Hepato

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27問 • 1年前
  • Luis Paulo Costa
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    問題一覧

  • 1

    (USP-SP 2025) Homem, 55 anos de idade, após apresentar melena, foi submetido à endoscopia digestiva alta que mostrou varizes de esôfago com sinais de sangramento recente. Feito diagnóstico de cirrose por vírus C. O cálculo do escore de Child era de B8 e MELD-Na de 20. A tomografia de abdome demonstrou figado com superficies irregulares, diminuído de tamanho, recanalização da veia paraumbilical com nódulos de 3 cm no segmento VII e 2 cm no segmento VI, com realce na fase arterial e lavagem na fase tardia (wash-out), esplenomegalia, varizes perigástricas, periesplénicas e shunt esplenorrenal. Qual é a melhor conduta neste caso?

    Transplante hepático.

  • 2

    (SUS-BA 2025) Homem, 62 anos de idade, portador de hepatite C crônica, comparece ao Pronto-Socorro com hematêmese volumosa e melena há três dias. O paciente apresenta-se ictérico, com PA: 90x60mmHg, FR: 115bpm e confusão mental. Ao exame, há ascite moderada. A avaliação laboratorial revela hemoglobina de 5,8g/dL, plaquetas de 70.000/mm3, RNI: 2,5. Considerando o caso descrito, a conduta mediata mais adequada envolve:

    Iniciar terlipressina e ceftriaxone intravenosos.

  • 3

    (SUS-BA 2025) Homem, 62 anos de idade, portador de hepatite C crônica, comparece ao Pronto- Socorro com hematêmese volumosa e melena há três dias. O paciente apresenta-se ictérico, com PA: 90x60mmHg, FR: 115bpm e confusão mental. Ao exame, há ascite moderada. A avaliação laboratorial revela hemoglobina de 5,8g/dL, plaquetas de 70.000/mm3, RNI: 2,5. Caso o paciente evolua com um quadro refratário, é correto afirmar que:

    Deve ser indicado um shunt portossistêmico intra-hepático transjugular.

  • 4

    Homem, 62 anos de idade, portador de hepatite C crônica, comparece ao Pronto- Socorro com hematêmese volumosa e melena há três dias. O paciente apresenta-se ictérico, com PA: 90x60mmHg, FR: 115bpm e confusão mental. Ao exame, há ascite moderada. A avaliação laboratorial revela hemoglobina de 5,8g/dL, plaquetas de 70.000/mm3, RNI: 2,5. O fator de mau prognóstico mais importante neste caso é:

    Tempo de protrombina alargado.

  • 5

    (BANCO DE OLHOS DE SOROCABA - HOS 2025) Com relação aos quadros de encefalopatia hepática, é correto afirmar que.

    o uso de lactulona é considerado o padrão-ouro no seu tratamento.

  • 6

    (FAMEMA 2025) Paciente de 56 anos, com histórico de uso abusivo de álcool nos últimos 35 anos, chega à unidade de saúde desatento, com fala lentificada, raciocínio lento e flapping. Considerando a classificação de West-Haven, ele está inserido no estágio.

    II.

  • 7

    (IAMSPE 2025) No diagnóstico de insuficiência hepática aguda, o exame laboratorial que fornece uma medida direta da capacidade sintética do fígado e é fundamental para avaliar o prognóstico é:

    Dosagem do tempo de protrombina (TP) e cálculo do INR.

  • 8

    (SCMSP 2025) A paracentese diagnóstica realizada no pronto atendimento, em um homem de 44 anos acompanhado ambulatorialmente por hepatite C crônica, hemodinamicamente estável, com icterícia, ascite, dor abdominal, febre e sonolência, mostrou líquido ascítico levemente turvo com presença de 900 células/mm², sendo 30% leucocitos polimorfonucleares. A conduta mais adequada é:

    Iniciar cefalosporina de terceira geração EV.

  • 9

    (UERJ 2025) Um homem de 58 anos, hipertenso, diabético, tabagista e etilista, procura a emergência com queixa de dor abdominal. Refere episódios recorrentes de dor em andar superior do abdômen, mais importante no período pós-prandial há meses. Ao exame, apresenta dor à palpação de região epigástrica e macicez móvel de decúbito. Uma ultrassonografia à beira leito evidencia ascite moderada. É realizada paracentese diagnóstica com os seguintes resultados: albumina 2,3g/dL, proteinas totais = 4,2g/dL e leucócitos = 300/mm3, com 80% de polimorfonucleares. Exames laboratoriais revelam hemoglobina 12,5mg/dL, leucocitos 6.000/mm3, plaquetas 160.000/mm3, creatinina 1,4mg/dL, proteínas totais 5,2g/dL e albumina = 2,8g/dL. O exame que deve ser solicitado no líquido ascítico para definição do diagnóstico mais provável é:

    amilase

  • 10

    (UERJ 2025) O acrônimo MELD, do inglês The Model for End-Stage Liver Disease, é calculado a partir dos parâmetros:

    INR, bilirrubina e creatinina

  • 11

    (UERJ 2025) A hematêmese por varizes de esôfago, quando apresentada por um paciente com trombose de veias supra-hepáticas, é decorrente de alteração parenquimatosa hepática e compromete o espaço:

    pós-sinusoidal

  • 12

    Um paciente de 54 anos, etilista de 1 garrafa de destilado por dia durante 30 anos, apresenta quadro de dor abdominal constante há 5 anos. Há 1 ano, relata piora dos sintomas, apresentando perda de 3kg nesse período. Aumentou o emprego de analgésicos, porém com resposta parcial. Ao exame físico, encontrava-se com índice de massa corpórea = 23, abdome plano e flácido e dor na região epigástrica à palpação profunda. Realizou tomografia de abdome, que mostrou dilatação do ducto pancreático principal, além de calcificações junto à cabeça pancreática, que se encontrava aumentada de tamanho. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta:

    a melhor maneira de tratar definitivamente o paciente é a cirurgia de Beger para remoção do tecido pancreático comprometido pela doença

  • 13

    Paciente com doença inflamatória intestinal evolui com colangite esclerosante primária, portanto, possui risco aumentado de apresentar.

    colangiocarcinoma

  • 14

    (UFPA 2024) Durante visita à enfermaria de clínica médica, discutia-se sobre um paciente com cirrose hepática, o qual era portador de esplenomegalia e possuía os seguintes achados ao hemograma: Hb 8 g/dL, leucocitos 2.500/mm3 e plaquetas 90.000/mm3. No contexto da cirrose hepática, os alunos foram arguidos sobre qual seria a justificativa da organomegalia e dos achados do hemograma e responderam, de forma assertiva, que seriam, respectivamente,

    hipertensão portal e hiperesplenismo.

  • 15

    (AMP 2023) Paciente de 58 anos de idade, do sexo masculino, com história de etilismo (1 a 1,5 litros de destilado/dia) por 30 anos apresenta-se para avaliação de aumento de volume abdominal de início há 1 ano e piora progressiva. Ao exame o paciente apresenta icterícia de escleras, asterixe, eritema palmar, angiomas aracneiformes no tronco e abdome globoso com macicez móvel e piparote positivo. Considerando a explicação mais provável para o caso apresentado, analise as assertivas abaixo. I. Está indicada a paracentese diagnóstica. II. Na condição, há vasoconstrição esplâncnica, ocasionada por depleção do óxido nítrico. III. Na condição, há ativação de fatores antinatriuréticos, com consequente retenção de sódio. IV. A redução de função hepática sintética, evidenciada pela icterícia, não têm implicação na gênese do aumento de volume abdominal. Estão corretas as assertivas

    I e III apenas.

  • 16

    (Instituto DOR de Pesquisa e Ensino - 2024) Paciente sendo acompanhado por insuficiência hepática crônica, comparece à consulta sem ascite, creatinina 1,3 mg/dl, com encefalopatia leve, INR 1,2, albumina 3,0 g/dl e bilirrubina 2,5 mg/dl. Pela classificação de Child-Pugh ele seria classificado como:

    B8

  • 17

    (AMRIGS 2023) A classificação de Child-Pugh é utilizada rotineiramente para avaliação de insuficiência hepática. Sobre ela, pode-se afirmar que:

    Albumina é um dos critérios laboratoriais, e é considerada normal acima de 3,5 gramas por decilitro.

  • 18

    (ENARE 2024) O médico de um paciente cirrótico está verificando a possibilidade de uma cirurgia hepática para esse paciente, porém, para isso, quer primeiro verificar qual seu escore Child-Pugh, já que este possui correlação com a sobrevida do paciente. Nesse sentido, o paciente apresenta os seguintes exames: bilirrubina de 2,5 mg/dL; albumina de 2,6 g/dL; tempo de protrombina de 2 segundos; nenhuma ascite ou encefalopatia. Diante desses resultados, qual é a classificação de Child-Pugh desse paciente e sua chance de sobrevida?

    Child-Pugh B/Sobrevida intermediária.

  • 19

    (PSU 2022) FBG, 55 anos, sexo masculino, com cirrose hepática de origem etanólica, no momento sem queixas, está em pré-operatório de colecistectomia videolaparoscópica, indicado no tratamento de colecistolitíase sintomática. Ao exame físico encontrava-se orientado no tempo e espaço, FC: 80bpm, PA: 130x60mmHg, ascite grau I e sem edema em membros inferiores. Os exames laboratoriais evidenciavam: Hb: 10,3%, Leucócitos globais: 5.000/ mm³, plaquetas: 122.000/mm², Ur: 50mg%, Cr: 1,2mg%, Na: 132mEq/L, K: 3,0mEq/L, albumina 3,6%, bilirrubina 1,5mg%, tempo de protrombina 14 segundos (controle 12 segundos) e RNI 1,4. Em relação ao caso é CORRETO afirmar?

    O risco cirúrgico desse paciente não é elevado considerando o seu estado geral e o porte da operação proposta.

  • 20

    (SCMBH 2024) A escala de MELD (model of end stage liver disease) é um conjunto de dados que permite identificar quais pacientes têm uma maior probabilidade de morrer de doença hepática. Portanto, é um sistema de pontuação para avaliar a gravidade da doença hepática crônica. É CORRETO afirmar que essa análise é baseada nos seguintes exames laboratoriais:

    INR-Creatinina - Bilirrubina.

  • 21

    (UNICAMP 2023) O MELD (Model for End-stage Liver Disease) é um índice baseado em alguns dados clínicos do paciente adulto e é usado para definir a inscrição do paciente na fila de transplante hepático. OS EXAMES NECESSÁRIOS PARA O CÁLCULO DO MELD SÃO:

    Bilirrubina total; RNI; creatinina.

  • 22

    (Santa Casa de Ourinhos - 2021) Qual o tratamento indicado para pacientes com falência hepática aguda devido à síndrome de Budd-Chiari?

    Colocação de um stent portossistêmico intra hepático por via transjugular.

  • 23

    (FM-Marilia - 2020) Homem de 51 anos, portador da síndrome de Budd-Chiari, submetido a derivação portossistêmica há 2 anos, procura atendimento médico por apresentar alteração discreta de comportamento e aumento do volume abdominal (ascite moderada). Na admissão, foram realizados os seguintes exames: bilirrubinas totais 3,5 mg/dL; albumina 2,8 g/dL; TAP 8 segundos. Qual é a opção terapêutica mais indicada ao paciente?

    Transplante hepático.

  • 24

    (AMRIGS 2020) O exame padrão-ouro para o diagnóstico de Doença de Caroli é:

    Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.

  • 25

    (SMS-RJ 2021) A deficiência de al-antitripsina, que resulta de mutações hereditárias, é um inibidor de serina protease, impede sua exportação de determinadas células onde pode ocasionar seu acúmulo, resultando em inflamação e fibrose, assim como outros achados. Essa deficiência está mais correlacionada ao desenvolvimento precoce de:

    cirrose hepática

  • 26

    (UFPB 2023) Mãe leva filho de 28 dias de idade para consulta.de-puericultura em Unidade Básica de Saúde. Lactente em bom estado geral, em aleitamento materno exclusivo, sem alterações no exame físico. A genitora traz o resultado de teste do pezinho, o qual apresentou baixa atividade da enzima galactose-1-fosfato uridil-transferase. Frente a isso, a pediatra solicitou novo exame, o qual confirmou o resultado anterior. Frente ao quadro, trata-se da conduta mais adequada para este lactente:

    Retirar o leite materno independente da condição clínica do lactente.

  • 27

    (CERMAM 2023) Recém-nascido a termo 18 dias de vida, em aleitamento materno exclusivo, apresenta duas semanas icterícia, hepatomegalia, vômitos, hipoglicemia, convulsões, irritabilidades, ganho de peso insuficiente. Considerando a principal hipótese diagnostica, o tratamento indicado é:

    Dieta isenta de lactose

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  • 1

    (USP-SP 2025) Homem, 55 anos de idade, após apresentar melena, foi submetido à endoscopia digestiva alta que mostrou varizes de esôfago com sinais de sangramento recente. Feito diagnóstico de cirrose por vírus C. O cálculo do escore de Child era de B8 e MELD-Na de 20. A tomografia de abdome demonstrou figado com superficies irregulares, diminuído de tamanho, recanalização da veia paraumbilical com nódulos de 3 cm no segmento VII e 2 cm no segmento VI, com realce na fase arterial e lavagem na fase tardia (wash-out), esplenomegalia, varizes perigástricas, periesplénicas e shunt esplenorrenal. Qual é a melhor conduta neste caso?

    Transplante hepático.

  • 2

    (SUS-BA 2025) Homem, 62 anos de idade, portador de hepatite C crônica, comparece ao Pronto-Socorro com hematêmese volumosa e melena há três dias. O paciente apresenta-se ictérico, com PA: 90x60mmHg, FR: 115bpm e confusão mental. Ao exame, há ascite moderada. A avaliação laboratorial revela hemoglobina de 5,8g/dL, plaquetas de 70.000/mm3, RNI: 2,5. Considerando o caso descrito, a conduta mediata mais adequada envolve:

    Iniciar terlipressina e ceftriaxone intravenosos.

  • 3

    (SUS-BA 2025) Homem, 62 anos de idade, portador de hepatite C crônica, comparece ao Pronto- Socorro com hematêmese volumosa e melena há três dias. O paciente apresenta-se ictérico, com PA: 90x60mmHg, FR: 115bpm e confusão mental. Ao exame, há ascite moderada. A avaliação laboratorial revela hemoglobina de 5,8g/dL, plaquetas de 70.000/mm3, RNI: 2,5. Caso o paciente evolua com um quadro refratário, é correto afirmar que:

    Deve ser indicado um shunt portossistêmico intra-hepático transjugular.

  • 4

    Homem, 62 anos de idade, portador de hepatite C crônica, comparece ao Pronto- Socorro com hematêmese volumosa e melena há três dias. O paciente apresenta-se ictérico, com PA: 90x60mmHg, FR: 115bpm e confusão mental. Ao exame, há ascite moderada. A avaliação laboratorial revela hemoglobina de 5,8g/dL, plaquetas de 70.000/mm3, RNI: 2,5. O fator de mau prognóstico mais importante neste caso é:

    Tempo de protrombina alargado.

  • 5

    (BANCO DE OLHOS DE SOROCABA - HOS 2025) Com relação aos quadros de encefalopatia hepática, é correto afirmar que.

    o uso de lactulona é considerado o padrão-ouro no seu tratamento.

  • 6

    (FAMEMA 2025) Paciente de 56 anos, com histórico de uso abusivo de álcool nos últimos 35 anos, chega à unidade de saúde desatento, com fala lentificada, raciocínio lento e flapping. Considerando a classificação de West-Haven, ele está inserido no estágio.

    II.

  • 7

    (IAMSPE 2025) No diagnóstico de insuficiência hepática aguda, o exame laboratorial que fornece uma medida direta da capacidade sintética do fígado e é fundamental para avaliar o prognóstico é:

    Dosagem do tempo de protrombina (TP) e cálculo do INR.

  • 8

    (SCMSP 2025) A paracentese diagnóstica realizada no pronto atendimento, em um homem de 44 anos acompanhado ambulatorialmente por hepatite C crônica, hemodinamicamente estável, com icterícia, ascite, dor abdominal, febre e sonolência, mostrou líquido ascítico levemente turvo com presença de 900 células/mm², sendo 30% leucocitos polimorfonucleares. A conduta mais adequada é:

    Iniciar cefalosporina de terceira geração EV.

  • 9

    (UERJ 2025) Um homem de 58 anos, hipertenso, diabético, tabagista e etilista, procura a emergência com queixa de dor abdominal. Refere episódios recorrentes de dor em andar superior do abdômen, mais importante no período pós-prandial há meses. Ao exame, apresenta dor à palpação de região epigástrica e macicez móvel de decúbito. Uma ultrassonografia à beira leito evidencia ascite moderada. É realizada paracentese diagnóstica com os seguintes resultados: albumina 2,3g/dL, proteinas totais = 4,2g/dL e leucócitos = 300/mm3, com 80% de polimorfonucleares. Exames laboratoriais revelam hemoglobina 12,5mg/dL, leucocitos 6.000/mm3, plaquetas 160.000/mm3, creatinina 1,4mg/dL, proteínas totais 5,2g/dL e albumina = 2,8g/dL. O exame que deve ser solicitado no líquido ascítico para definição do diagnóstico mais provável é:

    amilase

  • 10

    (UERJ 2025) O acrônimo MELD, do inglês The Model for End-Stage Liver Disease, é calculado a partir dos parâmetros:

    INR, bilirrubina e creatinina

  • 11

    (UERJ 2025) A hematêmese por varizes de esôfago, quando apresentada por um paciente com trombose de veias supra-hepáticas, é decorrente de alteração parenquimatosa hepática e compromete o espaço:

    pós-sinusoidal

  • 12

    Um paciente de 54 anos, etilista de 1 garrafa de destilado por dia durante 30 anos, apresenta quadro de dor abdominal constante há 5 anos. Há 1 ano, relata piora dos sintomas, apresentando perda de 3kg nesse período. Aumentou o emprego de analgésicos, porém com resposta parcial. Ao exame físico, encontrava-se com índice de massa corpórea = 23, abdome plano e flácido e dor na região epigástrica à palpação profunda. Realizou tomografia de abdome, que mostrou dilatação do ducto pancreático principal, além de calcificações junto à cabeça pancreática, que se encontrava aumentada de tamanho. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta:

    a melhor maneira de tratar definitivamente o paciente é a cirurgia de Beger para remoção do tecido pancreático comprometido pela doença

  • 13

    Paciente com doença inflamatória intestinal evolui com colangite esclerosante primária, portanto, possui risco aumentado de apresentar.

    colangiocarcinoma

  • 14

    (UFPA 2024) Durante visita à enfermaria de clínica médica, discutia-se sobre um paciente com cirrose hepática, o qual era portador de esplenomegalia e possuía os seguintes achados ao hemograma: Hb 8 g/dL, leucocitos 2.500/mm3 e plaquetas 90.000/mm3. No contexto da cirrose hepática, os alunos foram arguidos sobre qual seria a justificativa da organomegalia e dos achados do hemograma e responderam, de forma assertiva, que seriam, respectivamente,

    hipertensão portal e hiperesplenismo.

  • 15

    (AMP 2023) Paciente de 58 anos de idade, do sexo masculino, com história de etilismo (1 a 1,5 litros de destilado/dia) por 30 anos apresenta-se para avaliação de aumento de volume abdominal de início há 1 ano e piora progressiva. Ao exame o paciente apresenta icterícia de escleras, asterixe, eritema palmar, angiomas aracneiformes no tronco e abdome globoso com macicez móvel e piparote positivo. Considerando a explicação mais provável para o caso apresentado, analise as assertivas abaixo. I. Está indicada a paracentese diagnóstica. II. Na condição, há vasoconstrição esplâncnica, ocasionada por depleção do óxido nítrico. III. Na condição, há ativação de fatores antinatriuréticos, com consequente retenção de sódio. IV. A redução de função hepática sintética, evidenciada pela icterícia, não têm implicação na gênese do aumento de volume abdominal. Estão corretas as assertivas

    I e III apenas.

  • 16

    (Instituto DOR de Pesquisa e Ensino - 2024) Paciente sendo acompanhado por insuficiência hepática crônica, comparece à consulta sem ascite, creatinina 1,3 mg/dl, com encefalopatia leve, INR 1,2, albumina 3,0 g/dl e bilirrubina 2,5 mg/dl. Pela classificação de Child-Pugh ele seria classificado como:

    B8

  • 17

    (AMRIGS 2023) A classificação de Child-Pugh é utilizada rotineiramente para avaliação de insuficiência hepática. Sobre ela, pode-se afirmar que:

    Albumina é um dos critérios laboratoriais, e é considerada normal acima de 3,5 gramas por decilitro.

  • 18

    (ENARE 2024) O médico de um paciente cirrótico está verificando a possibilidade de uma cirurgia hepática para esse paciente, porém, para isso, quer primeiro verificar qual seu escore Child-Pugh, já que este possui correlação com a sobrevida do paciente. Nesse sentido, o paciente apresenta os seguintes exames: bilirrubina de 2,5 mg/dL; albumina de 2,6 g/dL; tempo de protrombina de 2 segundos; nenhuma ascite ou encefalopatia. Diante desses resultados, qual é a classificação de Child-Pugh desse paciente e sua chance de sobrevida?

    Child-Pugh B/Sobrevida intermediária.

  • 19

    (PSU 2022) FBG, 55 anos, sexo masculino, com cirrose hepática de origem etanólica, no momento sem queixas, está em pré-operatório de colecistectomia videolaparoscópica, indicado no tratamento de colecistolitíase sintomática. Ao exame físico encontrava-se orientado no tempo e espaço, FC: 80bpm, PA: 130x60mmHg, ascite grau I e sem edema em membros inferiores. Os exames laboratoriais evidenciavam: Hb: 10,3%, Leucócitos globais: 5.000/ mm³, plaquetas: 122.000/mm², Ur: 50mg%, Cr: 1,2mg%, Na: 132mEq/L, K: 3,0mEq/L, albumina 3,6%, bilirrubina 1,5mg%, tempo de protrombina 14 segundos (controle 12 segundos) e RNI 1,4. Em relação ao caso é CORRETO afirmar?

    O risco cirúrgico desse paciente não é elevado considerando o seu estado geral e o porte da operação proposta.

  • 20

    (SCMBH 2024) A escala de MELD (model of end stage liver disease) é um conjunto de dados que permite identificar quais pacientes têm uma maior probabilidade de morrer de doença hepática. Portanto, é um sistema de pontuação para avaliar a gravidade da doença hepática crônica. É CORRETO afirmar que essa análise é baseada nos seguintes exames laboratoriais:

    INR-Creatinina - Bilirrubina.

  • 21

    (UNICAMP 2023) O MELD (Model for End-stage Liver Disease) é um índice baseado em alguns dados clínicos do paciente adulto e é usado para definir a inscrição do paciente na fila de transplante hepático. OS EXAMES NECESSÁRIOS PARA O CÁLCULO DO MELD SÃO:

    Bilirrubina total; RNI; creatinina.

  • 22

    (Santa Casa de Ourinhos - 2021) Qual o tratamento indicado para pacientes com falência hepática aguda devido à síndrome de Budd-Chiari?

    Colocação de um stent portossistêmico intra hepático por via transjugular.

  • 23

    (FM-Marilia - 2020) Homem de 51 anos, portador da síndrome de Budd-Chiari, submetido a derivação portossistêmica há 2 anos, procura atendimento médico por apresentar alteração discreta de comportamento e aumento do volume abdominal (ascite moderada). Na admissão, foram realizados os seguintes exames: bilirrubinas totais 3,5 mg/dL; albumina 2,8 g/dL; TAP 8 segundos. Qual é a opção terapêutica mais indicada ao paciente?

    Transplante hepático.

  • 24

    (AMRIGS 2020) O exame padrão-ouro para o diagnóstico de Doença de Caroli é:

    Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.

  • 25

    (SMS-RJ 2021) A deficiência de al-antitripsina, que resulta de mutações hereditárias, é um inibidor de serina protease, impede sua exportação de determinadas células onde pode ocasionar seu acúmulo, resultando em inflamação e fibrose, assim como outros achados. Essa deficiência está mais correlacionada ao desenvolvimento precoce de:

    cirrose hepática

  • 26

    (UFPB 2023) Mãe leva filho de 28 dias de idade para consulta.de-puericultura em Unidade Básica de Saúde. Lactente em bom estado geral, em aleitamento materno exclusivo, sem alterações no exame físico. A genitora traz o resultado de teste do pezinho, o qual apresentou baixa atividade da enzima galactose-1-fosfato uridil-transferase. Frente a isso, a pediatra solicitou novo exame, o qual confirmou o resultado anterior. Frente ao quadro, trata-se da conduta mais adequada para este lactente:

    Retirar o leite materno independente da condição clínica do lactente.

  • 27

    (CERMAM 2023) Recém-nascido a termo 18 dias de vida, em aleitamento materno exclusivo, apresenta duas semanas icterícia, hepatomegalia, vômitos, hipoglicemia, convulsões, irritabilidades, ganho de peso insuficiente. Considerando a principal hipótese diagnostica, o tratamento indicado é:

    Dieta isenta de lactose