Nefro

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153問 • 1年前
  • Luis Paulo Costa
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    問題一覧

  • 1

    (IAMSPE-2015) A lesão renal aguda é definida:

    Pelo aumento da creatinina sérica ou pela redução da diurese

  • 2

    (UEL-2018) Paciente do sexo masculino, 64 anos de idade, internado na UTI com diagnóstico de sepse de origem pulmonar, evoluiu com piora do estado geral, necessitando de aumento da dose de vasopressores nas últimas 12hs. Concomitante a essa piora, apresentou diminuição do débito urinário, com apenas 242ml, no mesmo período. Sabendo que o paciente pesa 70kg, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o diagnóstico desse paciente.

    IRA estágio 2

  • 3

    (UFMA-2016) Paciente feminino, 62 anos, internada há 5 dias para tratamento de pneumonia comunitária. Coletando exames diários, apresentava creatinina sérica estável de 0,6 mg/dL nos primeiros 4 dias de internação. Hoje, porém, apresentou creatinina de 0,9mg/dL. Não vinha sendo aferida diurese até então. Segundo os critérios RIFLE/AKIN para lesão renal aguda, neste momento a paciente seria classificada como:

    Risk

  • 4

    (AMRIGS-2021) Assinale a etiologia mais comum de injúria renal aguda, que afeta 40-80% dos pacientes.

    Pré renal

  • 5

    (UFS-2016) Sobre a insuficiência renal no pós operatório, é falso que:

    Aumenta a taca de morbidade do paciente, mas não a mortalidade

  • 6

    (SCMGO-2018) Em relação à lesão renal aguda pode-se afirmar que:

    A LRA mais comum é a de origem pré renal

  • 7

    (SCMMACEIO-2018) Assinale a alternativa incorreta:

    Após a alta hospitalar é desnecessário a monitorização dos recém nascidos que apresentaram lesão renal aguda durante a internação

  • 8

    (UNITAU-2016) Com relação à avaliação diagnóstica da IRA, é incorreto afirmar que:

    O clearance de creatinina é o melhor exame e método para avaliação

  • 9

    (HC-ICC 2012) Homem de 40 anos, pesando 72kg, apresenta volume urinário total de 100ml nas últimas 24hs. A creatinina sérica atual é de 2mg/dL. Considerando que o mesmo tinha função renal normal até há 2 dias, qual o clearance de creatinina deste paciente?

    Menor que 30

  • 10

    Leia os casos a seguir: I - Homem, 54 anos, com quatro cistos no rim direito e três no rim esquerdo, medindo 30mm cada, observados através da US abdominal. Albuminuria 24hs de 10mg. TFG 100 ml/min. II - Mulher, 69 anos, diabética de longa data, com microalbuminúria de 24hs de 50mg, TFG 75 ml/min. III - Homem, 45 anos, hipertenso, com albuminuria de 10mg em 24hs. TFG de 54 ml/min por três meses seguidos, e USG renal sem alterações. De acordo com KDIGO, quais desses pacientes podem ser classificados como portadores de doença renal crônica?

    I, II e III

  • 11

    Paciente de 70 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica há 20 anos, com TFG de 25 ml/min de superfície corpórea e albuminuria de 800 mg/g de creatinina. Qual a sua classificação quanto a DRC?

    G4 A3

  • 12

    Entre as doenças renais crônicas abaixo, assinale a que apresenta rins de tamanho normais:

    Glomerulosclerose nodular diabética

  • 13

    Uma mulher de 63 anos foi encaminhada ao nefrologista por apresentar uma dosagem sérica de creatinina de 3,4 mg/dl durante realização de exame preventivo de câncer ginecológico. Negava qualquer queixa urinária, bem como história prévia de doença renal. Havia 2 anos que vinha em acompanhamento para HAS e DM, fazendo dieta hipossodica e usando enalapril, sinvastatina e clortalidona. Não tinha resultados prévios de escórias ou qualquer exames de imagem. O exame físico foi completamente normal. Peso: 54,4kg. Em se tratando de doença renal crônica, quais complicações devem ser investigadas nesse grupo vulnerável?

    Anemia, hiperparatireoidismo e hipercalemia

  • 14

    (SUS-RORAIMA-2019) São critérios para definição de nefropatia crônica:

    Lesão renal por >3 meses com redução mantida da TFG

  • 15

    (SES-GO-2016) Um paciente com doença renal policística autossômica dominante apresentou ao seu nefrologista um exame de clearance de creatinina de 28ml/min. Esse paciente é classificado como renal crônico no estágio:

    4

  • 16

    Atualmente, a DRC (doença renal crônica) tem sido considerada um problema de saúde pública. Análise do NationalHealth and Nutrition Examination Survey (NHANES) demonstrou que cerca de 13% da população adulte nos EUA apresenta algum grau de perda de função renal. Um importante estudo realizado na cidade de Bambuí, no estado de Minas Gerais, onde mais de 2 mil indivíduos foram avaliados, detectou alteração na creatinina sérica, um marcador de DRC, variando de 0,48% a 8,19%, sendo mais frequente em indivíduos idosos." Diretrizes Clínicas para o Cuidado ao paciente com Doença Renal Crônica - DRC no Sistema Único de Saúde/ Ministério da Saúde. 2014 São considerados FATORES DE RISCO para o desenvolvimento da DRC:

    Presença de diabetes (quer seja do tipo 1 ou do tipo 2)

  • 17

    Assinale a alternativa que melhor representa a sequência fisiopatologica do desenvolvimento da glomerulosclerose diabética:

    Aumento do ritmo de filtração glomerular - microalbuminúria - macroalbuminuria - perda do ritmo de filtração glomerular

  • 18

    Paciente feminina, 60 anos, sabidamente hipertensa e diabética há 5 anos, com uso regular de insulina e anti-hipertensivos, com adequados controles glicêmicos e da pressão arterial, apresentando, há 60 dias, edema progressivo de membros inferiores e piora importante da pressão arterial. Exames de rotina mostraram cilindros hemáticos em urina 1; proteinúria de 3,5 g/24 horas; apresenta fundo de olho sem retinopatia. Qual o possível diagnóstico e conduta para esta paciente?

    Nefropatia não diabética e biópsia renal

  • 19

    Em pacientes com doença renal em estágio final, que anormalidade, dentre as abaixo, é a responsável pela hipertensão arterial observada?

    Expansão de volume vascular

  • 20

    Homem, 57 anos, sabidamente portador de HAS e DM há 15 anos, foi encaminhado para você devido a alteração nos exames: creatinina de 1,8 mg/dl, uréia 72 mg/dl,potássio 4,6 mg/dl. O sumário de urina mostra ausência de proteinúria e de hematúria. Ao exame físico: PA 150x90 mmHg, sem edema de membros inferiores. De acordo com este caso clínico, marque a alternativa correta, quanto ao diagnóstico:

    Trata-se provavelmente de um caso de insuficiência renal crônica (IRC) secundário a nefroesclerose hipertensiva, pois sumário de urina é compatível.

  • 21

    Jorge, 41 anos, diagnosticado com hipertensão arterial há cinco anos. Sem outras queixas, e nega doenças associadas. A mãe falecida de hemorragia subaracnoidea aos 54 anos e um irmão de 48 anos está em diálise. Ao exame fisico: PA 152 x 93 mmHg; palpação abdominal revela aumento indolor dos rins. Exames laboratoriais: creatinina = 1,7 mg/dl; urina numerosas hemácias por campo e 2 leucocitos por campo. Qual a principal hipótese diagnóstica?

    Doença renal policística.

  • 22

    Quanto a doença renal crônica é INCORRETO afirmar:

    Há dois distúrbios ósseos associados a doença renal crónica: alterações de baixo turnover ósseo associada a elevados niveis de PTH com na osteite fibrosa do hiperparatireoidismo secundário e alterações de alto turnover ósseo associada a baixos níveis de PTH como na doença óssea dinámica.

  • 23

    O manejo da Hipertensão Arterial - HA em pacientes sob tratamento dialitico é desafiador, sendo correto o item:

    Especialmente devido à sobrecarga de volume que aumenta a variabilidade da PA, superestimando-a na pré- diálise e subestimando-a depois dela.

  • 24

    Homem, 60 anos, hipertenso há 20 anos, com doença renal crônica, KDIGO estágio 3b, comparece à consulta ambulatorial de revisão. Está em uso de doses máximas de enalapril, hidroclorotiazida e sinvastatina. Ao exame, apresenta PA 150/90 mmHg e edema 1+/4. Traz exames laboratoriais: hematocrito 33% e hemoglobina 10,5 g/dL, creatinina 2,0 mg/dL, potássio 4,3 mEq/L, bicarbonato 19 mEq/l, cálcio sérico 7,8 mg/dL albumina 4,2 g/dL, fósforo 5,1 mg/dL e PTH intacto 300 pg/mL. Em relação às complicações da doença renal crônica neste caso, assinale a alternativa correta:

    Anemia ocorre neste estágio da doença, sendo indicado iniciar reposição de eritropoetina humana se as reservas de ferro forem adequadas.

  • 25

    Mulher, 57 anos, portadora de insuficiência renal crônica pré-dialitica, procura a emergência de um hospital apresentando queixa de mal-estar, desconforto torácico inespecífico, náuseas e vomitos há 2 dias. O exame fisico evidencia halito urêmico, atrito pericárdico e presença de pulso paradoxal. Foi realizado eletrocardiograma de repouso que não evidenciou alterações do segmento ST. Com base no caso clinico, assinale a alternativa correta. A A B O O

    Ha indicação absoluta de hemodiálise.

  • 26

    Mulher, 55 anos, com insuficiência renal crônica, em diálise há 8 anos, apresenta placa necrótica de 5cm em mama direita. Pode-se afirmar que a fisiopatologia mais provável dessa lesão é:

    hiperparatireoidismo

  • 27

    Mulher, 30 anos, com DM tipo 1, tem doença renal crônica estágio 5 e está em tratamento conservador. Nega sintomas urêmicos. Exame fisico: PAS 150x90mmHg; atrito pericárdico à ausculta cardiaca; discreto edema no 1/3 inferior dos membros inferiores, aparelho respiratório e abdome sem alterações. Exames laboratoriais: ureia 180mg/dL; creatinina =6,6mg/dL; potássio = 4,5mEq/L e reserva alcalina 20mEq/L. Pode-se afirmar que a melhor opção terapéutica é:

    hemodialise de urgência.

  • 28

    Um paciente doente renal crônico, em piora progressiva nos últimos meses, encontrava-se no oitavo dia de internação na enfermaria de clinica médica da Santa Casa de São Paulo, devido ao diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Evoluiu com melhora clínica, seu escore de PESI era de baixo risco, seu ecocardiograma não apresentou alterações; troponina e BNP estavam normais. Estava em uso de heparina em bomba de infusão contínua ajustada conforme TTPA. No momento da alta hospitalar, tinha clearance de creatinina de 18 mL/min/1,73 m². Possui boas condições sociais. Entre os fármacos a seguir, o mais adequado ao paciente do caso clínico acima é

    apixabana, pois promove a menor excreção renal entre os Noacs.

  • 29

    Menino, 4 anos de idade, portador de doença renal crônica estágio 3b por displasia renal, apresenta falha de crescimento persistente, definida como estatura abaixo do 3º percentil para a idade e sexo, e velocidade de crescimento abaixo do 25° percentil nos últimos 6 meses. Trouxe exames na consulta de rotina: creatinina 1,4 mg/dL, ureia 68 mg/dL, sódio 138 mmol/L, HCO 24 mmol/L, hemoglobina adequada? 12 g/dL, vitamina D 35 ng/mL, PTH 110 pg/ml. Qual é a conduta

    Otimizar o aporte proteico e calórico.

  • 30

    Um homem de 62 anos, com DM tipo 2 e HAS, usando Metformina e Hidroclorotiazida está com PA 150/90mmHg. Como resultados de exames, apresenta creatinina 1,4mg/dL, HbA1c 8%, proteína urinária 1.000mg e creatinina urinária 900mg. Em relação a retardar a progressão da nefropatia, a medida mais efetiva é:

    Iniciar Losartana.

  • 31

    Homem, 70 anos, hipertenso e diabético há 15 anos, com diagnóstico de doença renal crônica há 5 anos, em consulta ambulatorial de rotina, queixa-se de cansaço aos esforços e de piora do edema em membros inferiores. Ao exame fisico, peso 72 Kg, altura 150cm, PA 160/100 mmHg e edema de membros inferiores +++/4. Hemoglobina de 10,5 g/dL, creatinina de 3,6 mg/dL, potássio de 5,5 mg/dL, glicemia jejum 234 mg/dL, ferritina de 90 ng/mL, saturação de transferrina de 18%, proteina urinária de amostra de 30 mg/dL e creatinina urinária de amostra de 100 mg/dL. Em relação ao tratamento para este caso, deve-se: I. Estimular redução de peso, controle da pressão arterial e da diabete melito, além de dieta com restrição de potássio. II. Orientar restrição de ingesta de sal (4g de sódio por dia), de proteínas para 1,0 g/Kg/dia, além de ingesta de no minimo de 2 litros de água por dia. III. Iniciar eritropoietina para correção da anemia. Está/Estão correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

    I

  • 32

    Homem, 59 anos, comparece a atendimento ambulatoriai após realizar exames de sangue de rotina. É portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus, com tratamento e acompanhamento irregulares. O exame físico é normal Exames laboratoriais: creatinina = 2,54 mg/dl (VR: 0,8-1,3); ureia 75 mg/dl (VR: 20-40); cálcio = 9,2 mg/dl (VR: 8,5-10,6); sódio = 135 mEq/L (VR: 134-145); potássio = 5,3 mEq/L (VR: 3,5-5,5); magnésio = 2,31 mg/dl (1,5-2,4); fósforo = 6,45 mg/dl (VR:3-4,5); PTH=96 pg/ml (10-65); vitamina D = 28 UI (VR: 20-30) O tratamento adequado é prescrever:

    Sevelämer

  • 33

    Paciente de 64 anos, sexo masculino, diabético tipo 2 há 22 anos, com adesão insatisfatória ao plano de cuidados, fol internado em hospital de cuidados terciários, com quadro clinico compatível com uremia (sonolência, anorexia, náuseas, võmitos e soluços). Exames laboratoriais confirmaram importante retenção azotada, acidose metabólica, hipercalernia moderada, hipocalcemia e hiperfosfatemia. Em função do estado urêmico, sua doença renal crônica foi abordada com a realização de hemodiálise (HD) convencional, tendo sido providenciada a punção de veia jugular interna direita, por onde foi posicionado um cateter venoso central de duplo lúmen. Logo nos primeiros minutos após iniciada a HD, o paciente passou a apresentar quadro de hipotensão arterial, flush facial e sibilância. A explicação mais adequada para o quadro apresentado no início da sessão de HD é

    rápida mobilização de fluidos por ultrafiltração na ausência de resposta autonómica adequada

  • 34

    Paciente de 56 anos, com hipertensão arterial desde os 50 e obesidade (IMC de 31 kg/m²), foi diagnosticado com diabetes melito tipo 2 há 1 ano. Vinha em uso de enalapril (20 mg, 2 vezes/dia), hidroclorotiazida (25 mg/dia), metformina (2.000 mg/dia) e glimepirida (4 mg, 2 vezes/dia). Foi encaminhado ao nefrologista para avaliação da função renal. Exames laboratoriais revelaram creatinina de 1,7 mg/dl (CKD-EPI de 46 ml/min), potássio de 4,9 mg/dl, HbA1c de 8,9%, albuminuria em amostra de 256 mg/l e EQU sem achados patológicos. Visto que apresenta doença renal do diabetes, recebeu, para esse diagnóstico, a prescrição de:

    inibidor do SGLT-2 (cotransportador sódio-glicose 2).

  • 35

    Um paciente de 70 anos, renal crônico em tratamento conservador (última creatinina = 4,8 mg/dl) foi submetido à cirurgia de urgência devido à diverticulite perfurada. No segundo dia de pós-operatório, desenvolveu oligúria e queixas de fraqueza muscular, embora estivesse com níveis pressóricos estáveis e sem sinais de niveis de infecção. Exames laboratoriais mostraram creatinina = 6,7 mg/dl e potássio 7,5 mEq/L, ECG mostrava ondas T simétricas e apiculadas, com intervalo QRS discretamente alargado. Foram administrados, de imediato, gluconato de calcio e solução de glicose e insulina. Qual a próxima medida a ser tomada?

    Hemodialise

  • 36

    Paciente masculino de 60 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, hipotireoidismo, obesidade, nefrolitlase e doença renal crônica com taxa de filtração glomerular estimada por CKD-EPI de 45 ml/min e com albuminúria de 300mg/g de creatinina. Sobre esse caso, responda quais são os medicamentos com beneficio em retardar progressão da doença renal crônica para estádio 5, dentre as opções a seguir.

    Losartana e Dapaglifozina

  • 37

    Em pacientes hipertensos com doença renal crônica, existen particularidades que devem ser observadas ao se propor o tratamento adequado. Acerca do tratamento da hipertensão arterial sistêmica para esses indivíduos e conforme as recomendações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial-2020, julgue o item. A meta de tratamento de pacientes desse grupo é a mesma para diabéticos e não diabéticos: pressão arterial < 130 mmHg X 80 mmHg.

    Certo

  • 38

    Em pacientes hipertensos com doença renal crônica, existem particularidades que devem ser observadas ao se propor o tratamento adequado. Acerca do tratamento da hipertensão arterial sistêmica para esses indivíduos e conforme as recomendações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial-2020, julgue o item. A associação entre bloqueadores do receptor AT1 da angiotensina II e inibidores da enzima conversora de angiotensina é útil nos casos que cursam com albuminúria importante.

    Errado

  • 39

    As doenças osteometabólicas incluem um grupo extenso de afecções que alteram o metabolismo ósseo, resultando, entre outras coisas, em aumento ou redução generalizada da massa óssea. Dentro deste contexto, o hiperparatireoidismo secundário tem relação direta com

    osteodistrofia renal

  • 40

    Sobre doença renal crônica em estado terminal, assinale a alternativa correta.

    A adequacidade da hemodiálise depende de fatores inerentes ao próprio tratamento, como duração da sessão e fluxos de sangue e de dialisato, assim como fatores relativos ao paciente, como o tamanho do indivíduo.

  • 41

    A dosagem da cistatina C está associada ao estudo da:

    Função renal

  • 42

    Paciente comparece em consulta ambulatorial com história de HAS e DM 2 com tratamente inadequado há pelo menos 10 anos. Apresenta exame laboratorial com creatinina 2,8 mg/dl (normal até 1,2). Sobre a classi cação da doença renal crônica (DRC) pelo Kidney Disease Improving Global Outcomes (KDIGO) assinale a alternativa CORRETA:

    Uma taxa de filtração glomerular entre 30 e 44 ml/min classifica a DRC como estágio 3B. A presença de albuminúria confere agravo de risco de progressão em todos os estágios da DRC.

  • 43

    Considerando a classificação de Doença Renal Crônica, que leva em consideração a taxa de Itração glomerular, microalbuminúria e causa, em qual estágio o paciente apresenta pior prognóstico de evoluir para necessitar de terapia renal substitutiva, como diálise ou transplante renal?

    G3a A3.

  • 44

    Paciente de dois anos de idade foi admitido na Unidade de internação de pediatria para investigação de doença renal crônica, ainda sem etiologia definida. Criança veio encaminhada do interior do estado, após constatação de disfunção renal persistente após um episódio de gastroenterite aguda autolimitado. Na última avaliação laboratorial, o ritmo de filtração glomerular do paciente era 40mL/min/1.73m². Assinale a alternativa abaixo que apresenta as PRINCIPAIS ALTERAÇÕES LABORATORIAIS esperadas para esse paciente:

    Anemia normocítica e normocrômica, acidose metabólica, hipercalemia, hiperfosfatemia e hipocalcemia

  • 45

    Considerando que a hipertensão arterial sistêmica pode levar à insuciência renal crônica, assinale a alternativa que apresenta o principal mecanismo responsável por esse processo.

    isquemia

  • 46

    Acerca do uso de clearance de creatinina como marcador de filtração glomerular, assinale a alternativa correta.

    O uso do clearance de creatinina não é o melhor marcador de filtração glomerular, no entanto, por ser uma alternativa barata e acessível, é amplamente utilizada no dia a dia.

  • 47

    Um paciente com taxa de filtração glomerular estimada de 17ml/min há mais de três meses tem doença renal crônica em estágio Resposta outra resposta + Adicionar X X V X

    IV

  • 48

    Leia o caso clínico a seguir. Homem de 65 anos, com diabetes tipo 2 há quinze anos, hipertenso há dezesseis anos, evolui com creatinina 1,5 mg/dL há seis meses e agora 1,6 mg/dL. Apresenta polineuropatia e retinopatia diabética, mas sem microalbuminúria. Ultrassonogra a mostrou rins de tamanho normal e boa diferenciação corticomedular e próstata normal. Doppler de artérias renais normal, com índice de resistência em artérias arqueadas normal. As glicemias estão controladas, com HbA1c de 5,9%, em uso de insulinas. Exame de urina tipo 1 normal. Nega uso de anti-in amatórios não hormonais. Pressão arterial sistêmica bem controlada, com uso de losartana. Hidratado e sem edemas. Nesse caso, qual deve ser a consideração diagnóstica?

    No diagnóstico a ausência de microalbuminúria não afasta nefropatia diabética.

  • 49

    Etiologia da Doença Renal Crônica DRC. Sobre as causas de Doença renal crônica (DRC), podemos afirmar:

    No paciente com Diabetes Melito o quadro clínico se inicia com microalbuminúria e hipertensão, com aumento gradual da albuminúria e redução progressiva da filtração glomerular.

  • 50

    Uma mulher de 56 anos de idade, diabética, obesa, em tratamento irregular com hipoglicemiante oral, apresenta hipertensão arterial de difícil controle. Seus últimos exames de rotina mostraram glicemia de 165 mg/dl, ureia de 55 mg/dl e creatinina de 1,3 mg/dl. Com base nesse caso hipotético, é correto a rmar que, para avaliar a presença de nefropatia ainda incipiente, deve-se realizar

    microalbuminúria e taxa de filtração glomerular.

  • 51

    As 3 principais causas de Doença Renal Crônica no Brasil são:

    Hipertensão Arterial, Diabetes Melitus e Glomerulopatias

  • 52

    Homem, 65 anos, hipertenso há 30 anos, refere poliúria, sem outras queixas. Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial com valor médio de PA = 170 x 100 mmHg, em uso de anlodipina, carvedilol e furosemida. Exame físico sem alterações. Ultra-sonogra a: rins de dimensões reduzidas, 7,5 cm na maior dimensão bilateralmente, com perda da diferenciação entre córtex e medula. Considerando o diagnóstico sindrômico renal, quais parâmetros são utilizados para o estadiamento?

    Taxa de filtração glomerular e relação albumina/ creatinina urinária.

  • 53

    Mulher, 24 anos, diagnóstico de diabetes me litus tipo 1 aos 10 anos, em uso de insulina e losartana 50 mg/dia, e diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico aos 20 anos, em uso de hidroxicloroquina 400 mg/dia, prednisona 5 mg/ dia, e vitamina D3 1000UI/dia, relata há 4 meses apresentar turvação visual, fadiga, dispneia aos médios esforços e ganho de peso. Ao exame: anasarca e PA 150 x 80 mmHg. Exames complementares: hemograma, PCR, TGO, TGP, TP: normais; VHS 28 mm/h (VR 20 mm na 1 hora); Cr 1.5 mg/dl (VR 1,2 mg/dl); Ur 60 mg/dl (VR 15-45 mg/dl); albumina 3.0 mg/dl (VR 3.5-4mg/dl); Hb Glicada 6.6%; Colesterol total 250mg/dl (VR < 200mg/dl), LDL 140mg/dl (VR< 100 mg/dl); Triglicerídeos 300 (VR< 150 mg/dl); SU: proteína 4+; proteinúria em 24h: 4g/24h; fator antinúcleo reagente 1:160 padrão pontilhado no denso. Sorologias HIV, antiHBsAg, anti-HCV e VDRL: negativas. Que alteração na investigação complementar confirmaria o diagnóstico mais provável?

    Nódulos de Kimmelstiel-Wilson na biópsia renal.

  • 54

    Em pacientes com doença renal em estágio final, que anormalidade, dentre as abaixo, é a responsável pela hipertensão arterial observada?

    Expansão de volume vascular

  • 55

    Paciente do sexo masculino, 18 anos, recebeu diagnóstico de Diabetes Melitus do tipo 1, após quadro de cetoacidose diabética, diagnosticada há 2 anos. Apresenta um quadro de anasarca de início insidioso há 3 meses. Refere início de edema em membros inferiores e face, com ganho de peso de aproximadamente 7 kg no período. Vem em tratamento regular com insulinoterapia e nega uso prévio de inibidores da enzima conversora da angiotensina, anti-in amatórios ou hipolipemiantes. Os exames apresentados revelaram: Hb = 12,3g/dL leucócitos 6320 plaquetas 290.000. Creatinina = 0,6; Ureia = 67; Na = 131; K = 4,5; Albumina = 2,1; Colesterol total = 290; LDL = 178; TGL = 190. Glicemia de jejum = 115; Hemoglobina glicada = 7,0%. EAS: proteínas 4+, presença de corpúsculos ovais graxos, ausência de hematúria. A respeito do quadro apresentado, justifica-se

    realizar biópsia de rim para diagnóstico de glomerulopatia não relacionada ao diabetes.

  • 56

    Uma mulher de 63 anos de idade foi encaminhada ao nefrologista por apresentar uma dosagem sérica de creatinina de 3,4 mg/dl durante realização de exame preventivo de câncer ginecológico. Negava qualquer queixa urinária, bem como história prévia de doença renal. Havia 2 anos que vinha em acompanhamento para hipertensão arterial sistêmica e diabetes melitus, fazendo dieta hipossódica e usando enalapril, sinvastatina e clortalidona. Não tinha resultados prévios de escórias ou quaisquer exames de imagem. 0 exame físico foi completamente normal. Peso: 54,4 kg. Em se tratando de doença renal crônica, quais complicações devem ser investigadas nesse grupo vulnerável?

    Anemia, hiperparatireoidismo e hipercalemia.

  • 57

    Diversos medicamentos precisam ter sua dose ajustada de acordo com a função renal do paciente, para isso a fórmula utilizada costuma ser a de Cockroft-Gault. Calcule o Clearance de Creatinina estimado de uma mulher com 60 anos e 72 kg, que apresenta uma creatinina sérica de 1,6.

    42,5 ml/min

  • 58

    Na evolução da doença renal crônica, qual achado é observado mais precocemente?

    Anemia

  • 59

    O encontro de rins diminuídos à ultrassonografia, num paciente com insuficiência renal, sugere, dentre os abaixo:

    Mieloma múltiplo

  • 60

    Na avaliação da Taxa de Filtração Glomerular (TFG) assinale a alternativa CORRETA:

    A TFG corresponde à soma da filtração glomerular de todos os néfrons.

  • 61

    Marque a alternativa CORRETA quanto a nefropatia diabética.

    Glomeruloesclerose difusa é manifestação histológica mais comum.

  • 62

    Homem, 46a, refere cefaleia frequente, há 9 meses, concomitante ao diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, em uso de enalapril, espironolactona e furosemida. Antecedentes familiares: pais hipertensos. Exame físico: PA = 210 X 130 mmHg; creatinina= 4,9 mg/ dl; ureia = 132 mg/dl; sódio = 136 mEq/L; potássio = 3,7 mEq/L; exame sumário de urina: densidade = 1.020; pH= 6,0; leucocitos = 2/ campo; hemácias = 2/campo; proteinúria = 0,6 g/ 24horas. ECG= sobrecarga ventricular esquerda. O DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO ESPERADO É:

    Nefroesclerose benigna.

  • 63

    Paciente feminina 49 anos, refere dispneia há 36 horas, com ausculta pulmonar limpa, hálito urêmico e tremores de extremidades. Emagrecida, apresenta à palpação abdominal massas mais bem evidenciadas em andar médio e ancos, bilateralmente. Gasometria apresenta acidose metabólica parcialmente compensada, com hipercalemia 6,9 mEq/L. Creatinina elevada (9,3 mg/dl). Na família, uma irmã é transplantada de rim e uma prima faz diálise. Qual seu diagnóstico para a paciente?

    Rins policísticos.

  • 64

    Exame de maior sensibilidade para detecção de nefropatia diabética:

    Albumina urinária

  • 65

    Um paciente com nefropatia diabética apresenta clearance de creatinina de 16 ml/min. Ele tem insuciência renal crônica estágio:

    4

  • 66

    Determinado paciente de 32 anos de idade, advogado, refere que iniciou a prática de treinamento resistido com enfoque em hipertro a muscular há cerca de 10 anos, assim como corrida de 30 minutos cinco vezes por semana, associados ao uso de suplementação nutricional de whey protein (30 g/dia) e creatina (5 g/dia). O paciente possui 1,70 m de altura e 95 kg de peso corporal. A medida da circunferência abdominal é de 85 cm. A frequência cardíaca é de 62 bpm, a frequência respiratória é de 16 irpm e a saturação de oxigênio equivale a 98%. Apresenta exames laboratoriais solicitados por outro médico, por "rotina", com os seguintes valores de referência (VR) do laboratório de realização: creatinina de 1,4 mg/dL (VR: 0,7-1,3); ureia de 45 mg/dL (VR: 10-40); creatinofosfoquinase de 500 U/L (VR: 22-344); e exame sumário de urina (ESU, EQU, urina tipo I, urinanálise) sem alterações. Relata um consumo proteíco de cerca de 200 g por dia, na forma de cerca de 1 kg de peito de frango. C om base nos dados apresentados nesse caso clínico acima e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir. Em razão do nível de creatinina e ureia séricas, é correto afirmar que esse indivíduo apresenta uma doença renal incipiente.

    Errado

  • 67

    A nefropatia diabética é causa importante de doença renal crônica no meio médico e, portanto, o entendimento da fisiopatologia da glomeruloesclerose diabética é fundamental. Em relação a esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.

    O rastreamento da lesão renal diabética incipiente é reconhecida por albuminúria em amostra isolada de urina.

  • 68

    A alteração renal que está associada a um quadro clínico de hipertro a prostática em um homem de 85 anos com di culdade miccional e que apresenta os seguintes achados laboratoriais: Sódio 139 mmol/L, potássio 4,0 mmol/L, cloreto 104 mmol/L, CO2 25 mmol/L, creatinina 1,9 mg/ dL e glicose 81 mg/dL é:

    Atrofia cortical

  • 69

    Homem de 60 anos, branco, DM2 há 20 anos, com HAS há 15 anos, sem edema, em uso de losartana 100 mg/dia, gliclazida 60 mg/dia, atorvastatina 10 mg/dia vem a consulta para avaliar função renal. Traz dosagem de creatinina de 1,9 mg/dL e TFG estimada (CKD-EPI) de 31 mL/min/1,73 m². Relação Albumina / Creatinina de 350 mg/g de creatinina. Aponte o estadiamento correto do paciente de acordo com o TFG e a albuminúria.

    G3b/A3.

  • 70

    Dentro dos conceitos de doença renal do diabetes (DRD), a base nos valores crescentes de excreção urinária de albumina (EUA), a DRD tem sido historicamente classi cada em fases. Entretanto, a progressão destes estágios não é inexorável, podendo ocorrer regressão da microalbuminúria em cerca de 30% dos pacientes, em geral associada a intervenções terapêuticas. Aponte a alternativa que NÃO faz parte dessas fases.

    Macroalbuminúria

  • 71

    Embora a taxa de complicações crônicas relacionadas ao DM venham diminuindo nas últimas duas décadas, ainda é muito grande o número de pacientes afetados, pois a incidência de DM continua aumentando. Por este motivo, a Doença Renal do Diabetes (DRD) permanece sendo a principal causa de doença renal crônica em pacientes ao ingressarem em programas de diálise, inclusive no Brasil. A DRD está associada ao aumento de mortalidade, principalmente relacionada à doença cardiovascular. Em referência à enorme importância do adequado conhecimento de alterações achadas devido à sua evolução, indique a opção considerada INADEQUADA.

    A diminuição rápida e acentuada da taxa de filtração glomerular (> 80%) após o início de terapia com Inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina (IECA) ou Bloqueadores do Receptor AT1 da Angiotensina (BRA)sugere estenose da artéria renal, devendo esta possibilidade ser avaliada, especialmente em pacientes com vasculopatia.

  • 72

    Paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, com antecedente de diabetes melitus e hipertensão arterial sistêmica por mais de 15 anos, além de obesidade (peso de 85 kg e altura de 1,62 m) e dislipidemia, em tratamento médico irregular, sem controle clínico adequado, encaminhado para o ambulatório de nefrologia para acompanhamento, devido à elevação das escórias nitrogenadas e edema corporal. Após a avaliação inicial, foi constatado, por meio de exames laboratoriais: creatinina = 3,0 mg/dl; ureia = 90 mg/dl; colesterol total = 280 mg/dl; HDL = 35 mg/dl; triglicérides = 235 mg/dl; ácido úrico = 8,5 mg/dl; glicemia = 210 mg/dl; glicemia pós- prandial = 250 mg/dl; cálcio = 8,0 mg; fósforo = 6,0 mg; Hb = 10,5 g/dl; Ht = 32,5%; potássio = 5,0 mEq/L; US com rins de tamanho, forma e ecogenicidade dentro do normal, com espessura corticomedular pouco reduzida. Fundo de olho com retinopatia proliferativa grau II. Com base nesses exames, o paciente foi considerado como portador de nefropatia crônica secundária à nefropatia diabética e hipertensiva. Sobre a insuciência renal crônica, pode-se afirmar que:

    Os controles pressórico e glicêmico inadequados podem influenciar de forma negativaa progressão da nefropatia crônica.

  • 73

    As primeiras manifestações clinicolaboratoriais da nefropatia diabética incluem:

    Hiperfiltração glomerular e microalbuminúria.

  • 74

    Durante uma consulta de rotina, um paciente nefropata recebeu a recomendação de que fosse investigada a possibilidade de ter aneurisma intracraniano, devido ao relato de falecimento por hemorragia subaracnóidea de dois familiares de primeiro grau, também nefropatas. A provável doença renal desse paciente é:

    Doença renal policística.

  • 75

    Um homem branco de 75 anos de idade compareceu ao consultório para avaliação médica de rotina. Tem história de hipertensão arterial e faz uso regular de diurético tiazídico. Antecedente de colecistectomia aos 35 anos. Ao exame físico encontrava-se com pressão arterial de 130x80mmHg, sem outros dados relevantes. Trouxe exame sumário de urina que se revelou normal e uma determinação do clearance de creatinina em urina de 24 horas de 55mL/min/ 1,73m2 (creatinina sérica = 1,4mg/dl) feitos na semana anterior. Responda o item verdadeiro:

    Um maior período de observação é necessário para determinar se este paciente tem ou não doença renal crônica.

  • 76

    A Doença Renal Crônica (DRC) em seu estágio inicial, normalmente, é assintomática. O diagnóstico é muitas vezes feito por exames de rastreamento. Apesar destes componentes, o quadro clínico e alguns exames complementares podem apontar a causa da doença. A alternativa CORRETA é:

    No diabete Melito, o quadro clínico, em geral, se inicia com microalbuminúria e hipertensão, com aumento gradual da albuminúria e redução progressiva da filtração glomerular.

  • 77

    Assinale a afirmação INCORRETA.

    A etiologia da doença renal crônica (DR C) na criança é semelhante à encontrada no adulto.

  • 78

    (SCMSJRP- SP-2017) Um menino de cinco anos, com atraso na fala, apresenta hematúria macroscópica. Audiometria revela perda auditiva bilateral para altas frequências. Qua a principal hipótese diagnóstica?

    Síndrome de Alport.

  • 79

    Em mulheres com infecção urinária, uma ferramenta valiosa no exame de urina é a avaliação da presença de Nitrito. Assinale a alternativa CORRETA.

    A desvantagem do método é que ele não identifica a presença de patógenos gram- positivos.

  • 80

    Mulher, 35a, apresenta dor para urinar, aumento da frequência, diminuição da quantidade e urgência miccional há dois dias. Nega febre, calafrios, dor lombar e gravidez. Antecedente pessoal: dois episódios semelhantes nos últimos seis meses. Exame sumário de urina: hemácias= 20/campo, leucocitos= > 100/campo, proteína ausente, nitrito= +++/4+, leucócito esterase= +++/4+; Urocultura: E coli > 10 UFC, sensível a todos os antibióticos testados.APÓS O TRATAMENTO DESTE EPISÓDIO, A CONDUTA PARA PREVENIR NOVAS INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO É:

    Prescrever profilaxia com nitrofurantoina por seis meses.

  • 81

    A infecção em pacientes com pielonefrite aguda pode ser subdividida em (1) infecção não complicada que não justifica hospitalização, (2) infecção não complicada em pacientes com trato urinário normal que estão enfermos o suficiente para justificar hospitalização para terapia parenteral e (3) infecção complicada associada com hospitalização, cateterismo, cirurgia urológica ou anormalidades do trato urinário. É fundamental determinar se o paciente tem uma ITU não complicada ou complicada, pois anormalidades significativas foram encontradas em 16% dos pacientes com pielonefrite aguda. Nesse sentido, em pacientes com pielonefrite:

    o Sulfametazaxol + trimeetoprima oral (160/800 mg [1 comprimido de dupla força] duas vezes ao dia por 14 dias) é um agente apropriado se o organismo for conhecido por ser sensível; se a suscetibilidade for desconhecida, uma dose intravenosa inicial de um antibiótico parenteral de ação prolongada, como 1 g de ceftriaxona ou uma dose consolidada de 24 horas de um aminoglicosídeo, é recomendada.

  • 82

    Uma mulher com 20 anos de idade, com 10 semanas de gestação, retorna para consulta de pré-natal com exames de rotina. A urocultura apresentou crescimento bacteriano maior que 10x5 UFC/mL (unidades formadoras de colônias por mL). A paciente relatou aumento da frequência urinária, entretanto negou sintomas como disúria, urgência miccional, noctúria, dor suprapúbica ou febre. Nesse caso, o diagnóstico e o tratamento antimicrobiano são, respectivamente:

    bacteriúria assintomática, nitrofurantoina.

  • 83

    Os cálculos da via urinária são formados, mais comumente, por:

    Oxalato de cálcio.

  • 84

    Paciente de 45 anos, sexo masculino, é atendido em pronto atendimento apresentando dor em cólica de grande intensidade, início súbito, originada no flanco esquerdo, propagando-se para a região inguinal homolateral. Foi realizado raio X simples de vias urinárias que não apresentou alterações. O exame de urina mostrou pH urinário igual a 5,8. Após realização de ultrassom de abdome total, é confirmada a hipótese de nefrolitíase. A composição provável do cálculo e a orientação inicial devem ser:

    Cálculo de ácido úrico; alcalinização da urina com suplementação oral de bicabornato.

  • 85

    Qual o tipo de cálculo urinário é MAIS comum em mulheres e está mais relacionado a infecções?

    Estruvita.

  • 86

    Em relação à nefrolitíase, qual dos tipos de cálculo relacionados é formado, preferencialmente, em pH alcalino?

    Estruvita.

  • 87

    Na nefrolitíase, cálculos de oxalato de cálcio são os mais comuns. Constitui uma medida potencialmente útil na prevenção desses cálculos:

    restrição de sódio da dieta

  • 88

    É fator de risco para nefrolitíase a excreção urinária:

    elevada de cálcio.

  • 89

    São considerados associados ao aumento do risco de formação de cálculos renais o seguintes fatores:

    dieta rica em sódio, sindromes de má absorção intestinal e excesso de vitamina D.

  • 90

    Paciente do sexo masculino, de 23 anos, apresentou cólica nefrética. Ultrassonografia mostrou cálculo de 0,4 cm em ureter médio direito, além de vários microcálculos calicinais, bilateralmente. Qual é a mais provável causa metabólica da formação desses cálculos?

    Hipercalciúria primária.

  • 91

    A diminuição da excreção de citrato na urina causa o surgimento de cálculos renais compostos de:

    oxalato de cálcio.

  • 92

    Um homem de 54 anos queixa-se de prurido generalizado e fadiga. É portador de retocolite ulcerativa e faz uso de mesalazina. Nega etilismo ou tabagismo. Ao exame físico, as mucosas são coradas, hidratadas e ictéricas. Não há outras anormalidades no restante do exame. Exames de laboratório: Hg: 12,4g/dL; LG: 5.670/mm³; plq: 213.000/mm³; creat: 0,8mg/dL; ur: 15mg/dL; Ca: 8,8mg/dL; BT: 3,5mg/dL; BD: 2,8mg/dL; FA: 346U/L; GGT: 450U/L; AST: 84U/L; ALT: 58U/L. Ultrassonografia abdominal: fígado, pâncreas e vias biliares sem anormalidades; imagens hiperecogênicas com sombra acústica posterior nos cálices renais direitos e esquerdos; ureteres de calibre normal; bexiga sem alterações. Assinale a alternativa que apresenta a constituição química MAIS PROVÁVEL para os achados renais encontrados à ultrassonografia nesse paciente.

    Oxalato de cálcio.

  • 93

    Entre os fármacos abaixo, qual pode ser causador direto de litíase urinária?

    indinavir

  • 94

    Uma paciente é admitida com dor intensa em flanco direito e, após avaliação e exames complementares, recebeu o diagnóstico de litíase renal e a dor atribuída ao cálculo impactando no ureter. Avaliando as medicações em uso para as suas comorbidades: hipertensão, diabetes, dislipidemia e enxaqueca crônica, concluiu-se que uma contribuiu para o quadro de litíase renal, qual?

    Topiramato

  • 95

    A recomendação dietética para um paciente portador de litíase urinária (independente do distúrbio metabólico de base) deve ser:

    Normoproteica, restrição moderada de sal, normocálcica, rica em potássio e elevada ingestão de líquidos.

  • 96

    Homem, 37 anos, apresenta hematuria microscópica e calculose renal cálcica. A calcemia está normal, mas a calciúria francamente aumentada. Entre as drogas abaixo listadas, a que pode ser de utilidade na prevenção de novos cálculos urinários é:

    Hidroclorotiazida.

  • 97

    Paciente portador de litiase urinária recorrente foi orientado a procurar nefrologista para realização de investigação metabólica. Evidenciou-se que o mesmo apresentava o distúrbio hipercalciúria e lhe foi feita orientação alimentar específica e a prescrição de um medicamento para reduzir a excreção urinária de cálcio. Qual o provável medicamento prescrito?

    Hidroclorotiazida

  • 98

    Paciente masculino, de 35 anos, apresentou cálculos renais bilaterais à tomografia computadorizada abdominal. Referiu ter eliminado vários cálculos e realizado litotripsia extracorpórea no passado. Relatou que o irmão e o pai também tinham cálculos renais. O exame físico não revelou anormalidade. Os exames laboratoriais foram normais para níveis séricos de ureia, creatinina, sódio, potássio, cálcio total, albumina, fósforo e paratormônio. O exame qualitativo de urina indicou cristais de oxalato de cálcio; a urina de 24 horas evidenciou volume urinário de 1.200 ml/24 horas e hipercalciúria (cálcio urinário de 340 mg/24 horas); os níveis de ácido úrico, citrato e oxalato estavam normais. Os exames foram repetidos, com resultados similares. Diante do diagnóstico mais provável, que medida para prevenir a formação de novos cálculos, dentre as abaixo, não está indicada?

    Restrição de cálcio na dieta.

  • 99

    Paciente de 45 anos, sexo masculino, é atendido em pronto atendimento apresentando dor em cólica de grande intensidade, início súbito, originada no flanco esquerdo, propagando-se para a região inguinal homolateral. Foi realizado raio X simples de vias urinárias que não apresentou alterações. O exame de urina mostrou pH urinário igual a 5,8. Após realização de ultrassom de abdome total, é confirmada a hipótese de nefrolitíase. A composição provável do cálculo e a orientação inicial devem ser:

    Cálculo de ácido úrico; alcalinização da urina com suplementação oral de bicabornato.

  • 100

    (SP-UNESP-2019) Mulher de 28 anos apresenta dor aguda e intensa em flanco esquerdo, irradiada para abdome inferior, e náuseas há 2 dias. Nega febre, calafrios, disúria, hematúria, atraso menstrual, corrimento vaginal, alterações do hábito intestinal e cirurgia abdominal prévia. Obteve melhora parcial da dor após receber anti-inflamatório via parenteral. O melhor exame subsidiário para confirmar sua hipótese diagnóstica é?

    TC de abdome total, não contrastada.

  • Gastro

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    問題一覧

  • 1

    (IAMSPE-2015) A lesão renal aguda é definida:

    Pelo aumento da creatinina sérica ou pela redução da diurese

  • 2

    (UEL-2018) Paciente do sexo masculino, 64 anos de idade, internado na UTI com diagnóstico de sepse de origem pulmonar, evoluiu com piora do estado geral, necessitando de aumento da dose de vasopressores nas últimas 12hs. Concomitante a essa piora, apresentou diminuição do débito urinário, com apenas 242ml, no mesmo período. Sabendo que o paciente pesa 70kg, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o diagnóstico desse paciente.

    IRA estágio 2

  • 3

    (UFMA-2016) Paciente feminino, 62 anos, internada há 5 dias para tratamento de pneumonia comunitária. Coletando exames diários, apresentava creatinina sérica estável de 0,6 mg/dL nos primeiros 4 dias de internação. Hoje, porém, apresentou creatinina de 0,9mg/dL. Não vinha sendo aferida diurese até então. Segundo os critérios RIFLE/AKIN para lesão renal aguda, neste momento a paciente seria classificada como:

    Risk

  • 4

    (AMRIGS-2021) Assinale a etiologia mais comum de injúria renal aguda, que afeta 40-80% dos pacientes.

    Pré renal

  • 5

    (UFS-2016) Sobre a insuficiência renal no pós operatório, é falso que:

    Aumenta a taca de morbidade do paciente, mas não a mortalidade

  • 6

    (SCMGO-2018) Em relação à lesão renal aguda pode-se afirmar que:

    A LRA mais comum é a de origem pré renal

  • 7

    (SCMMACEIO-2018) Assinale a alternativa incorreta:

    Após a alta hospitalar é desnecessário a monitorização dos recém nascidos que apresentaram lesão renal aguda durante a internação

  • 8

    (UNITAU-2016) Com relação à avaliação diagnóstica da IRA, é incorreto afirmar que:

    O clearance de creatinina é o melhor exame e método para avaliação

  • 9

    (HC-ICC 2012) Homem de 40 anos, pesando 72kg, apresenta volume urinário total de 100ml nas últimas 24hs. A creatinina sérica atual é de 2mg/dL. Considerando que o mesmo tinha função renal normal até há 2 dias, qual o clearance de creatinina deste paciente?

    Menor que 30

  • 10

    Leia os casos a seguir: I - Homem, 54 anos, com quatro cistos no rim direito e três no rim esquerdo, medindo 30mm cada, observados através da US abdominal. Albuminuria 24hs de 10mg. TFG 100 ml/min. II - Mulher, 69 anos, diabética de longa data, com microalbuminúria de 24hs de 50mg, TFG 75 ml/min. III - Homem, 45 anos, hipertenso, com albuminuria de 10mg em 24hs. TFG de 54 ml/min por três meses seguidos, e USG renal sem alterações. De acordo com KDIGO, quais desses pacientes podem ser classificados como portadores de doença renal crônica?

    I, II e III

  • 11

    Paciente de 70 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica há 20 anos, com TFG de 25 ml/min de superfície corpórea e albuminuria de 800 mg/g de creatinina. Qual a sua classificação quanto a DRC?

    G4 A3

  • 12

    Entre as doenças renais crônicas abaixo, assinale a que apresenta rins de tamanho normais:

    Glomerulosclerose nodular diabética

  • 13

    Uma mulher de 63 anos foi encaminhada ao nefrologista por apresentar uma dosagem sérica de creatinina de 3,4 mg/dl durante realização de exame preventivo de câncer ginecológico. Negava qualquer queixa urinária, bem como história prévia de doença renal. Havia 2 anos que vinha em acompanhamento para HAS e DM, fazendo dieta hipossodica e usando enalapril, sinvastatina e clortalidona. Não tinha resultados prévios de escórias ou qualquer exames de imagem. O exame físico foi completamente normal. Peso: 54,4kg. Em se tratando de doença renal crônica, quais complicações devem ser investigadas nesse grupo vulnerável?

    Anemia, hiperparatireoidismo e hipercalemia

  • 14

    (SUS-RORAIMA-2019) São critérios para definição de nefropatia crônica:

    Lesão renal por >3 meses com redução mantida da TFG

  • 15

    (SES-GO-2016) Um paciente com doença renal policística autossômica dominante apresentou ao seu nefrologista um exame de clearance de creatinina de 28ml/min. Esse paciente é classificado como renal crônico no estágio:

    4

  • 16

    Atualmente, a DRC (doença renal crônica) tem sido considerada um problema de saúde pública. Análise do NationalHealth and Nutrition Examination Survey (NHANES) demonstrou que cerca de 13% da população adulte nos EUA apresenta algum grau de perda de função renal. Um importante estudo realizado na cidade de Bambuí, no estado de Minas Gerais, onde mais de 2 mil indivíduos foram avaliados, detectou alteração na creatinina sérica, um marcador de DRC, variando de 0,48% a 8,19%, sendo mais frequente em indivíduos idosos." Diretrizes Clínicas para o Cuidado ao paciente com Doença Renal Crônica - DRC no Sistema Único de Saúde/ Ministério da Saúde. 2014 São considerados FATORES DE RISCO para o desenvolvimento da DRC:

    Presença de diabetes (quer seja do tipo 1 ou do tipo 2)

  • 17

    Assinale a alternativa que melhor representa a sequência fisiopatologica do desenvolvimento da glomerulosclerose diabética:

    Aumento do ritmo de filtração glomerular - microalbuminúria - macroalbuminuria - perda do ritmo de filtração glomerular

  • 18

    Paciente feminina, 60 anos, sabidamente hipertensa e diabética há 5 anos, com uso regular de insulina e anti-hipertensivos, com adequados controles glicêmicos e da pressão arterial, apresentando, há 60 dias, edema progressivo de membros inferiores e piora importante da pressão arterial. Exames de rotina mostraram cilindros hemáticos em urina 1; proteinúria de 3,5 g/24 horas; apresenta fundo de olho sem retinopatia. Qual o possível diagnóstico e conduta para esta paciente?

    Nefropatia não diabética e biópsia renal

  • 19

    Em pacientes com doença renal em estágio final, que anormalidade, dentre as abaixo, é a responsável pela hipertensão arterial observada?

    Expansão de volume vascular

  • 20

    Homem, 57 anos, sabidamente portador de HAS e DM há 15 anos, foi encaminhado para você devido a alteração nos exames: creatinina de 1,8 mg/dl, uréia 72 mg/dl,potássio 4,6 mg/dl. O sumário de urina mostra ausência de proteinúria e de hematúria. Ao exame físico: PA 150x90 mmHg, sem edema de membros inferiores. De acordo com este caso clínico, marque a alternativa correta, quanto ao diagnóstico:

    Trata-se provavelmente de um caso de insuficiência renal crônica (IRC) secundário a nefroesclerose hipertensiva, pois sumário de urina é compatível.

  • 21

    Jorge, 41 anos, diagnosticado com hipertensão arterial há cinco anos. Sem outras queixas, e nega doenças associadas. A mãe falecida de hemorragia subaracnoidea aos 54 anos e um irmão de 48 anos está em diálise. Ao exame fisico: PA 152 x 93 mmHg; palpação abdominal revela aumento indolor dos rins. Exames laboratoriais: creatinina = 1,7 mg/dl; urina numerosas hemácias por campo e 2 leucocitos por campo. Qual a principal hipótese diagnóstica?

    Doença renal policística.

  • 22

    Quanto a doença renal crônica é INCORRETO afirmar:

    Há dois distúrbios ósseos associados a doença renal crónica: alterações de baixo turnover ósseo associada a elevados niveis de PTH com na osteite fibrosa do hiperparatireoidismo secundário e alterações de alto turnover ósseo associada a baixos níveis de PTH como na doença óssea dinámica.

  • 23

    O manejo da Hipertensão Arterial - HA em pacientes sob tratamento dialitico é desafiador, sendo correto o item:

    Especialmente devido à sobrecarga de volume que aumenta a variabilidade da PA, superestimando-a na pré- diálise e subestimando-a depois dela.

  • 24

    Homem, 60 anos, hipertenso há 20 anos, com doença renal crônica, KDIGO estágio 3b, comparece à consulta ambulatorial de revisão. Está em uso de doses máximas de enalapril, hidroclorotiazida e sinvastatina. Ao exame, apresenta PA 150/90 mmHg e edema 1+/4. Traz exames laboratoriais: hematocrito 33% e hemoglobina 10,5 g/dL, creatinina 2,0 mg/dL, potássio 4,3 mEq/L, bicarbonato 19 mEq/l, cálcio sérico 7,8 mg/dL albumina 4,2 g/dL, fósforo 5,1 mg/dL e PTH intacto 300 pg/mL. Em relação às complicações da doença renal crônica neste caso, assinale a alternativa correta:

    Anemia ocorre neste estágio da doença, sendo indicado iniciar reposição de eritropoetina humana se as reservas de ferro forem adequadas.

  • 25

    Mulher, 57 anos, portadora de insuficiência renal crônica pré-dialitica, procura a emergência de um hospital apresentando queixa de mal-estar, desconforto torácico inespecífico, náuseas e vomitos há 2 dias. O exame fisico evidencia halito urêmico, atrito pericárdico e presença de pulso paradoxal. Foi realizado eletrocardiograma de repouso que não evidenciou alterações do segmento ST. Com base no caso clinico, assinale a alternativa correta. A A B O O

    Ha indicação absoluta de hemodiálise.

  • 26

    Mulher, 55 anos, com insuficiência renal crônica, em diálise há 8 anos, apresenta placa necrótica de 5cm em mama direita. Pode-se afirmar que a fisiopatologia mais provável dessa lesão é:

    hiperparatireoidismo

  • 27

    Mulher, 30 anos, com DM tipo 1, tem doença renal crônica estágio 5 e está em tratamento conservador. Nega sintomas urêmicos. Exame fisico: PAS 150x90mmHg; atrito pericárdico à ausculta cardiaca; discreto edema no 1/3 inferior dos membros inferiores, aparelho respiratório e abdome sem alterações. Exames laboratoriais: ureia 180mg/dL; creatinina =6,6mg/dL; potássio = 4,5mEq/L e reserva alcalina 20mEq/L. Pode-se afirmar que a melhor opção terapéutica é:

    hemodialise de urgência.

  • 28

    Um paciente doente renal crônico, em piora progressiva nos últimos meses, encontrava-se no oitavo dia de internação na enfermaria de clinica médica da Santa Casa de São Paulo, devido ao diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Evoluiu com melhora clínica, seu escore de PESI era de baixo risco, seu ecocardiograma não apresentou alterações; troponina e BNP estavam normais. Estava em uso de heparina em bomba de infusão contínua ajustada conforme TTPA. No momento da alta hospitalar, tinha clearance de creatinina de 18 mL/min/1,73 m². Possui boas condições sociais. Entre os fármacos a seguir, o mais adequado ao paciente do caso clínico acima é

    apixabana, pois promove a menor excreção renal entre os Noacs.

  • 29

    Menino, 4 anos de idade, portador de doença renal crônica estágio 3b por displasia renal, apresenta falha de crescimento persistente, definida como estatura abaixo do 3º percentil para a idade e sexo, e velocidade de crescimento abaixo do 25° percentil nos últimos 6 meses. Trouxe exames na consulta de rotina: creatinina 1,4 mg/dL, ureia 68 mg/dL, sódio 138 mmol/L, HCO 24 mmol/L, hemoglobina adequada? 12 g/dL, vitamina D 35 ng/mL, PTH 110 pg/ml. Qual é a conduta

    Otimizar o aporte proteico e calórico.

  • 30

    Um homem de 62 anos, com DM tipo 2 e HAS, usando Metformina e Hidroclorotiazida está com PA 150/90mmHg. Como resultados de exames, apresenta creatinina 1,4mg/dL, HbA1c 8%, proteína urinária 1.000mg e creatinina urinária 900mg. Em relação a retardar a progressão da nefropatia, a medida mais efetiva é:

    Iniciar Losartana.

  • 31

    Homem, 70 anos, hipertenso e diabético há 15 anos, com diagnóstico de doença renal crônica há 5 anos, em consulta ambulatorial de rotina, queixa-se de cansaço aos esforços e de piora do edema em membros inferiores. Ao exame fisico, peso 72 Kg, altura 150cm, PA 160/100 mmHg e edema de membros inferiores +++/4. Hemoglobina de 10,5 g/dL, creatinina de 3,6 mg/dL, potássio de 5,5 mg/dL, glicemia jejum 234 mg/dL, ferritina de 90 ng/mL, saturação de transferrina de 18%, proteina urinária de amostra de 30 mg/dL e creatinina urinária de amostra de 100 mg/dL. Em relação ao tratamento para este caso, deve-se: I. Estimular redução de peso, controle da pressão arterial e da diabete melito, além de dieta com restrição de potássio. II. Orientar restrição de ingesta de sal (4g de sódio por dia), de proteínas para 1,0 g/Kg/dia, além de ingesta de no minimo de 2 litros de água por dia. III. Iniciar eritropoietina para correção da anemia. Está/Estão correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

    I

  • 32

    Homem, 59 anos, comparece a atendimento ambulatoriai após realizar exames de sangue de rotina. É portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus, com tratamento e acompanhamento irregulares. O exame físico é normal Exames laboratoriais: creatinina = 2,54 mg/dl (VR: 0,8-1,3); ureia 75 mg/dl (VR: 20-40); cálcio = 9,2 mg/dl (VR: 8,5-10,6); sódio = 135 mEq/L (VR: 134-145); potássio = 5,3 mEq/L (VR: 3,5-5,5); magnésio = 2,31 mg/dl (1,5-2,4); fósforo = 6,45 mg/dl (VR:3-4,5); PTH=96 pg/ml (10-65); vitamina D = 28 UI (VR: 20-30) O tratamento adequado é prescrever:

    Sevelämer

  • 33

    Paciente de 64 anos, sexo masculino, diabético tipo 2 há 22 anos, com adesão insatisfatória ao plano de cuidados, fol internado em hospital de cuidados terciários, com quadro clinico compatível com uremia (sonolência, anorexia, náuseas, võmitos e soluços). Exames laboratoriais confirmaram importante retenção azotada, acidose metabólica, hipercalernia moderada, hipocalcemia e hiperfosfatemia. Em função do estado urêmico, sua doença renal crônica foi abordada com a realização de hemodiálise (HD) convencional, tendo sido providenciada a punção de veia jugular interna direita, por onde foi posicionado um cateter venoso central de duplo lúmen. Logo nos primeiros minutos após iniciada a HD, o paciente passou a apresentar quadro de hipotensão arterial, flush facial e sibilância. A explicação mais adequada para o quadro apresentado no início da sessão de HD é

    rápida mobilização de fluidos por ultrafiltração na ausência de resposta autonómica adequada

  • 34

    Paciente de 56 anos, com hipertensão arterial desde os 50 e obesidade (IMC de 31 kg/m²), foi diagnosticado com diabetes melito tipo 2 há 1 ano. Vinha em uso de enalapril (20 mg, 2 vezes/dia), hidroclorotiazida (25 mg/dia), metformina (2.000 mg/dia) e glimepirida (4 mg, 2 vezes/dia). Foi encaminhado ao nefrologista para avaliação da função renal. Exames laboratoriais revelaram creatinina de 1,7 mg/dl (CKD-EPI de 46 ml/min), potássio de 4,9 mg/dl, HbA1c de 8,9%, albuminuria em amostra de 256 mg/l e EQU sem achados patológicos. Visto que apresenta doença renal do diabetes, recebeu, para esse diagnóstico, a prescrição de:

    inibidor do SGLT-2 (cotransportador sódio-glicose 2).

  • 35

    Um paciente de 70 anos, renal crônico em tratamento conservador (última creatinina = 4,8 mg/dl) foi submetido à cirurgia de urgência devido à diverticulite perfurada. No segundo dia de pós-operatório, desenvolveu oligúria e queixas de fraqueza muscular, embora estivesse com níveis pressóricos estáveis e sem sinais de niveis de infecção. Exames laboratoriais mostraram creatinina = 6,7 mg/dl e potássio 7,5 mEq/L, ECG mostrava ondas T simétricas e apiculadas, com intervalo QRS discretamente alargado. Foram administrados, de imediato, gluconato de calcio e solução de glicose e insulina. Qual a próxima medida a ser tomada?

    Hemodialise

  • 36

    Paciente masculino de 60 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, hipotireoidismo, obesidade, nefrolitlase e doença renal crônica com taxa de filtração glomerular estimada por CKD-EPI de 45 ml/min e com albuminúria de 300mg/g de creatinina. Sobre esse caso, responda quais são os medicamentos com beneficio em retardar progressão da doença renal crônica para estádio 5, dentre as opções a seguir.

    Losartana e Dapaglifozina

  • 37

    Em pacientes hipertensos com doença renal crônica, existen particularidades que devem ser observadas ao se propor o tratamento adequado. Acerca do tratamento da hipertensão arterial sistêmica para esses indivíduos e conforme as recomendações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial-2020, julgue o item. A meta de tratamento de pacientes desse grupo é a mesma para diabéticos e não diabéticos: pressão arterial < 130 mmHg X 80 mmHg.

    Certo

  • 38

    Em pacientes hipertensos com doença renal crônica, existem particularidades que devem ser observadas ao se propor o tratamento adequado. Acerca do tratamento da hipertensão arterial sistêmica para esses indivíduos e conforme as recomendações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial-2020, julgue o item. A associação entre bloqueadores do receptor AT1 da angiotensina II e inibidores da enzima conversora de angiotensina é útil nos casos que cursam com albuminúria importante.

    Errado

  • 39

    As doenças osteometabólicas incluem um grupo extenso de afecções que alteram o metabolismo ósseo, resultando, entre outras coisas, em aumento ou redução generalizada da massa óssea. Dentro deste contexto, o hiperparatireoidismo secundário tem relação direta com

    osteodistrofia renal

  • 40

    Sobre doença renal crônica em estado terminal, assinale a alternativa correta.

    A adequacidade da hemodiálise depende de fatores inerentes ao próprio tratamento, como duração da sessão e fluxos de sangue e de dialisato, assim como fatores relativos ao paciente, como o tamanho do indivíduo.

  • 41

    A dosagem da cistatina C está associada ao estudo da:

    Função renal

  • 42

    Paciente comparece em consulta ambulatorial com história de HAS e DM 2 com tratamente inadequado há pelo menos 10 anos. Apresenta exame laboratorial com creatinina 2,8 mg/dl (normal até 1,2). Sobre a classi cação da doença renal crônica (DRC) pelo Kidney Disease Improving Global Outcomes (KDIGO) assinale a alternativa CORRETA:

    Uma taxa de filtração glomerular entre 30 e 44 ml/min classifica a DRC como estágio 3B. A presença de albuminúria confere agravo de risco de progressão em todos os estágios da DRC.

  • 43

    Considerando a classificação de Doença Renal Crônica, que leva em consideração a taxa de Itração glomerular, microalbuminúria e causa, em qual estágio o paciente apresenta pior prognóstico de evoluir para necessitar de terapia renal substitutiva, como diálise ou transplante renal?

    G3a A3.

  • 44

    Paciente de dois anos de idade foi admitido na Unidade de internação de pediatria para investigação de doença renal crônica, ainda sem etiologia definida. Criança veio encaminhada do interior do estado, após constatação de disfunção renal persistente após um episódio de gastroenterite aguda autolimitado. Na última avaliação laboratorial, o ritmo de filtração glomerular do paciente era 40mL/min/1.73m². Assinale a alternativa abaixo que apresenta as PRINCIPAIS ALTERAÇÕES LABORATORIAIS esperadas para esse paciente:

    Anemia normocítica e normocrômica, acidose metabólica, hipercalemia, hiperfosfatemia e hipocalcemia

  • 45

    Considerando que a hipertensão arterial sistêmica pode levar à insuciência renal crônica, assinale a alternativa que apresenta o principal mecanismo responsável por esse processo.

    isquemia

  • 46

    Acerca do uso de clearance de creatinina como marcador de filtração glomerular, assinale a alternativa correta.

    O uso do clearance de creatinina não é o melhor marcador de filtração glomerular, no entanto, por ser uma alternativa barata e acessível, é amplamente utilizada no dia a dia.

  • 47

    Um paciente com taxa de filtração glomerular estimada de 17ml/min há mais de três meses tem doença renal crônica em estágio Resposta outra resposta + Adicionar X X V X

    IV

  • 48

    Leia o caso clínico a seguir. Homem de 65 anos, com diabetes tipo 2 há quinze anos, hipertenso há dezesseis anos, evolui com creatinina 1,5 mg/dL há seis meses e agora 1,6 mg/dL. Apresenta polineuropatia e retinopatia diabética, mas sem microalbuminúria. Ultrassonogra a mostrou rins de tamanho normal e boa diferenciação corticomedular e próstata normal. Doppler de artérias renais normal, com índice de resistência em artérias arqueadas normal. As glicemias estão controladas, com HbA1c de 5,9%, em uso de insulinas. Exame de urina tipo 1 normal. Nega uso de anti-in amatórios não hormonais. Pressão arterial sistêmica bem controlada, com uso de losartana. Hidratado e sem edemas. Nesse caso, qual deve ser a consideração diagnóstica?

    No diagnóstico a ausência de microalbuminúria não afasta nefropatia diabética.

  • 49

    Etiologia da Doença Renal Crônica DRC. Sobre as causas de Doença renal crônica (DRC), podemos afirmar:

    No paciente com Diabetes Melito o quadro clínico se inicia com microalbuminúria e hipertensão, com aumento gradual da albuminúria e redução progressiva da filtração glomerular.

  • 50

    Uma mulher de 56 anos de idade, diabética, obesa, em tratamento irregular com hipoglicemiante oral, apresenta hipertensão arterial de difícil controle. Seus últimos exames de rotina mostraram glicemia de 165 mg/dl, ureia de 55 mg/dl e creatinina de 1,3 mg/dl. Com base nesse caso hipotético, é correto a rmar que, para avaliar a presença de nefropatia ainda incipiente, deve-se realizar

    microalbuminúria e taxa de filtração glomerular.

  • 51

    As 3 principais causas de Doença Renal Crônica no Brasil são:

    Hipertensão Arterial, Diabetes Melitus e Glomerulopatias

  • 52

    Homem, 65 anos, hipertenso há 30 anos, refere poliúria, sem outras queixas. Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial com valor médio de PA = 170 x 100 mmHg, em uso de anlodipina, carvedilol e furosemida. Exame físico sem alterações. Ultra-sonogra a: rins de dimensões reduzidas, 7,5 cm na maior dimensão bilateralmente, com perda da diferenciação entre córtex e medula. Considerando o diagnóstico sindrômico renal, quais parâmetros são utilizados para o estadiamento?

    Taxa de filtração glomerular e relação albumina/ creatinina urinária.

  • 53

    Mulher, 24 anos, diagnóstico de diabetes me litus tipo 1 aos 10 anos, em uso de insulina e losartana 50 mg/dia, e diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico aos 20 anos, em uso de hidroxicloroquina 400 mg/dia, prednisona 5 mg/ dia, e vitamina D3 1000UI/dia, relata há 4 meses apresentar turvação visual, fadiga, dispneia aos médios esforços e ganho de peso. Ao exame: anasarca e PA 150 x 80 mmHg. Exames complementares: hemograma, PCR, TGO, TGP, TP: normais; VHS 28 mm/h (VR 20 mm na 1 hora); Cr 1.5 mg/dl (VR 1,2 mg/dl); Ur 60 mg/dl (VR 15-45 mg/dl); albumina 3.0 mg/dl (VR 3.5-4mg/dl); Hb Glicada 6.6%; Colesterol total 250mg/dl (VR < 200mg/dl), LDL 140mg/dl (VR< 100 mg/dl); Triglicerídeos 300 (VR< 150 mg/dl); SU: proteína 4+; proteinúria em 24h: 4g/24h; fator antinúcleo reagente 1:160 padrão pontilhado no denso. Sorologias HIV, antiHBsAg, anti-HCV e VDRL: negativas. Que alteração na investigação complementar confirmaria o diagnóstico mais provável?

    Nódulos de Kimmelstiel-Wilson na biópsia renal.

  • 54

    Em pacientes com doença renal em estágio final, que anormalidade, dentre as abaixo, é a responsável pela hipertensão arterial observada?

    Expansão de volume vascular

  • 55

    Paciente do sexo masculino, 18 anos, recebeu diagnóstico de Diabetes Melitus do tipo 1, após quadro de cetoacidose diabética, diagnosticada há 2 anos. Apresenta um quadro de anasarca de início insidioso há 3 meses. Refere início de edema em membros inferiores e face, com ganho de peso de aproximadamente 7 kg no período. Vem em tratamento regular com insulinoterapia e nega uso prévio de inibidores da enzima conversora da angiotensina, anti-in amatórios ou hipolipemiantes. Os exames apresentados revelaram: Hb = 12,3g/dL leucócitos 6320 plaquetas 290.000. Creatinina = 0,6; Ureia = 67; Na = 131; K = 4,5; Albumina = 2,1; Colesterol total = 290; LDL = 178; TGL = 190. Glicemia de jejum = 115; Hemoglobina glicada = 7,0%. EAS: proteínas 4+, presença de corpúsculos ovais graxos, ausência de hematúria. A respeito do quadro apresentado, justifica-se

    realizar biópsia de rim para diagnóstico de glomerulopatia não relacionada ao diabetes.

  • 56

    Uma mulher de 63 anos de idade foi encaminhada ao nefrologista por apresentar uma dosagem sérica de creatinina de 3,4 mg/dl durante realização de exame preventivo de câncer ginecológico. Negava qualquer queixa urinária, bem como história prévia de doença renal. Havia 2 anos que vinha em acompanhamento para hipertensão arterial sistêmica e diabetes melitus, fazendo dieta hipossódica e usando enalapril, sinvastatina e clortalidona. Não tinha resultados prévios de escórias ou quaisquer exames de imagem. 0 exame físico foi completamente normal. Peso: 54,4 kg. Em se tratando de doença renal crônica, quais complicações devem ser investigadas nesse grupo vulnerável?

    Anemia, hiperparatireoidismo e hipercalemia.

  • 57

    Diversos medicamentos precisam ter sua dose ajustada de acordo com a função renal do paciente, para isso a fórmula utilizada costuma ser a de Cockroft-Gault. Calcule o Clearance de Creatinina estimado de uma mulher com 60 anos e 72 kg, que apresenta uma creatinina sérica de 1,6.

    42,5 ml/min

  • 58

    Na evolução da doença renal crônica, qual achado é observado mais precocemente?

    Anemia

  • 59

    O encontro de rins diminuídos à ultrassonografia, num paciente com insuficiência renal, sugere, dentre os abaixo:

    Mieloma múltiplo

  • 60

    Na avaliação da Taxa de Filtração Glomerular (TFG) assinale a alternativa CORRETA:

    A TFG corresponde à soma da filtração glomerular de todos os néfrons.

  • 61

    Marque a alternativa CORRETA quanto a nefropatia diabética.

    Glomeruloesclerose difusa é manifestação histológica mais comum.

  • 62

    Homem, 46a, refere cefaleia frequente, há 9 meses, concomitante ao diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, em uso de enalapril, espironolactona e furosemida. Antecedentes familiares: pais hipertensos. Exame físico: PA = 210 X 130 mmHg; creatinina= 4,9 mg/ dl; ureia = 132 mg/dl; sódio = 136 mEq/L; potássio = 3,7 mEq/L; exame sumário de urina: densidade = 1.020; pH= 6,0; leucocitos = 2/ campo; hemácias = 2/campo; proteinúria = 0,6 g/ 24horas. ECG= sobrecarga ventricular esquerda. O DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO ESPERADO É:

    Nefroesclerose benigna.

  • 63

    Paciente feminina 49 anos, refere dispneia há 36 horas, com ausculta pulmonar limpa, hálito urêmico e tremores de extremidades. Emagrecida, apresenta à palpação abdominal massas mais bem evidenciadas em andar médio e ancos, bilateralmente. Gasometria apresenta acidose metabólica parcialmente compensada, com hipercalemia 6,9 mEq/L. Creatinina elevada (9,3 mg/dl). Na família, uma irmã é transplantada de rim e uma prima faz diálise. Qual seu diagnóstico para a paciente?

    Rins policísticos.

  • 64

    Exame de maior sensibilidade para detecção de nefropatia diabética:

    Albumina urinária

  • 65

    Um paciente com nefropatia diabética apresenta clearance de creatinina de 16 ml/min. Ele tem insuciência renal crônica estágio:

    4

  • 66

    Determinado paciente de 32 anos de idade, advogado, refere que iniciou a prática de treinamento resistido com enfoque em hipertro a muscular há cerca de 10 anos, assim como corrida de 30 minutos cinco vezes por semana, associados ao uso de suplementação nutricional de whey protein (30 g/dia) e creatina (5 g/dia). O paciente possui 1,70 m de altura e 95 kg de peso corporal. A medida da circunferência abdominal é de 85 cm. A frequência cardíaca é de 62 bpm, a frequência respiratória é de 16 irpm e a saturação de oxigênio equivale a 98%. Apresenta exames laboratoriais solicitados por outro médico, por "rotina", com os seguintes valores de referência (VR) do laboratório de realização: creatinina de 1,4 mg/dL (VR: 0,7-1,3); ureia de 45 mg/dL (VR: 10-40); creatinofosfoquinase de 500 U/L (VR: 22-344); e exame sumário de urina (ESU, EQU, urina tipo I, urinanálise) sem alterações. Relata um consumo proteíco de cerca de 200 g por dia, na forma de cerca de 1 kg de peito de frango. C om base nos dados apresentados nesse caso clínico acima e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir. Em razão do nível de creatinina e ureia séricas, é correto afirmar que esse indivíduo apresenta uma doença renal incipiente.

    Errado

  • 67

    A nefropatia diabética é causa importante de doença renal crônica no meio médico e, portanto, o entendimento da fisiopatologia da glomeruloesclerose diabética é fundamental. Em relação a esse assunto, assinale a alternativa CORRETA.

    O rastreamento da lesão renal diabética incipiente é reconhecida por albuminúria em amostra isolada de urina.

  • 68

    A alteração renal que está associada a um quadro clínico de hipertro a prostática em um homem de 85 anos com di culdade miccional e que apresenta os seguintes achados laboratoriais: Sódio 139 mmol/L, potássio 4,0 mmol/L, cloreto 104 mmol/L, CO2 25 mmol/L, creatinina 1,9 mg/ dL e glicose 81 mg/dL é:

    Atrofia cortical

  • 69

    Homem de 60 anos, branco, DM2 há 20 anos, com HAS há 15 anos, sem edema, em uso de losartana 100 mg/dia, gliclazida 60 mg/dia, atorvastatina 10 mg/dia vem a consulta para avaliar função renal. Traz dosagem de creatinina de 1,9 mg/dL e TFG estimada (CKD-EPI) de 31 mL/min/1,73 m². Relação Albumina / Creatinina de 350 mg/g de creatinina. Aponte o estadiamento correto do paciente de acordo com o TFG e a albuminúria.

    G3b/A3.

  • 70

    Dentro dos conceitos de doença renal do diabetes (DRD), a base nos valores crescentes de excreção urinária de albumina (EUA), a DRD tem sido historicamente classi cada em fases. Entretanto, a progressão destes estágios não é inexorável, podendo ocorrer regressão da microalbuminúria em cerca de 30% dos pacientes, em geral associada a intervenções terapêuticas. Aponte a alternativa que NÃO faz parte dessas fases.

    Macroalbuminúria

  • 71

    Embora a taxa de complicações crônicas relacionadas ao DM venham diminuindo nas últimas duas décadas, ainda é muito grande o número de pacientes afetados, pois a incidência de DM continua aumentando. Por este motivo, a Doença Renal do Diabetes (DRD) permanece sendo a principal causa de doença renal crônica em pacientes ao ingressarem em programas de diálise, inclusive no Brasil. A DRD está associada ao aumento de mortalidade, principalmente relacionada à doença cardiovascular. Em referência à enorme importância do adequado conhecimento de alterações achadas devido à sua evolução, indique a opção considerada INADEQUADA.

    A diminuição rápida e acentuada da taxa de filtração glomerular (> 80%) após o início de terapia com Inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina (IECA) ou Bloqueadores do Receptor AT1 da Angiotensina (BRA)sugere estenose da artéria renal, devendo esta possibilidade ser avaliada, especialmente em pacientes com vasculopatia.

  • 72

    Paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, com antecedente de diabetes melitus e hipertensão arterial sistêmica por mais de 15 anos, além de obesidade (peso de 85 kg e altura de 1,62 m) e dislipidemia, em tratamento médico irregular, sem controle clínico adequado, encaminhado para o ambulatório de nefrologia para acompanhamento, devido à elevação das escórias nitrogenadas e edema corporal. Após a avaliação inicial, foi constatado, por meio de exames laboratoriais: creatinina = 3,0 mg/dl; ureia = 90 mg/dl; colesterol total = 280 mg/dl; HDL = 35 mg/dl; triglicérides = 235 mg/dl; ácido úrico = 8,5 mg/dl; glicemia = 210 mg/dl; glicemia pós- prandial = 250 mg/dl; cálcio = 8,0 mg; fósforo = 6,0 mg; Hb = 10,5 g/dl; Ht = 32,5%; potássio = 5,0 mEq/L; US com rins de tamanho, forma e ecogenicidade dentro do normal, com espessura corticomedular pouco reduzida. Fundo de olho com retinopatia proliferativa grau II. Com base nesses exames, o paciente foi considerado como portador de nefropatia crônica secundária à nefropatia diabética e hipertensiva. Sobre a insuciência renal crônica, pode-se afirmar que:

    Os controles pressórico e glicêmico inadequados podem influenciar de forma negativaa progressão da nefropatia crônica.

  • 73

    As primeiras manifestações clinicolaboratoriais da nefropatia diabética incluem:

    Hiperfiltração glomerular e microalbuminúria.

  • 74

    Durante uma consulta de rotina, um paciente nefropata recebeu a recomendação de que fosse investigada a possibilidade de ter aneurisma intracraniano, devido ao relato de falecimento por hemorragia subaracnóidea de dois familiares de primeiro grau, também nefropatas. A provável doença renal desse paciente é:

    Doença renal policística.

  • 75

    Um homem branco de 75 anos de idade compareceu ao consultório para avaliação médica de rotina. Tem história de hipertensão arterial e faz uso regular de diurético tiazídico. Antecedente de colecistectomia aos 35 anos. Ao exame físico encontrava-se com pressão arterial de 130x80mmHg, sem outros dados relevantes. Trouxe exame sumário de urina que se revelou normal e uma determinação do clearance de creatinina em urina de 24 horas de 55mL/min/ 1,73m2 (creatinina sérica = 1,4mg/dl) feitos na semana anterior. Responda o item verdadeiro:

    Um maior período de observação é necessário para determinar se este paciente tem ou não doença renal crônica.

  • 76

    A Doença Renal Crônica (DRC) em seu estágio inicial, normalmente, é assintomática. O diagnóstico é muitas vezes feito por exames de rastreamento. Apesar destes componentes, o quadro clínico e alguns exames complementares podem apontar a causa da doença. A alternativa CORRETA é:

    No diabete Melito, o quadro clínico, em geral, se inicia com microalbuminúria e hipertensão, com aumento gradual da albuminúria e redução progressiva da filtração glomerular.

  • 77

    Assinale a afirmação INCORRETA.

    A etiologia da doença renal crônica (DR C) na criança é semelhante à encontrada no adulto.

  • 78

    (SCMSJRP- SP-2017) Um menino de cinco anos, com atraso na fala, apresenta hematúria macroscópica. Audiometria revela perda auditiva bilateral para altas frequências. Qua a principal hipótese diagnóstica?

    Síndrome de Alport.

  • 79

    Em mulheres com infecção urinária, uma ferramenta valiosa no exame de urina é a avaliação da presença de Nitrito. Assinale a alternativa CORRETA.

    A desvantagem do método é que ele não identifica a presença de patógenos gram- positivos.

  • 80

    Mulher, 35a, apresenta dor para urinar, aumento da frequência, diminuição da quantidade e urgência miccional há dois dias. Nega febre, calafrios, dor lombar e gravidez. Antecedente pessoal: dois episódios semelhantes nos últimos seis meses. Exame sumário de urina: hemácias= 20/campo, leucocitos= > 100/campo, proteína ausente, nitrito= +++/4+, leucócito esterase= +++/4+; Urocultura: E coli > 10 UFC, sensível a todos os antibióticos testados.APÓS O TRATAMENTO DESTE EPISÓDIO, A CONDUTA PARA PREVENIR NOVAS INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO É:

    Prescrever profilaxia com nitrofurantoina por seis meses.

  • 81

    A infecção em pacientes com pielonefrite aguda pode ser subdividida em (1) infecção não complicada que não justifica hospitalização, (2) infecção não complicada em pacientes com trato urinário normal que estão enfermos o suficiente para justificar hospitalização para terapia parenteral e (3) infecção complicada associada com hospitalização, cateterismo, cirurgia urológica ou anormalidades do trato urinário. É fundamental determinar se o paciente tem uma ITU não complicada ou complicada, pois anormalidades significativas foram encontradas em 16% dos pacientes com pielonefrite aguda. Nesse sentido, em pacientes com pielonefrite:

    o Sulfametazaxol + trimeetoprima oral (160/800 mg [1 comprimido de dupla força] duas vezes ao dia por 14 dias) é um agente apropriado se o organismo for conhecido por ser sensível; se a suscetibilidade for desconhecida, uma dose intravenosa inicial de um antibiótico parenteral de ação prolongada, como 1 g de ceftriaxona ou uma dose consolidada de 24 horas de um aminoglicosídeo, é recomendada.

  • 82

    Uma mulher com 20 anos de idade, com 10 semanas de gestação, retorna para consulta de pré-natal com exames de rotina. A urocultura apresentou crescimento bacteriano maior que 10x5 UFC/mL (unidades formadoras de colônias por mL). A paciente relatou aumento da frequência urinária, entretanto negou sintomas como disúria, urgência miccional, noctúria, dor suprapúbica ou febre. Nesse caso, o diagnóstico e o tratamento antimicrobiano são, respectivamente:

    bacteriúria assintomática, nitrofurantoina.

  • 83

    Os cálculos da via urinária são formados, mais comumente, por:

    Oxalato de cálcio.

  • 84

    Paciente de 45 anos, sexo masculino, é atendido em pronto atendimento apresentando dor em cólica de grande intensidade, início súbito, originada no flanco esquerdo, propagando-se para a região inguinal homolateral. Foi realizado raio X simples de vias urinárias que não apresentou alterações. O exame de urina mostrou pH urinário igual a 5,8. Após realização de ultrassom de abdome total, é confirmada a hipótese de nefrolitíase. A composição provável do cálculo e a orientação inicial devem ser:

    Cálculo de ácido úrico; alcalinização da urina com suplementação oral de bicabornato.

  • 85

    Qual o tipo de cálculo urinário é MAIS comum em mulheres e está mais relacionado a infecções?

    Estruvita.

  • 86

    Em relação à nefrolitíase, qual dos tipos de cálculo relacionados é formado, preferencialmente, em pH alcalino?

    Estruvita.

  • 87

    Na nefrolitíase, cálculos de oxalato de cálcio são os mais comuns. Constitui uma medida potencialmente útil na prevenção desses cálculos:

    restrição de sódio da dieta

  • 88

    É fator de risco para nefrolitíase a excreção urinária:

    elevada de cálcio.

  • 89

    São considerados associados ao aumento do risco de formação de cálculos renais o seguintes fatores:

    dieta rica em sódio, sindromes de má absorção intestinal e excesso de vitamina D.

  • 90

    Paciente do sexo masculino, de 23 anos, apresentou cólica nefrética. Ultrassonografia mostrou cálculo de 0,4 cm em ureter médio direito, além de vários microcálculos calicinais, bilateralmente. Qual é a mais provável causa metabólica da formação desses cálculos?

    Hipercalciúria primária.

  • 91

    A diminuição da excreção de citrato na urina causa o surgimento de cálculos renais compostos de:

    oxalato de cálcio.

  • 92

    Um homem de 54 anos queixa-se de prurido generalizado e fadiga. É portador de retocolite ulcerativa e faz uso de mesalazina. Nega etilismo ou tabagismo. Ao exame físico, as mucosas são coradas, hidratadas e ictéricas. Não há outras anormalidades no restante do exame. Exames de laboratório: Hg: 12,4g/dL; LG: 5.670/mm³; plq: 213.000/mm³; creat: 0,8mg/dL; ur: 15mg/dL; Ca: 8,8mg/dL; BT: 3,5mg/dL; BD: 2,8mg/dL; FA: 346U/L; GGT: 450U/L; AST: 84U/L; ALT: 58U/L. Ultrassonografia abdominal: fígado, pâncreas e vias biliares sem anormalidades; imagens hiperecogênicas com sombra acústica posterior nos cálices renais direitos e esquerdos; ureteres de calibre normal; bexiga sem alterações. Assinale a alternativa que apresenta a constituição química MAIS PROVÁVEL para os achados renais encontrados à ultrassonografia nesse paciente.

    Oxalato de cálcio.

  • 93

    Entre os fármacos abaixo, qual pode ser causador direto de litíase urinária?

    indinavir

  • 94

    Uma paciente é admitida com dor intensa em flanco direito e, após avaliação e exames complementares, recebeu o diagnóstico de litíase renal e a dor atribuída ao cálculo impactando no ureter. Avaliando as medicações em uso para as suas comorbidades: hipertensão, diabetes, dislipidemia e enxaqueca crônica, concluiu-se que uma contribuiu para o quadro de litíase renal, qual?

    Topiramato

  • 95

    A recomendação dietética para um paciente portador de litíase urinária (independente do distúrbio metabólico de base) deve ser:

    Normoproteica, restrição moderada de sal, normocálcica, rica em potássio e elevada ingestão de líquidos.

  • 96

    Homem, 37 anos, apresenta hematuria microscópica e calculose renal cálcica. A calcemia está normal, mas a calciúria francamente aumentada. Entre as drogas abaixo listadas, a que pode ser de utilidade na prevenção de novos cálculos urinários é:

    Hidroclorotiazida.

  • 97

    Paciente portador de litiase urinária recorrente foi orientado a procurar nefrologista para realização de investigação metabólica. Evidenciou-se que o mesmo apresentava o distúrbio hipercalciúria e lhe foi feita orientação alimentar específica e a prescrição de um medicamento para reduzir a excreção urinária de cálcio. Qual o provável medicamento prescrito?

    Hidroclorotiazida

  • 98

    Paciente masculino, de 35 anos, apresentou cálculos renais bilaterais à tomografia computadorizada abdominal. Referiu ter eliminado vários cálculos e realizado litotripsia extracorpórea no passado. Relatou que o irmão e o pai também tinham cálculos renais. O exame físico não revelou anormalidade. Os exames laboratoriais foram normais para níveis séricos de ureia, creatinina, sódio, potássio, cálcio total, albumina, fósforo e paratormônio. O exame qualitativo de urina indicou cristais de oxalato de cálcio; a urina de 24 horas evidenciou volume urinário de 1.200 ml/24 horas e hipercalciúria (cálcio urinário de 340 mg/24 horas); os níveis de ácido úrico, citrato e oxalato estavam normais. Os exames foram repetidos, com resultados similares. Diante do diagnóstico mais provável, que medida para prevenir a formação de novos cálculos, dentre as abaixo, não está indicada?

    Restrição de cálcio na dieta.

  • 99

    Paciente de 45 anos, sexo masculino, é atendido em pronto atendimento apresentando dor em cólica de grande intensidade, início súbito, originada no flanco esquerdo, propagando-se para a região inguinal homolateral. Foi realizado raio X simples de vias urinárias que não apresentou alterações. O exame de urina mostrou pH urinário igual a 5,8. Após realização de ultrassom de abdome total, é confirmada a hipótese de nefrolitíase. A composição provável do cálculo e a orientação inicial devem ser:

    Cálculo de ácido úrico; alcalinização da urina com suplementação oral de bicabornato.

  • 100

    (SP-UNESP-2019) Mulher de 28 anos apresenta dor aguda e intensa em flanco esquerdo, irradiada para abdome inferior, e náuseas há 2 dias. Nega febre, calafrios, disúria, hematúria, atraso menstrual, corrimento vaginal, alterações do hábito intestinal e cirurgia abdominal prévia. Obteve melhora parcial da dor após receber anti-inflamatório via parenteral. O melhor exame subsidiário para confirmar sua hipótese diagnóstica é?

    TC de abdome total, não contrastada.