura.
72
dispneia aos esforços, ortopneia e cardiomegalia
73
drenagem torácica à esquerda.
74
Realizar drenagem pleural com posicionamento de dreno na cavidade acometida.
75
de origem neoplásica.
76
A variante localizada, o tumor fibroso solitário da pleura, é uma neoplasia benigna rara que geralmente se apresenta como um tumor bem encapsulado e que está associado à exposição de asbesto
77
Tuberculose pleural.
78
Nos pacientes com quilotórax devido a doenças neoplásicas e drenagem persistente, apesar dos tratamentos quimioterápicos e radioterápicos ideais, a realização da pleurodese não é eficaz em prevenir a recorrência, sendo indicada a ligadura do ducto torácico por videotoracoscopia ou toracotomia.
79
Colagenose
80
Prednisona 1 mg/kg diariamente.
81
exsudato rico em amilase.
82
Drenagem torácica fechada
83
Toracocentese diagnóstica e de alívio.
84
Bactérias positivas ao gram no líquido pleural.
85
Análises macroscópica (aspecto), bioquímica e bacteriológica auxiliam na definição de derrame complicado/não complicado e na definição da conduta terapêutica.
86
A instilação de óleo de oliva via sonda nasogástrica, no intraoperatório, pode ajudar na identificação do ducto e da área de vazamento, para o fechamento direto da lesão.
87
exsudato – glicose normal ou baixa – predomínio de linfócitos – ADA positivo.
88
artroplastia de quadril.
89
Tromboembolismo pulmonar; Angiotomografia de tórax; Enoxaparina 1 mg/kg a cada 12 horas.
90
anticoagulação plena, coleta de hemoculturas e urocultura e escalonamento de antibióticoterapia
91
trombólise com alteplase.
92
Redução do VEF1 (volume expiratório forçado em um segundo), redução da relação VEF1/CVF (capacidade vital forçada) e redução do FEP (fluxo expiratório de pico).
93
Rouquidão
94
Pode-se confiar no resultado do exame de peak-flow, o qual define o diagnóstico.
95
Controlada
96
corticoide inalatório
97
altas doses de corticosteroide inalado, associadas a um segundo medicamento de controle.
98
receber 4 jatos de salbutamol inalatório a cada 20 minutos e 40 mg de prednisona via oral, reavaliar após 1 hora.
99
o uso de corticoide inalatório na primeira hora de crise em pacientes que não fazem uso de corticoide oral, diminui o risco de internação.
100
Repetir ciclo de b2 adrenérgico.
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1
Idoso, curta duração do tratamento (abaixo de 30 dias), baixa dose de IBP,
2
Dos pacientes admitidos em UTI somente 10% reúnem os critérios para SARA
3
Administração de um agente indutor seguido de um bloqueador neuromuscular e intubação.
4
O papel da pressão cricoide, durante a PCR, não foi estudado, e seu uso rotineiro, portanto, não é recomendado.
5
O tamanho adequado é obtido pela distância entre a parte distal da asa do nariz e a proximal no trago da orelha. Na suspeita de fratura de base de crânio ou uma coagulopatia severa, está contraindicada.
6
Manter uma relação inspiração x expiração de 1 para 1.
7
IPAP: Ventilar adequadamente; EPAP: Manter os alvéolos abertos e Melhora das trocas gasosas.
8
A ventilação mecânica não invasiva é uma contraindicação aos pacientes com SARA.
9
Artérias bronquicas.
10
pH = 7, 20 pCO2-65, pO2-50, HCO3-32
11
Palato duro, palato mole e base da úvula.
12
Modo ventilação volume controlado (VCV) com volume corrente de 396 mL.
13
Sindrome do desconforto respiratório agudo moderada.
14
apenas da epiglote.
15
Sepse
16
Pneumonia alveolar.
17
Redução do frêmito toracovocal à palpação.
18
Infiltrado lobular, bem definido.
19
Raio X de tórax posteroanterior e perfil.
20
Streptococcus pneumoniae.
21
Streptococcus pneumoniae; encaminhamento para internação hospitalar e início de antibioticoterapia venosa
22
Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae.
23
1
24
Hiponatremia
25
PAC é a pneumonia que acomete o paciente fora do ambiente hospitalar ou se manifesta em até 48 horas após a admissão em unidade de cuidados médicos; PN é a pneumonia que acomete o paciente após 48 horas de internação, podendo ser subdividida em pneumonia adquirida no hospital e em PAV, ou seja, associada à ventilação mecânica.
26
Usar os critérios do CURB-65 para classificar risco e local de intemação, que no presente caso recebe um CURB- 65 de 4 e deve ser tratada em ambiente de terapia intensiva.
27
amoxicilina + azitromicina.
28
estafilococos
29
Tratamento ambulatorial com macrolideo via oral, durante 7 dias.
30
Aumenta o desenvolvimento de resistência por parte dos microrganismos
31
Certo
32
Pneumonia adquirida na comunidade; tratamento ambulatoriai (CURB-65= 0); macrolideo ou betalactâmico, (amoxicilina ou amoxicilina + clavulanato); controle clínico em 48-72 horas e clínico e radiológico no final do tratamento.
33
E a pneumonia que ocorre, pelo menos após 48 horas de internação (em média 5 a 7 dias
34
Para estabelecer mortalidade e local de tratamento do paciente
35
Pode não confirmar a doença em pacientes com radiografia com opacidades, o que permitiria a descontinuação de antibióticos em uma proporção significativa de casos.
36
Azitromicina 5-7 dias
37
Pneumococo, Haemofilos, bactérias gram negativas
38
Dos germes atipicos, os mais frequentes causadores de pneumonia são o Mycoplasma pneumoniae e a Chlamidia pneumoniae
39
O tratamento deve incluir um antibiótico com cobertura para germes atipicos.
40
Alterações no exame clinico (nivel de consciência, taquipneia, hipotensão) e condições económico sociais
41
Amoxicilina-clavulanato.
42
I e III
43
Vancomicina/parede celular.
44
Pneumonia comunitária por Strepcoccus pneumoniae ou Haemophilus influenzae.
45
piperacilina-tazobactam azitromicina.
46
Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae, Haemophilus inluenzae.
47
Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae.
48
Ceftriaxona + Claritromicina
49
Polimixina B
50
Streptococcus pneumoniae.
51
S. aureus.
52
Staphylococcus aureus.
53
Pseudomonas aeruginosa.
54
Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus.
55
Legionella
56
Legionella pneumophila.
57
Hiponatremia
58
Mycoplasma pneumoniae.
59
Crioaglutininas > 1:64.
60
Mycoplasma sp. e Chlamydophila sp.
61
Obstrução de drenagem linfática.
62
pressão hidrostática diminuida
63
FTV aumentado em base direita.
64
10 mm ou forem loculados.
65
Trata-se de exsudato, podendo ter como diagnóstico diferencial uma infecção pulmonar.
66
calcular gradiente entre albumina sérica e pleural.
67
Tuberculose, Empiema, Linfoma.
68
Tuberculose, Empiema, Linfoma.
69
Deve ser realizada toracocentese, com cuidado para não ocorrer esvaziamento muito rápido, pelo risco de edema pulmonar de reexpansão.
70
1,5
71
Toracocentese e biópsia de pleura.
72
dispneia aos esforços, ortopneia e cardiomegalia
73
drenagem torácica à esquerda.
74
Realizar drenagem pleural com posicionamento de dreno na cavidade acometida.
75
de origem neoplásica.
76
A variante localizada, o tumor fibroso solitário da pleura, é uma neoplasia benigna rara que geralmente se apresenta como um tumor bem encapsulado e que está associado à exposição de asbesto
77
Tuberculose pleural.
78
Nos pacientes com quilotórax devido a doenças neoplásicas e drenagem persistente, apesar dos tratamentos quimioterápicos e radioterápicos ideais, a realização da pleurodese não é eficaz em prevenir a recorrência, sendo indicada a ligadura do ducto torácico por videotoracoscopia ou toracotomia.
79
Colagenose
80
Prednisona 1 mg/kg diariamente.
81
exsudato rico em amilase.
82
Drenagem torácica fechada
83
Toracocentese diagnóstica e de alívio.
84
Bactérias positivas ao gram no líquido pleural.
85
Análises macroscópica (aspecto), bioquímica e bacteriológica auxiliam na definição de derrame complicado/não complicado e na definição da conduta terapêutica.
86
A instilação de óleo de oliva via sonda nasogástrica, no intraoperatório, pode ajudar na identificação do ducto e da área de vazamento, para o fechamento direto da lesão.
87
exsudato – glicose normal ou baixa – predomínio de linfócitos – ADA positivo.
88
artroplastia de quadril.
89
Tromboembolismo pulmonar; Angiotomografia de tórax; Enoxaparina 1 mg/kg a cada 12 horas.
90
anticoagulação plena, coleta de hemoculturas e urocultura e escalonamento de antibióticoterapia
91
trombólise com alteplase.
92
Redução do VEF1 (volume expiratório forçado em um segundo), redução da relação VEF1/CVF (capacidade vital forçada) e redução do FEP (fluxo expiratório de pico).
93
Rouquidão
94
Pode-se confiar no resultado do exame de peak-flow, o qual define o diagnóstico.
95
Controlada
96
corticoide inalatório
97
altas doses de corticosteroide inalado, associadas a um segundo medicamento de controle.
98
receber 4 jatos de salbutamol inalatório a cada 20 minutos e 40 mg de prednisona via oral, reavaliar após 1 hora.
99
o uso de corticoide inalatório na primeira hora de crise em pacientes que não fazem uso de corticoide oral, diminui o risco de internação.
100
Repetir ciclo de b2 adrenérgico.