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54問 • 1年前
  • Luis Paulo Costa
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    問題一覧

  • 1

    (2022 HCPA) Paciente de 45 anos foi trazida à Emergência por vir apresentando, há 3 dias, dor e distensão abdominal progressiva e, há 4 dias, náuseas, vômitos e parada de eliminação de flatos e fezes. Negou doenças associadas e emagrecimento e referiu histerectomia há 8 anos. Ao exame físico, encontrava-se em regular estado geral, eutrófica, com abdômen distendido e doloroso à palpação, mas sem irritação peritoneal. Ao toque retal, a ampola estava vazia. O raio X de abdômen agudo realizado à admissão está reproduzido abaixo. Qual a mais provável causa desse quadro clínico?

    Bridas

  • 2

    (2022 HUOL) Na avaliação inicial de um paciente com dor abdominal aguda, além de minuciosa anamnese e de exame físico, podem ser solicitados exames de imagem como ferramenta de auxílio diagnóstico. Na rotina do raio-X do abdômen agudo, solicita-se a incidência radiográfica

    de abdome AP em ortostase.

  • 3

    (2022 HIS) Mulher de 75 anos de idade está internada em uma enfermaria de clínica médica, com queixa de dor e distensão abdominal progressivas há 4 dias. Segundo a família, a paciente iniciou concomitantemente um quadro de confusão mental aguda, com períodos de prostração seguidos de agitação psicomotora. Negaram sintomas urinários, mas relataram constipação há 5 dias. Está em uso de meperidina para controle de dor, a qual foi iniciada após cirurgia de prótese de joelho há 3 meses. Tem diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistêmica e neoplasia de mama, a qual foi tratada com sucesso há 12 anos, estando em acompanhamento regular com mastologista. O exame clínico evidenciou desatenção e flutuação do nível de consciência, com escala de coma de Glasgow (ECG) de 14. O seu abdome era distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados, timpânico e com dor discreta à palpação difusamente. O toque retal apresentava fezes endurecidas em ampola, sendo possível verificar presença de saída de flatos. Foi solicitada radiografia de abdome, que pode ser vista na figura a seguir: Os exames laboratoriais realizados evidenciaram creatinina sérica de 0,9 mg/dL, ureia sérica de 23 mg/dL, sódio de 140 mEq/L, potássio de 5,1 mEq/L e magnésio de 2,2 mg/dL. Quais os diagnósticos apresentados pela paciente neste momento?

    Fecaloma e delirium hipoativo.

  • 4

    (2022 HMMG) Paciente de 32 anos procura atendimento queixando-se de vômitos de início há 5 dias, associado a dor tipo cólica, distensão abdominal, redução do número de evacuações e de eliminação de flatos. Nega febre. Nega trauma. Nega perda ponderal. Nega diarreia. Ao exame físico: regular estado geral, corado, desidratado, levemente dispneico, anictérico, acianótico, afebril. Abdome com cicatriz mediana xifo-púbica prévia, ruídos reduzidos, distendido, doloroso a palpação difusa, sem sinais de irritação peritoneal. Toque retal com ampola vazia. É realizado a rotina radiológica de abdome agudo. A principal hipótese sindrômica é:

    Abdome agudo obstrutivo.

  • 5

    Paciente de 38 anos de idade, sexo feminino, encontra-se na emergência do pronto socorro com rotina radiológica de abdômen agudo mostrando sinais de "empilhamento de moedas”. O provável diagnóstico, nesse caso, é:

    Abdômen agudo obstrutivo

  • 6

    Acerca do diagnóstico de apendicite aguda, assinale a alternativa correta.

    A diarreia pode aparecer como uma das primeiras manifestações.

  • 7

    Sobre a doença de Crohn pode-se afirmar, EXCETO:

    não acomete o reto e a cirurgia é o tratamento curativo de escolha.

  • 8

    Dentre as assertivas abaixo, a que não causa cirrose e/ou hepatopatia crônica é:

    mononucleose infecciosa.

  • 9

    Em relação aos tumores hepáticos, marque a alternativa CORRETA:

    As metástases hepáticas têm como principal origem o trato digestório.

  • 10

    Assinale a altemativa INCORRETA em relação a colelitiase:

    O exame de tomografia computadorizada de abdome é superior a ultrassonografia de abdome no que se refere ao diagnóstico de colecistolitiase.

  • 11

    Em relação à colecistolitíase assinale a afirmativa FALSA:

    Cálculos pequenos têm mais propensão à colecistite aguda que cálculos maiores.

  • 12

    Doença de Wilson esta associada a disturbio do metabolismo do (a):

    Cobre

  • 13

    Uma paciente de 72 anos de idade chega ao pronto-socorro com história de distensão abdominal há dois dias, parada de eliminação de flatus e de fezes há um dia. Nega náuseas ou vomitos. Com base nesses dados clínicos e na radiografia apresentada, o diagnóstico mais provável é

    obstrução intestinal baixa.

  • 14

    Em paciente cirrótico com nódulo hipervascularizado medindo 4 cm, com trombose portal associada e alfafetoproteina com alteração significativa, o provável diagnóstico é:

    Hepatocarcinoma

  • 15

    Um homem com 35 anos de idade, etilista hä 20 anos, procura a Unidade Básica de Saúde com queixa de dor moderada em hipocondrio direito, febre não aferida, calafrios há 15 dias. Ao exame fisico apresenta temperatura axiler de 38°C, figado aumentado e dor à palpação abdominal em hipocondrio direito. Uma imagem da ultrassonografia abdominal é mostrada abaixo. (VER IMAGEM). O diagnóstico CORRETO e o próximo passo na conduta em relação a esse paciente são:

    Abscesso hepático; o paciente deve ser encaminhado para drenagem do abscesso o mais rapidamente possivel.

  • 16

    Mulher, 23 anos, apresenta dor na fossa ilíaca direita e diarreia. Foi realizada colonoscopia na qual foram observadas úlceras em cólon descendente e ileo terminal, sendo o restante da mucosa sem alterações. A bíópsia das lesões revelou mucosa com inflamação crônica e aguda, alterações regenerativas e pequenos granulomas epitelioides. O diagnóstico mais provável é:

    doença de Crohn.

  • 17

    Dentre os abaixo, qual o MENOS comum tumor das ilhotas pancreáticas?

    Glucagonoma

  • 18

    FJT, sexo feminino, de 13 anos de idade, vem apresentando epigastralgia pós-prandial diariamente. Relata que quando ingere frituras apresenta dor em cólica intensa. Mede 1,55m e pesava 61 kg, mas relata perda de 3kg desde a início dos sintomas dolorosos. Realizou hemograma, provas de função hepática e renal e exame sumário de urina, todos estavam normais. Submetida a ultrassonografia de abdome (ver resultado abaixo). Dentre as alternativas abaixo, qual apresenta a conduta MAIS ADEQUADA para este caso?

    Programar cirurgia eletiva

  • 19

    Mulher de 33 anos, há 4 meses apresenta dor do tipo continua-intermitente (duração de cerca de 1 hora) no hipocondrio direito e epigástrio. No último mēs, passou por 2 atendimentos em Unidade Básica de Saúde e uma passagem em Unidade de Pronto Atendimento com diagnóstico clínico e de imagem de colelitíase. Ha 16 horas apresenta dor continua no mesmo local, defesa involuntária à palpação superficial e profunda, sem febre e disfunções orgânicas. Foi encaminhada para hospital de urgência na vigência da pandemia de Covid-19. O hemograma, a amilasemia, as aminotransferases e as bilirrubinas estavam normais. A ultrassonografia abdominal foi repetida e iniciou-se jejum, hidratação, antibiótico e procedeu-se à colescistectomia por videolaparoscopia. Com base na conduta adotada, qual a alternativa correta?

    Tratava-se de colecistite aguda branda, o tratamento indicado foi oportuno, bem como o acesso por videolaparoscopia.

  • 20

    Mulher de 33 anos, há 4 meses apresenta dor do tipo continua-intermitente (duração de cerca de 1 hora) no hipocôndrio direito e epigástrio. No último mês, passou por 2 atendimentos em Unidade Básica de Saúde e uma passagem em Unidade de Pronto Atendimento com diagnóstico clínico e de imagem de colelitíase. Há 16 horas apresenta dor continua no mesmo local, defesa involuntária à palpação superficial e profunda, sem febre e disfunções orgânicas. Foi encaminhada para hospital de urgência na vigência da pandemia de Covid-19. O hemograma, a amilasemia, as aminotransferaseses e as bilirrubinas estavam normais. A ultrassonografia abdominal foi repetida e iniciou-se jejum, hidratação, antibiótico e procedeu-se à colescistectomia por videolaparoscopia. Com base na conduta adotada, qual o diagnóstico?

    Colecistite aguda e a conduta foi correta

  • 21

    Observe os exames a seguir, para responder a questão. A opção de tratamento para essa patologia consiste em:

    Diverticulectomia e miotomia por via cervical

  • 22

    J.A.C.M., 54 anos, previamente higido, iniciou quadro de disfagia para sólidos e líquidos concomitante há 06 meses, com piora progressiva, regurgitação e perda de peso. Foi realizado o seguinte exame: Baseado neste exame responda qual aspecto característico encontrado, qual o diagnóstico mais provável, e qual o melhor tratamento curativo:

    Esôfago em bico de pássaro, acalásia, cardiomiotomia a Heller.

  • 23

    JPR, 72 anos, sexo masculino, queixando disfagia progressiva inicialmente para sólidos, halitose, regurgitação alimentar, tosse crônica e emagrecimento, Foi atendido por gastroenterologista que solicitou endoscopia digestiva alta. O endoscópio progrediu até 25cm da arcada dentária superior e atingiu cavidade em fundo cego com restos alimentares. Foi solicitado exame contrastado do esôfago que pode ser visto abaixo. Qual é diagnostico MAIS PROVÁVEL MELHOR CONDUTA para o caso?

    A imagem é de um grande diverticulo do esôfago médio e a ressecção está indicade porque o mesmo está comprimindo o lúmen do órgão

  • 24

    4000076344 FRT, 67 anos, sexo masculino, comerciante, relata tabagismo desde os 23 anos (um maço/dia) e uso de, pelo menos, um copo de cachaça quatro vezes por semana desde a mesma época. Relata uso irregular de omeprazol desde os 50 anos, para tratamento sintomático de azia. Nunca fez endoscopia digestiva alta. Há um mês, iniciou disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e, atualmente, até para alimentos pastosos. Compareceu à consulta encaminhado pelo posto de saúde, trazendo o esofagograma. De acordo com o quadro clínico e com o exame apresentado, marque o diagnóstico MAIS PROVÁVEL:

    Carcinoma de células escamosas do esôfago

  • 25

    Homem, 66 anos. Admitido com disfagia e tosse hå 3 meses. Perda de 13 kg. Traz o esofagograma abaixo: Sobre as possibilidades terapêuticas, assinale a adequada.

    Não ressecável. Passar endoprótese endoscópica.

  • 26

    Considerando o exame acima apresentado, assim como seus achados, é correto afirmar que o mais provável sintoma do paciente seria

    disfagia

  • 27

    Mulher, 46 anos de idade, refere dor torácica e regurgitação após refeições há 2 anos, com piora progressiva. Quando tem dor, apresenta melhora após a ingestão de líquidos. A queixa é mais intensa após refeições sólidas, evitando alimentos com esta consistência. Associadamente tem regurgitação durante o sono. Perdeu 5 Kg (IMC atual: 20 kg/m²). Realizou endoscopia digestiva alta, com achado de esofagite erosiva distal leve (grau A de Los Angeles) e gastrite erosiva leve de antro. Iniciou uso pantoprazol sem melhora dos sintomas. Retornou à consulta, quando foi solicitada uma radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno. Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual é o tratamento?

    Cardiomiotomia e fundoplicatura parcial.

  • 28

    Mulher, 65 anos, previamente hígida, há 9 meses com sudorese noturna, astenia progressiva e perda peso. Refere constipação intestinal de início recente. Negou sangue nas fezes. Hemograma realizado na Unidade Básica de Saúde revelou hemoglobina de 7.0g/dL. Radiografia de tórax normal. Trouxe enema opaco (figura abaixo). Qual o diagnóstico mais provável?

    Neoplasia de cólon transverso

  • 29

    Homem, 41a, relata que há 1 hora apresentou dor súbita de forte intensidade, tipo pontada, no epigástrio, que irradiou para todo abdome. Refere náusea. Nega febre ou sintomas respiratórios. Exame físico: PA=128x76mmHg, FC= 102bmp, FR= 16irpm, oximetria de pulso (ar ambiente)= 99%, corado, hidratado e acianótico; Abdome: plano, tenso, doloroso à digito percussão e à palpação superficial e profunda, com descompressão brusca dolorosa presente. Radiograma simples de abdome ortostático:

    Laparotomia exploradora.

  • 30

    Um homem com 50 anos de idade, sem comorbidades, com passado de laparotomia mediana xifopúbica devido a ferimento por projétil de arma de fogo há 4 anos, relata que vem apresentando dor abdominal difusa acompanhada de võmitos e distensão abdominal, com parada de eliminação de gases e fezes há 2 dias. Ao exame físico, encontra-se desidratado, corado, taquipneico e afebril. Seu abdome está distendido, timpânico, doloroso à palpação profunda, sem dor à descompressão brusca. À ausculta abdominal, os ruídos hidroaéreos encontram-se presentes e aumentados, com timbre metálico. O paciente foi submetido à radiografia simples de abdome em posição ortostática, cuja imagem é apresenta a seguir (VER IMAGEM). A principal hipótese diagnóstica para esse caso é

    Obstrução intestinal por bridas.

  • 31

    Uma senhora de 79 anos de idade queixa-se de dor abdominal em cólica, distensão abdominal e parada de eliminação de gases e fezes há 5 dias. Nega võmitos ou febre. Refere que nos últimos 4 meses vem evacuando a cada 3 dias, graças à utilização frequente de laxativos. Nega perda de peso. É hipertensa e diabética. Foi submetida a gastrectomia subtotal, por doença péptica, há muitos anos. Está em bom estado geral, corada, mas desidratada. O abdome está distendido, mas é flácido e não se palpam massas. É doloroso à palpação profunda, mas não tem sinais de irritação peritoneal. Não há sinais de hérnia na região inguinocrural. Toque retal: sem massas e sem fezes na ampola. Feita a radiografia de abdome mostrada a seguir. Principal hipótese diagnóstica e melhor tratamento:

    Tumor reto/sigmoide Cirurgia de Hartmann.

  • 32

    Paciente de 72 anos, acamada, portadora de epilepsia e de sequela neurológica secundária a poliomielite, chegou à emergência referindo dor e distensão abdominal com evolução de 5 dias. Ao exame físico, apresentava-se em bom estado geral, com abdome tenso, timpânico, sem sinais de irritação peritoneal. O hemograma indicou 8.000 leucocitos/mm². A radiografia de abdome está reproduzida abaixo. O radiologista descreveu o sinal do "U invertido" com ápice no hipocôndrio direito. Sobre o caso, considere as assertivas propostas. I- A cirurgia preferencial é sigmoidectomia; II- Retossigmoidoscopia pode ser indicada, porém enema com contraste hidrossolúvel está contraindicado; III -Mesmo após redução endoscópica efetiva, há ainda indicação de cirurgia de urgência.

    Apenas I

  • 33

    Mulher de 35 anos de idade, assintomática, vem encaminhada pelo ginecologista para avaliação devido a nódulo hepático heterogêneo, hipoecoico, de 4,9 cm no maior diâmetro, identificado em ultrassonografia de rotina (imagem abaixo). Usa contraceptivo oral combinado. Relata transfusão sanguinea após complicação no primeiro parto e nega etilismo Exame clinico sem alterações, exceto cicatriz de cesariana prévia. Realizada tomografia computadorizada para melhor avaliação (imagem abaixo). Qual o diagnóstico mais provável?

    Hiperplasia nodular focal.

  • 34

    Mulher de 47 anos, assintomática, realizou ultrassonografia abdominal que identificou nódulo hepático de 6 cm, hiperecogénico. A tomografia computadorizada (imagem apresentada) demonstrou enchimento globuliforme da periferia do nódulo, após injeção de contraste, e seu enchimento pelo contraste no tempo portal. Qual o diagnóstico?

    Hemangioma hepático.

  • 35

    Mulher de 33 anos, em uso de anticoncepcional oral há 18 anos, realiza tomografia em investigação de dor abdominal, que evidenciou o nódulo hepático mostrado na imagem a seguir. Qual é a melhor conduta?

    Observação clínica

  • 36

    Uma paciente com 34 anos de idade, vitima de acidente automobilistico, apresentando trauma abdominal contuso sem evidência de lesões em outros segmentos corpóreos, foi levada ao pronto-socorro do Centro de Referência de Trauna de nível terciário para atendimento. No atendimento em cena pela equipe de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), foran infundidos 500 mL de ringer lactato. No exame físico da paciente, obteve-se os seguintes resultados: FC110 bpm, enchimento capilar 6 segundos, PA -100 x 70 mmHg, Glasgow 15. Houve normalização dos sinais vitais após a infusão de mais de 500 ml de solução cristaloide no atendimento inicial. Os exames laboratoriais mostraram os seguintes resultados: Hb 10,5 g/dL (valor de referência: 12 a 14 g/dL). Ht 31% (valor de referência: 35 a 45%), lactato 2,8 mmol/L (valor de referência: < 2,0 mmol/L), INR 1,0 (valor de referência: 0,8 a 1,2), fibrinogênio = 200 mg/dl. (valor de referênci 185,0 a 400,0 mg/dL), plaquetas 120 000/mm² (valor de referência: 100 000 a 420 000/mm²). A tomografia computadorizada do abdome com contraste endovenoso é mostrada na imagem a seguir. Não foram evidenciadas outras lesões no abdome. Com base na história clínica, nos dados do exame fisico e na imagem da tomografia, a conduta médica adequada é indicar

    angiografia e embolização para tratamento da lesão hepática.

  • 37

    Uma senhora de 53 anos, com hipertensão controlada com losartana, tem história de ictericia, náuseas e vómitos pós-alimentares hà 1 mês. Está ictérica 3+/4 e tem dor abdominal discreta em hipocondrio direito, sem peritonismo: Hemoglobine: 12,5 g/dL, leucocitos: 6.620/mm², ureia: 37 mg/dL, creatinina: 1,15 mg/dL, bilirrubina total: 23,69 mg/dL, bilirrubina direta: 21,03 mg/dL fosfatase alcalina: 712 U/L (46 a 120), gamaglutamiltransferase: 1.310 U/L (7 a 32). Fez a tomografia ilustrada a seguir. Inicialmente, a paciente deve ser submetida a

    drenagem das vias biliares.

  • 38

    Mulher de 55 anos de idade está em investigação de icterícia obstrutiva e realiza a exeme a seguir. A lesão presente na imagem tem contato com qual estrutura vascular?

    Veia mesenterica superior

  • 39

    Paciente feminina, de 45 anos, encontra-se no 23º dia de evolução de uma pancreatite aguda biliar, com febre, taquicardia e leucocitose. Com base nos achados da tomografia computadorizada abdominal abaixo, considere as assertivas propostas. I- Está indicada antibioticoterapia de amplo espectro. Carbapenemicos são os fármacos de primeira escolha; II - Drenagens endoscópica ou radiológica constituem tratamento intervencionista de primeira escolha; III - Nutrição enteral por sonda deve ser implementada. Quais são CORRETAS?

    I, II e III.

  • 40

    Homem, 57 anos, tem diagnóstico de pancreatite aguda idiopática hà 12 semanas. Desde o diagnóstico, ele apresenta anorexia e intolerância à ingastão de qualquer dieta, e vomita tudo que tenta comer. Uma sonda pós-pilórica è passada para nutri-lo. Está hemodinamicamente normal e não tem leucocitose. Uma tomografia obtida é mostrada a seguir. (VER IMAGEM) O melhor tratamento para esse situação, associado à baixu mortalidade, é

    Cistogastroanastomose endoscópica.

  • 41

    Paciente do sexo feminino, 58 anos, encarninhada com história de que há 3 meses foi internada em UTI de outro hospital. Refere que ficou 10 dias com intubação orotraqueal, com droga vasoativa, e que precisou de hemodialise. Recebeu alta após 28 dias de internação, sem ter sido submetida a nenhum tratamento cirúrgico, percutâneo ou endoscópico. Atualmente, queixa de dor epigastrica constante de leve intensidade, sem fatores de melhora. Relata, ainda, anorexia e perda de 5% do peso nos últimos 2 meses. Nega febre ou uso de antibióticos. Traz consigo exame tomográfico, conforme segue, realizado há 4 dias. Frente ao caso exposto, assinale a alternativa CORRETA:

    Trata-se de loja necrotica; deve ser acompanhada ambulatoriaimente

  • 42

    Homem de 73 anos de idade está internado por pancreatite aguda grave há 23 dies. Há 4 dias, apresentou piora no estado geral e sumento da leucocitose, sem melhora com o uso de imipenem. Hoje foi realizada nove tomografia de abdome, abaixo. Qual é a conduta para o caso?

    Drenagem percutânea guiada por tomografia

  • 43

    Uma senhora de 35 anos teve, há 8 meses, pancreatite aguda billar grave, que melhorou com tratamento clinico. Ficou intermada por várias semanas. Alguns dias após a alta, passou a apresentar võmitos pós-alimentares, sensação de plenitude gástrica precoce e notou abaulamento no epigástrio. Não sabe referir se teve febre. Fez a tomografia computadorizada ilustrada a seguir. Diagnóstico mais provável:

    Pseudocisto de pâncreas.

  • 44

    Um homem de 35 anos tove pancreatite aguda necrotizante, provavelmente relacionada a droga. A tomografia ilustrada a seguir foi feita um mês e meio após o processo agudo, O paciente vem tendo febre e dificuldade para se alimentar e desconforto abdominal, principalmente em quadrante inferior direito. Tem aumento moderado dos leucocitos. Melhor conduta:

    Drenagem porcutânea.

  • 45

    Paciente de 44 anos, sexo feminino, com diagnóstico de artrite reumatoide, em uso de hidroxicloriquina e etoricoxibe, ha duas semanas, devido à exarcebação do quadro de artralgia, procura o pronto-socorro com quadro de dor de forte intensidade no andar superior do abdome. Ao exame fisico, apresenta dor e defesa em epigástrio. Exames laboratoriais demonstram 18.000 leucocitos/mm3 e Proteina Creativa 230 mg/dl. Realiza tomografia de abdome cuja imagem está reproduzida abaixo. O diagnóstico mais provável para esse quadro é

    úlcera péptica perfurada.

  • 46

    Homem de 31 anos de idade teve queda de andaime a 5 metros de altura. Foi intubado no atendimento pré-hospitalar por estar inconsciente. Chegou ao Serviço de Emergência após 40 minutos do trauma. No exame na sala de admissão encontrava-se: A: Intubado com Sat. 02 de 95% B: Múrmurio vesicular diminuído na base direita C: PA: 130x70 mmHg; FC: 90 bpm; FAST positivo nos espaços hepatorrenal e pelve D: Escala de Glasgow de 3 (sob sedação) E: Sem outras alterações A tomografia de corpo inteiro mostrou a presença de contusão cerebral, para qual optou-se por observação, monitorização da pressão intracraniana e controle de imagem em 6 horas. A seguir a imagem da tomografia de abdome: Qual é a conduta para os achados da tomografia de abdome?

    Laparotomia exploradora.

  • 47

    Homem, 26 anos, com febre, dor abdominal e perda de apetite há 12 horas. Exames laboratoriais: discreta leucocitose. TC do abdome: A hipótese diagnóstica mais provável é:

    apendicite aguda.

  • 48

    Homem de 62 anos de idade realizou a tomografia de abdome abaixo para a investigação de pneumatúria. E tabagista, com carga tabágica de 30 maços-ano. Tem antecedente de infecção urinária de repetição. Qual é o diagnóstico mais provável?

    Doença diverticular complicada.

  • 49

    Mulher, 64 anos de idade, se queixa de dor abdominal difusa de forte intensidade há 24 horas, acompanhada de febre e diarreia sem sangue. Nega sintomas urinários. Antecedente de internação prévia há 1 mês devido a pneumonia. Refere tabagismo. Tem hipertensão arterial sistêmica e diabete melito, controlados com medicamentos. Ao exarne fisico: Regular estado geral, FC:110 bcp, FR: 16, PA: 100x70 mmHg; Ausculta torácica sem alterações. Abdome distendido, doloroso com sinais de irritação peritoneal difusamente. Exames bioquímicos: Hb: 11,3 g/dL; Leuco: 19,57 mil/mm²; PCR: 60mg/dL; Creat: 2,19 mg/dL; Ureia: 141 mg/dl; Lactato: 28 mg/dL: Gasometria sem outras alterações: Tomografia de abdome: Qual é a principal hipótese diagnóstica?

    Colite pseudomembranosa.

  • 50

    Um paciente de 65 anos de idade compareceu ao urologista por apresentar hematúria macroscópica, emagrecimento de 5 kg em. dois meses e dor abdominal, Ao exame fisico, o médico encontrou uma massa palpável em região de flanco esquerdo. Solicitou então uma tomografia computadorizada de abdome, demonstrada nessa imagem. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir. Provavelmente se trata de um cisto Bosniak II e, em razão das proporções, o tratamento é nefrectomia parcial.

    Errado

  • 51

    Mulher, 60 anos, realizou tomografia computadorizada de abdome para avaliação de anemia e perda de peso. Foi observada uma imagem nodular no rim esquerdo cujas principais imagens são as seguintes: Correlacionando com o quadro clínico, a imagem nodular provavelmente corresponde a:

    Carcinoma, pois é sólida com área de necrose central que não se impregna pelo meio de contraste venoso.

  • 52

    Um homem de 50 anos de idade procurou atendimento por alteração em exame solicitado pelo clinico geral. Nega dor lombar, hematúria ou infecções urinárias. O exame em questão está ilustrado a seguir. O exame, a principal alteração e a conduta são:

    Tomografia de abdome - cisto renal - seguimento com exames de imagem.

  • 53

    Paciente de 44 anos, sexo feminino, com diagnóstico de artrite reumatoide, em uso de hidroxicloriquina e etoricoxibe, ha duas semanas, devido à exarcebação do quadro de artralgia, procura o pronto-socorro com quadro de dot de forte intensidade no andar superior do abdome. An exame fisico, apresenta dor e delesa em epigástrio. Exames laboratoriais demonstram 18.000 leucocitos/mm3 e Proteína Creativa-230 mg/dl. Realiza tomografia de abdome cuja imagem está reproduzida abaixo. A condula mais adequada para esse quadro é

    laparoscopia diagnóstica e terapêutica.

  • 54

    Assinale a opção incorreta.

    Na colecistite aguda, os sinais característicos são: espessamento da parede, litíase, redução nas dimensões da vesícula e bile espessa.

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    27問 • 1年前
    Luis Paulo Costa

    問題一覧

  • 1

    (2022 HCPA) Paciente de 45 anos foi trazida à Emergência por vir apresentando, há 3 dias, dor e distensão abdominal progressiva e, há 4 dias, náuseas, vômitos e parada de eliminação de flatos e fezes. Negou doenças associadas e emagrecimento e referiu histerectomia há 8 anos. Ao exame físico, encontrava-se em regular estado geral, eutrófica, com abdômen distendido e doloroso à palpação, mas sem irritação peritoneal. Ao toque retal, a ampola estava vazia. O raio X de abdômen agudo realizado à admissão está reproduzido abaixo. Qual a mais provável causa desse quadro clínico?

    Bridas

  • 2

    (2022 HUOL) Na avaliação inicial de um paciente com dor abdominal aguda, além de minuciosa anamnese e de exame físico, podem ser solicitados exames de imagem como ferramenta de auxílio diagnóstico. Na rotina do raio-X do abdômen agudo, solicita-se a incidência radiográfica

    de abdome AP em ortostase.

  • 3

    (2022 HIS) Mulher de 75 anos de idade está internada em uma enfermaria de clínica médica, com queixa de dor e distensão abdominal progressivas há 4 dias. Segundo a família, a paciente iniciou concomitantemente um quadro de confusão mental aguda, com períodos de prostração seguidos de agitação psicomotora. Negaram sintomas urinários, mas relataram constipação há 5 dias. Está em uso de meperidina para controle de dor, a qual foi iniciada após cirurgia de prótese de joelho há 3 meses. Tem diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistêmica e neoplasia de mama, a qual foi tratada com sucesso há 12 anos, estando em acompanhamento regular com mastologista. O exame clínico evidenciou desatenção e flutuação do nível de consciência, com escala de coma de Glasgow (ECG) de 14. O seu abdome era distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados, timpânico e com dor discreta à palpação difusamente. O toque retal apresentava fezes endurecidas em ampola, sendo possível verificar presença de saída de flatos. Foi solicitada radiografia de abdome, que pode ser vista na figura a seguir: Os exames laboratoriais realizados evidenciaram creatinina sérica de 0,9 mg/dL, ureia sérica de 23 mg/dL, sódio de 140 mEq/L, potássio de 5,1 mEq/L e magnésio de 2,2 mg/dL. Quais os diagnósticos apresentados pela paciente neste momento?

    Fecaloma e delirium hipoativo.

  • 4

    (2022 HMMG) Paciente de 32 anos procura atendimento queixando-se de vômitos de início há 5 dias, associado a dor tipo cólica, distensão abdominal, redução do número de evacuações e de eliminação de flatos. Nega febre. Nega trauma. Nega perda ponderal. Nega diarreia. Ao exame físico: regular estado geral, corado, desidratado, levemente dispneico, anictérico, acianótico, afebril. Abdome com cicatriz mediana xifo-púbica prévia, ruídos reduzidos, distendido, doloroso a palpação difusa, sem sinais de irritação peritoneal. Toque retal com ampola vazia. É realizado a rotina radiológica de abdome agudo. A principal hipótese sindrômica é:

    Abdome agudo obstrutivo.

  • 5

    Paciente de 38 anos de idade, sexo feminino, encontra-se na emergência do pronto socorro com rotina radiológica de abdômen agudo mostrando sinais de "empilhamento de moedas”. O provável diagnóstico, nesse caso, é:

    Abdômen agudo obstrutivo

  • 6

    Acerca do diagnóstico de apendicite aguda, assinale a alternativa correta.

    A diarreia pode aparecer como uma das primeiras manifestações.

  • 7

    Sobre a doença de Crohn pode-se afirmar, EXCETO:

    não acomete o reto e a cirurgia é o tratamento curativo de escolha.

  • 8

    Dentre as assertivas abaixo, a que não causa cirrose e/ou hepatopatia crônica é:

    mononucleose infecciosa.

  • 9

    Em relação aos tumores hepáticos, marque a alternativa CORRETA:

    As metástases hepáticas têm como principal origem o trato digestório.

  • 10

    Assinale a altemativa INCORRETA em relação a colelitiase:

    O exame de tomografia computadorizada de abdome é superior a ultrassonografia de abdome no que se refere ao diagnóstico de colecistolitiase.

  • 11

    Em relação à colecistolitíase assinale a afirmativa FALSA:

    Cálculos pequenos têm mais propensão à colecistite aguda que cálculos maiores.

  • 12

    Doença de Wilson esta associada a disturbio do metabolismo do (a):

    Cobre

  • 13

    Uma paciente de 72 anos de idade chega ao pronto-socorro com história de distensão abdominal há dois dias, parada de eliminação de flatus e de fezes há um dia. Nega náuseas ou vomitos. Com base nesses dados clínicos e na radiografia apresentada, o diagnóstico mais provável é

    obstrução intestinal baixa.

  • 14

    Em paciente cirrótico com nódulo hipervascularizado medindo 4 cm, com trombose portal associada e alfafetoproteina com alteração significativa, o provável diagnóstico é:

    Hepatocarcinoma

  • 15

    Um homem com 35 anos de idade, etilista hä 20 anos, procura a Unidade Básica de Saúde com queixa de dor moderada em hipocondrio direito, febre não aferida, calafrios há 15 dias. Ao exame fisico apresenta temperatura axiler de 38°C, figado aumentado e dor à palpação abdominal em hipocondrio direito. Uma imagem da ultrassonografia abdominal é mostrada abaixo. (VER IMAGEM). O diagnóstico CORRETO e o próximo passo na conduta em relação a esse paciente são:

    Abscesso hepático; o paciente deve ser encaminhado para drenagem do abscesso o mais rapidamente possivel.

  • 16

    Mulher, 23 anos, apresenta dor na fossa ilíaca direita e diarreia. Foi realizada colonoscopia na qual foram observadas úlceras em cólon descendente e ileo terminal, sendo o restante da mucosa sem alterações. A bíópsia das lesões revelou mucosa com inflamação crônica e aguda, alterações regenerativas e pequenos granulomas epitelioides. O diagnóstico mais provável é:

    doença de Crohn.

  • 17

    Dentre os abaixo, qual o MENOS comum tumor das ilhotas pancreáticas?

    Glucagonoma

  • 18

    FJT, sexo feminino, de 13 anos de idade, vem apresentando epigastralgia pós-prandial diariamente. Relata que quando ingere frituras apresenta dor em cólica intensa. Mede 1,55m e pesava 61 kg, mas relata perda de 3kg desde a início dos sintomas dolorosos. Realizou hemograma, provas de função hepática e renal e exame sumário de urina, todos estavam normais. Submetida a ultrassonografia de abdome (ver resultado abaixo). Dentre as alternativas abaixo, qual apresenta a conduta MAIS ADEQUADA para este caso?

    Programar cirurgia eletiva

  • 19

    Mulher de 33 anos, há 4 meses apresenta dor do tipo continua-intermitente (duração de cerca de 1 hora) no hipocondrio direito e epigástrio. No último mēs, passou por 2 atendimentos em Unidade Básica de Saúde e uma passagem em Unidade de Pronto Atendimento com diagnóstico clínico e de imagem de colelitíase. Ha 16 horas apresenta dor continua no mesmo local, defesa involuntária à palpação superficial e profunda, sem febre e disfunções orgânicas. Foi encaminhada para hospital de urgência na vigência da pandemia de Covid-19. O hemograma, a amilasemia, as aminotransferases e as bilirrubinas estavam normais. A ultrassonografia abdominal foi repetida e iniciou-se jejum, hidratação, antibiótico e procedeu-se à colescistectomia por videolaparoscopia. Com base na conduta adotada, qual a alternativa correta?

    Tratava-se de colecistite aguda branda, o tratamento indicado foi oportuno, bem como o acesso por videolaparoscopia.

  • 20

    Mulher de 33 anos, há 4 meses apresenta dor do tipo continua-intermitente (duração de cerca de 1 hora) no hipocôndrio direito e epigástrio. No último mês, passou por 2 atendimentos em Unidade Básica de Saúde e uma passagem em Unidade de Pronto Atendimento com diagnóstico clínico e de imagem de colelitíase. Há 16 horas apresenta dor continua no mesmo local, defesa involuntária à palpação superficial e profunda, sem febre e disfunções orgânicas. Foi encaminhada para hospital de urgência na vigência da pandemia de Covid-19. O hemograma, a amilasemia, as aminotransferaseses e as bilirrubinas estavam normais. A ultrassonografia abdominal foi repetida e iniciou-se jejum, hidratação, antibiótico e procedeu-se à colescistectomia por videolaparoscopia. Com base na conduta adotada, qual o diagnóstico?

    Colecistite aguda e a conduta foi correta

  • 21

    Observe os exames a seguir, para responder a questão. A opção de tratamento para essa patologia consiste em:

    Diverticulectomia e miotomia por via cervical

  • 22

    J.A.C.M., 54 anos, previamente higido, iniciou quadro de disfagia para sólidos e líquidos concomitante há 06 meses, com piora progressiva, regurgitação e perda de peso. Foi realizado o seguinte exame: Baseado neste exame responda qual aspecto característico encontrado, qual o diagnóstico mais provável, e qual o melhor tratamento curativo:

    Esôfago em bico de pássaro, acalásia, cardiomiotomia a Heller.

  • 23

    JPR, 72 anos, sexo masculino, queixando disfagia progressiva inicialmente para sólidos, halitose, regurgitação alimentar, tosse crônica e emagrecimento, Foi atendido por gastroenterologista que solicitou endoscopia digestiva alta. O endoscópio progrediu até 25cm da arcada dentária superior e atingiu cavidade em fundo cego com restos alimentares. Foi solicitado exame contrastado do esôfago que pode ser visto abaixo. Qual é diagnostico MAIS PROVÁVEL MELHOR CONDUTA para o caso?

    A imagem é de um grande diverticulo do esôfago médio e a ressecção está indicade porque o mesmo está comprimindo o lúmen do órgão

  • 24

    4000076344 FRT, 67 anos, sexo masculino, comerciante, relata tabagismo desde os 23 anos (um maço/dia) e uso de, pelo menos, um copo de cachaça quatro vezes por semana desde a mesma época. Relata uso irregular de omeprazol desde os 50 anos, para tratamento sintomático de azia. Nunca fez endoscopia digestiva alta. Há um mês, iniciou disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e, atualmente, até para alimentos pastosos. Compareceu à consulta encaminhado pelo posto de saúde, trazendo o esofagograma. De acordo com o quadro clínico e com o exame apresentado, marque o diagnóstico MAIS PROVÁVEL:

    Carcinoma de células escamosas do esôfago

  • 25

    Homem, 66 anos. Admitido com disfagia e tosse hå 3 meses. Perda de 13 kg. Traz o esofagograma abaixo: Sobre as possibilidades terapêuticas, assinale a adequada.

    Não ressecável. Passar endoprótese endoscópica.

  • 26

    Considerando o exame acima apresentado, assim como seus achados, é correto afirmar que o mais provável sintoma do paciente seria

    disfagia

  • 27

    Mulher, 46 anos de idade, refere dor torácica e regurgitação após refeições há 2 anos, com piora progressiva. Quando tem dor, apresenta melhora após a ingestão de líquidos. A queixa é mais intensa após refeições sólidas, evitando alimentos com esta consistência. Associadamente tem regurgitação durante o sono. Perdeu 5 Kg (IMC atual: 20 kg/m²). Realizou endoscopia digestiva alta, com achado de esofagite erosiva distal leve (grau A de Los Angeles) e gastrite erosiva leve de antro. Iniciou uso pantoprazol sem melhora dos sintomas. Retornou à consulta, quando foi solicitada uma radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno. Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual é o tratamento?

    Cardiomiotomia e fundoplicatura parcial.

  • 28

    Mulher, 65 anos, previamente hígida, há 9 meses com sudorese noturna, astenia progressiva e perda peso. Refere constipação intestinal de início recente. Negou sangue nas fezes. Hemograma realizado na Unidade Básica de Saúde revelou hemoglobina de 7.0g/dL. Radiografia de tórax normal. Trouxe enema opaco (figura abaixo). Qual o diagnóstico mais provável?

    Neoplasia de cólon transverso

  • 29

    Homem, 41a, relata que há 1 hora apresentou dor súbita de forte intensidade, tipo pontada, no epigástrio, que irradiou para todo abdome. Refere náusea. Nega febre ou sintomas respiratórios. Exame físico: PA=128x76mmHg, FC= 102bmp, FR= 16irpm, oximetria de pulso (ar ambiente)= 99%, corado, hidratado e acianótico; Abdome: plano, tenso, doloroso à digito percussão e à palpação superficial e profunda, com descompressão brusca dolorosa presente. Radiograma simples de abdome ortostático:

    Laparotomia exploradora.

  • 30

    Um homem com 50 anos de idade, sem comorbidades, com passado de laparotomia mediana xifopúbica devido a ferimento por projétil de arma de fogo há 4 anos, relata que vem apresentando dor abdominal difusa acompanhada de võmitos e distensão abdominal, com parada de eliminação de gases e fezes há 2 dias. Ao exame físico, encontra-se desidratado, corado, taquipneico e afebril. Seu abdome está distendido, timpânico, doloroso à palpação profunda, sem dor à descompressão brusca. À ausculta abdominal, os ruídos hidroaéreos encontram-se presentes e aumentados, com timbre metálico. O paciente foi submetido à radiografia simples de abdome em posição ortostática, cuja imagem é apresenta a seguir (VER IMAGEM). A principal hipótese diagnóstica para esse caso é

    Obstrução intestinal por bridas.

  • 31

    Uma senhora de 79 anos de idade queixa-se de dor abdominal em cólica, distensão abdominal e parada de eliminação de gases e fezes há 5 dias. Nega võmitos ou febre. Refere que nos últimos 4 meses vem evacuando a cada 3 dias, graças à utilização frequente de laxativos. Nega perda de peso. É hipertensa e diabética. Foi submetida a gastrectomia subtotal, por doença péptica, há muitos anos. Está em bom estado geral, corada, mas desidratada. O abdome está distendido, mas é flácido e não se palpam massas. É doloroso à palpação profunda, mas não tem sinais de irritação peritoneal. Não há sinais de hérnia na região inguinocrural. Toque retal: sem massas e sem fezes na ampola. Feita a radiografia de abdome mostrada a seguir. Principal hipótese diagnóstica e melhor tratamento:

    Tumor reto/sigmoide Cirurgia de Hartmann.

  • 32

    Paciente de 72 anos, acamada, portadora de epilepsia e de sequela neurológica secundária a poliomielite, chegou à emergência referindo dor e distensão abdominal com evolução de 5 dias. Ao exame físico, apresentava-se em bom estado geral, com abdome tenso, timpânico, sem sinais de irritação peritoneal. O hemograma indicou 8.000 leucocitos/mm². A radiografia de abdome está reproduzida abaixo. O radiologista descreveu o sinal do "U invertido" com ápice no hipocôndrio direito. Sobre o caso, considere as assertivas propostas. I- A cirurgia preferencial é sigmoidectomia; II- Retossigmoidoscopia pode ser indicada, porém enema com contraste hidrossolúvel está contraindicado; III -Mesmo após redução endoscópica efetiva, há ainda indicação de cirurgia de urgência.

    Apenas I

  • 33

    Mulher de 35 anos de idade, assintomática, vem encaminhada pelo ginecologista para avaliação devido a nódulo hepático heterogêneo, hipoecoico, de 4,9 cm no maior diâmetro, identificado em ultrassonografia de rotina (imagem abaixo). Usa contraceptivo oral combinado. Relata transfusão sanguinea após complicação no primeiro parto e nega etilismo Exame clinico sem alterações, exceto cicatriz de cesariana prévia. Realizada tomografia computadorizada para melhor avaliação (imagem abaixo). Qual o diagnóstico mais provável?

    Hiperplasia nodular focal.

  • 34

    Mulher de 47 anos, assintomática, realizou ultrassonografia abdominal que identificou nódulo hepático de 6 cm, hiperecogénico. A tomografia computadorizada (imagem apresentada) demonstrou enchimento globuliforme da periferia do nódulo, após injeção de contraste, e seu enchimento pelo contraste no tempo portal. Qual o diagnóstico?

    Hemangioma hepático.

  • 35

    Mulher de 33 anos, em uso de anticoncepcional oral há 18 anos, realiza tomografia em investigação de dor abdominal, que evidenciou o nódulo hepático mostrado na imagem a seguir. Qual é a melhor conduta?

    Observação clínica

  • 36

    Uma paciente com 34 anos de idade, vitima de acidente automobilistico, apresentando trauma abdominal contuso sem evidência de lesões em outros segmentos corpóreos, foi levada ao pronto-socorro do Centro de Referência de Trauna de nível terciário para atendimento. No atendimento em cena pela equipe de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), foran infundidos 500 mL de ringer lactato. No exame físico da paciente, obteve-se os seguintes resultados: FC110 bpm, enchimento capilar 6 segundos, PA -100 x 70 mmHg, Glasgow 15. Houve normalização dos sinais vitais após a infusão de mais de 500 ml de solução cristaloide no atendimento inicial. Os exames laboratoriais mostraram os seguintes resultados: Hb 10,5 g/dL (valor de referência: 12 a 14 g/dL). Ht 31% (valor de referência: 35 a 45%), lactato 2,8 mmol/L (valor de referência: < 2,0 mmol/L), INR 1,0 (valor de referência: 0,8 a 1,2), fibrinogênio = 200 mg/dl. (valor de referênci 185,0 a 400,0 mg/dL), plaquetas 120 000/mm² (valor de referência: 100 000 a 420 000/mm²). A tomografia computadorizada do abdome com contraste endovenoso é mostrada na imagem a seguir. Não foram evidenciadas outras lesões no abdome. Com base na história clínica, nos dados do exame fisico e na imagem da tomografia, a conduta médica adequada é indicar

    angiografia e embolização para tratamento da lesão hepática.

  • 37

    Uma senhora de 53 anos, com hipertensão controlada com losartana, tem história de ictericia, náuseas e vómitos pós-alimentares hà 1 mês. Está ictérica 3+/4 e tem dor abdominal discreta em hipocondrio direito, sem peritonismo: Hemoglobine: 12,5 g/dL, leucocitos: 6.620/mm², ureia: 37 mg/dL, creatinina: 1,15 mg/dL, bilirrubina total: 23,69 mg/dL, bilirrubina direta: 21,03 mg/dL fosfatase alcalina: 712 U/L (46 a 120), gamaglutamiltransferase: 1.310 U/L (7 a 32). Fez a tomografia ilustrada a seguir. Inicialmente, a paciente deve ser submetida a

    drenagem das vias biliares.

  • 38

    Mulher de 55 anos de idade está em investigação de icterícia obstrutiva e realiza a exeme a seguir. A lesão presente na imagem tem contato com qual estrutura vascular?

    Veia mesenterica superior

  • 39

    Paciente feminina, de 45 anos, encontra-se no 23º dia de evolução de uma pancreatite aguda biliar, com febre, taquicardia e leucocitose. Com base nos achados da tomografia computadorizada abdominal abaixo, considere as assertivas propostas. I- Está indicada antibioticoterapia de amplo espectro. Carbapenemicos são os fármacos de primeira escolha; II - Drenagens endoscópica ou radiológica constituem tratamento intervencionista de primeira escolha; III - Nutrição enteral por sonda deve ser implementada. Quais são CORRETAS?

    I, II e III.

  • 40

    Homem, 57 anos, tem diagnóstico de pancreatite aguda idiopática hà 12 semanas. Desde o diagnóstico, ele apresenta anorexia e intolerância à ingastão de qualquer dieta, e vomita tudo que tenta comer. Uma sonda pós-pilórica è passada para nutri-lo. Está hemodinamicamente normal e não tem leucocitose. Uma tomografia obtida é mostrada a seguir. (VER IMAGEM) O melhor tratamento para esse situação, associado à baixu mortalidade, é

    Cistogastroanastomose endoscópica.

  • 41

    Paciente do sexo feminino, 58 anos, encarninhada com história de que há 3 meses foi internada em UTI de outro hospital. Refere que ficou 10 dias com intubação orotraqueal, com droga vasoativa, e que precisou de hemodialise. Recebeu alta após 28 dias de internação, sem ter sido submetida a nenhum tratamento cirúrgico, percutâneo ou endoscópico. Atualmente, queixa de dor epigastrica constante de leve intensidade, sem fatores de melhora. Relata, ainda, anorexia e perda de 5% do peso nos últimos 2 meses. Nega febre ou uso de antibióticos. Traz consigo exame tomográfico, conforme segue, realizado há 4 dias. Frente ao caso exposto, assinale a alternativa CORRETA:

    Trata-se de loja necrotica; deve ser acompanhada ambulatoriaimente

  • 42

    Homem de 73 anos de idade está internado por pancreatite aguda grave há 23 dies. Há 4 dias, apresentou piora no estado geral e sumento da leucocitose, sem melhora com o uso de imipenem. Hoje foi realizada nove tomografia de abdome, abaixo. Qual é a conduta para o caso?

    Drenagem percutânea guiada por tomografia

  • 43

    Uma senhora de 35 anos teve, há 8 meses, pancreatite aguda billar grave, que melhorou com tratamento clinico. Ficou intermada por várias semanas. Alguns dias após a alta, passou a apresentar võmitos pós-alimentares, sensação de plenitude gástrica precoce e notou abaulamento no epigástrio. Não sabe referir se teve febre. Fez a tomografia computadorizada ilustrada a seguir. Diagnóstico mais provável:

    Pseudocisto de pâncreas.

  • 44

    Um homem de 35 anos tove pancreatite aguda necrotizante, provavelmente relacionada a droga. A tomografia ilustrada a seguir foi feita um mês e meio após o processo agudo, O paciente vem tendo febre e dificuldade para se alimentar e desconforto abdominal, principalmente em quadrante inferior direito. Tem aumento moderado dos leucocitos. Melhor conduta:

    Drenagem porcutânea.

  • 45

    Paciente de 44 anos, sexo feminino, com diagnóstico de artrite reumatoide, em uso de hidroxicloriquina e etoricoxibe, ha duas semanas, devido à exarcebação do quadro de artralgia, procura o pronto-socorro com quadro de dor de forte intensidade no andar superior do abdome. Ao exame fisico, apresenta dor e defesa em epigástrio. Exames laboratoriais demonstram 18.000 leucocitos/mm3 e Proteina Creativa 230 mg/dl. Realiza tomografia de abdome cuja imagem está reproduzida abaixo. O diagnóstico mais provável para esse quadro é

    úlcera péptica perfurada.

  • 46

    Homem de 31 anos de idade teve queda de andaime a 5 metros de altura. Foi intubado no atendimento pré-hospitalar por estar inconsciente. Chegou ao Serviço de Emergência após 40 minutos do trauma. No exame na sala de admissão encontrava-se: A: Intubado com Sat. 02 de 95% B: Múrmurio vesicular diminuído na base direita C: PA: 130x70 mmHg; FC: 90 bpm; FAST positivo nos espaços hepatorrenal e pelve D: Escala de Glasgow de 3 (sob sedação) E: Sem outras alterações A tomografia de corpo inteiro mostrou a presença de contusão cerebral, para qual optou-se por observação, monitorização da pressão intracraniana e controle de imagem em 6 horas. A seguir a imagem da tomografia de abdome: Qual é a conduta para os achados da tomografia de abdome?

    Laparotomia exploradora.

  • 47

    Homem, 26 anos, com febre, dor abdominal e perda de apetite há 12 horas. Exames laboratoriais: discreta leucocitose. TC do abdome: A hipótese diagnóstica mais provável é:

    apendicite aguda.

  • 48

    Homem de 62 anos de idade realizou a tomografia de abdome abaixo para a investigação de pneumatúria. E tabagista, com carga tabágica de 30 maços-ano. Tem antecedente de infecção urinária de repetição. Qual é o diagnóstico mais provável?

    Doença diverticular complicada.

  • 49

    Mulher, 64 anos de idade, se queixa de dor abdominal difusa de forte intensidade há 24 horas, acompanhada de febre e diarreia sem sangue. Nega sintomas urinários. Antecedente de internação prévia há 1 mês devido a pneumonia. Refere tabagismo. Tem hipertensão arterial sistêmica e diabete melito, controlados com medicamentos. Ao exarne fisico: Regular estado geral, FC:110 bcp, FR: 16, PA: 100x70 mmHg; Ausculta torácica sem alterações. Abdome distendido, doloroso com sinais de irritação peritoneal difusamente. Exames bioquímicos: Hb: 11,3 g/dL; Leuco: 19,57 mil/mm²; PCR: 60mg/dL; Creat: 2,19 mg/dL; Ureia: 141 mg/dl; Lactato: 28 mg/dL: Gasometria sem outras alterações: Tomografia de abdome: Qual é a principal hipótese diagnóstica?

    Colite pseudomembranosa.

  • 50

    Um paciente de 65 anos de idade compareceu ao urologista por apresentar hematúria macroscópica, emagrecimento de 5 kg em. dois meses e dor abdominal, Ao exame fisico, o médico encontrou uma massa palpável em região de flanco esquerdo. Solicitou então uma tomografia computadorizada de abdome, demonstrada nessa imagem. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir. Provavelmente se trata de um cisto Bosniak II e, em razão das proporções, o tratamento é nefrectomia parcial.

    Errado

  • 51

    Mulher, 60 anos, realizou tomografia computadorizada de abdome para avaliação de anemia e perda de peso. Foi observada uma imagem nodular no rim esquerdo cujas principais imagens são as seguintes: Correlacionando com o quadro clínico, a imagem nodular provavelmente corresponde a:

    Carcinoma, pois é sólida com área de necrose central que não se impregna pelo meio de contraste venoso.

  • 52

    Um homem de 50 anos de idade procurou atendimento por alteração em exame solicitado pelo clinico geral. Nega dor lombar, hematúria ou infecções urinárias. O exame em questão está ilustrado a seguir. O exame, a principal alteração e a conduta são:

    Tomografia de abdome - cisto renal - seguimento com exames de imagem.

  • 53

    Paciente de 44 anos, sexo feminino, com diagnóstico de artrite reumatoide, em uso de hidroxicloriquina e etoricoxibe, ha duas semanas, devido à exarcebação do quadro de artralgia, procura o pronto-socorro com quadro de dot de forte intensidade no andar superior do abdome. An exame fisico, apresenta dor e delesa em epigástrio. Exames laboratoriais demonstram 18.000 leucocitos/mm3 e Proteína Creativa-230 mg/dl. Realiza tomografia de abdome cuja imagem está reproduzida abaixo. A condula mais adequada para esse quadro é

    laparoscopia diagnóstica e terapêutica.

  • 54

    Assinale a opção incorreta.

    Na colecistite aguda, os sinais característicos são: espessamento da parede, litíase, redução nas dimensões da vesícula e bile espessa.