Gastro
DRGE
問題一覧
1
pHmetria de 24hs
2
ingestão excessiva de alimentos condimentados
3
ingestão excessiva de alimentos condimentados
4
O H. pylori é microaerófilo e pode viver em qualquer tipo de epitélio do trato gastrointestinal.
5
A sua infectividade é mais alta em países desenvolvidos.
6
Parentes de primeiro grau de pacientes com adenocarcinoma gástrico.
7
Homem cujo pai faleceu de adenocarcinoma gástrico.
8
IBP (dose plena) + amoxicilina 1G + Claritromicina 500 MG 2 vezes ao dia – durante 14 dias.
9
sorologia IGG; IGM.
10
Helicobacter pylori.
11
o exame histológico é o método padrão-ouro para diagnóstico da infecção.
12
Pacientes em uso de clopidogrel e fenitoína via enteral.
13
4 dias.
14
Omeprazol
15
Maior risco de câncer de bexiga.
16
Úlcera duodenal.
17
Lanzoprazol 30 mg/2x/dia + Claritomicina 500 mg/2x/dia + Amoxicilina 1000 mg/2x/dia, por 14 dias.
18
amoxicilina 1 g, claritromicina 500 mg e IBP em dose plena, todos de 12/12 h, por 14 dias.
19
Clopidogrel; redução de atividade antiplaquetária.
20
Tipo V.
21
Gastroduodenal
22
Alcalose metabólica hipoclorêmica hipocalêmica.
23
Solicitar endoscopia digestiva alta e prescrever procinético.
24
Prescrever procinético para tratar síndrome dispéptica.
25
Lanzoprazol 30 mg/2x/dia + Claritomicina 500 mg/2x/ dia + Amoxicilina 1000 mg/2x/dia, por 14 dias.
26
Gastrina, histamina e acetilcolina.
27
Solicitar uma endoscopia digestiva alta para avaliação.
28
Gastropatia hipertrófica hipoproteinêmica.
29
Célula D - produz somatostatina.
30
Medicar o paciente com inibidor de bomba de prótons e solicitar uma Endoscopia Digestiva Alta.
31
Artéria gástrica esquerda, artéria esplênica, artéria hepática comum.
32
As causas da dispepsia, geralmente são investigadas a partir da endoscopia, sendo que a endoscopia alta é um exame de primeira linha na investigação da dispepsia em idosos.
33
Gastroduodenal
34
Solicitar Endoscopia digestiva alta e iniciar procinético para síndrome do desconforto pós prandial.
35
Tratar imediatamente a infecção pelo H. pylori e fazer controle de tratamento após quatro semanas com novo teste respiratório.
36
Orientar uma alimentação mais branda e solicitar uma endoscopia digestiva alta, mantendo a ranitidina.
37
linfoma gástrico de células B.
38
Eritromicina
39
Orientação comportamental e acompanhamento na atenção básica.
40
Gastrite atrófica e anemia perniciosa
41
Colecistoquinina
42
Gastroparesia diabética.
43
solicitar endoscopia digestiva alta.
44
Fracionar as refeições, diminuir teor de gorduras, reduzir ingesta de café e procinéticos.
45
Leptina
46
Prescrever Inibidores da Bomba de Prótons (IBP por 4-6 semanas, com orientações para mudanças nos hábitos de vida).
47
Tanto a retocolite ulcerativa como a doença de Crohn são mais comuns entre mulheres que usam contraceptivos orais em comparação com aquelas não usam.
48
vitamina B12 e ferro.
49
endócrinas, localizadas no corpo gástrico, secretam grelina que tem ação orexígena.
50
Está indicada a realização de endoscopia digestiva alta para investigação da causa dos sintomas dispépticos.
51
Pesquisa de H. pylori pelo teste respiratório da ureia
52
manometria gastroduodenal
53
Errada, pois o médico deveria ter solicitado EDA já na primeira consulta.
54
A causa mais frequente de deficiência de vitamina B12 é a baixa ingesta desta vitamina, ou a ingesta alcoólica exacerbada que contribui para o aparecimento de anemia microcítica hipocrômica.
55
A musculatura intrínseca do esôfago distal, as fibras musculares (em gravata) do cárdia e o diafragma são fatores que contribuem com a zona de alta pressão, localizada acima da junção esofagogástrica.
56
rouquidão
57
Inibidor de bomba de prótons, perda de peso e orientação dietética.
58
Manometria; avaliação da função peristáltica do esôfago.
59
O esfíncter esofagiano inferior localiza-se logo acima da junção esofagogástrica, é uma estrutura anatômica que possui uma pressão mais elevada que os segmentos adjacentes, contribuindo para evitar o refluxo gastroesofágico.
60
Sugerir fundoplicatura videolaparoscópica parcial
61
Gastroplastia com derivação em Y-de-Roux (Bypass gástrico).
62
esofagite eosinofílica.
63
Os sintomas mais comuns em adultos são disfagia e impactação alimentar.
64
Omeprazol
65
Sintomas de angústia respiratória, como rouquidão, estridor e dispneia, sugerem edema das vias aéreas superiores e são geralmente piores com a ingestão de álcalis.
66
As lesões causadas por ácidos são devidas a necrose liquefativa e por isso atingem tecidos mais profundos.
67
Inibidores de bomba de prótons.
68
Esofagite induzida por medicação
69
Terço médio do esôfago.
70
Esofagite de CMV (citomegalovírus) e Ganciclovir.
71
Citomegalovírus
72
A musculatura intrínseca do esôfago distal, as fibras musculares (em gravata) do cárdia e o diafragma são fatores que contribuem com a zona de alta pressão, localizada acima da junção esofagogástrica.
73
O conhecimento da história médica anterior e de uso de medicamentos é fundamental.
74
Vitamina B12.
75
Esôfago de Barrett.
76
Metaplasia de células colunares do tipo intestinal.
77
Anemia perniciosa.
78
Gastrina, histamina e acetilcolina.
79
Gastropatia com perda de proteína e hipocloridria.
80
Vômito envolve o sistema nervoso central com envolvimento de músculos esqueléticos nos quais o conteúdo gástrico é expelido pela boca por causa da coordenação de movimentos do intestino delgado, do estômago, do esôfago e do diafragma.
81
Sintomas tenham iniciado há pelo menos 6 meses do diagnostico e presentes nos últimos 3 meses.
82
histamina, acetilcolina e gastrina.
83
Glândulas de Brunner e ausência de pregas.
84
inibir a secreção de ácido pelo estômago
85
cintilografia
86
infecção pelo Helicobacter pylori
87
Zolinger-Elison.
88
I, II e III
89
Gastrina: usado para medir a secreção máxima do ácido gástrico/pentagastrina.
90
Artéria gastroduodenal.
91
Secretina
92
A paciente provavelmente apresenta inflamação da mucosa gástrica e necessita de endoscopia digestiva alta para descartar gastrite.
93
À anemia perniciosa.
94
relaxar o esfíncter do Oddi.
95
Gastroparesia diabética;
96
hepática, esplênica e gástrica esquerda.
97
Artéria gastroduodenal
98
A antibioticoterapia está indicada para melhora da dispepsia do paciente.
99
Deve-se recomendar o tratamento com dose padrão de inibidor de bomba de prótons por 8 semanas.
100
Deve-se recomendar o tratamento com dose padrão de inibidor de bomba de prótons por 8 semanas.
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1
pHmetria de 24hs
2
ingestão excessiva de alimentos condimentados
3
ingestão excessiva de alimentos condimentados
4
O H. pylori é microaerófilo e pode viver em qualquer tipo de epitélio do trato gastrointestinal.
5
A sua infectividade é mais alta em países desenvolvidos.
6
Parentes de primeiro grau de pacientes com adenocarcinoma gástrico.
7
Homem cujo pai faleceu de adenocarcinoma gástrico.
8
IBP (dose plena) + amoxicilina 1G + Claritromicina 500 MG 2 vezes ao dia – durante 14 dias.
9
sorologia IGG; IGM.
10
Helicobacter pylori.
11
o exame histológico é o método padrão-ouro para diagnóstico da infecção.
12
Pacientes em uso de clopidogrel e fenitoína via enteral.
13
4 dias.
14
Omeprazol
15
Maior risco de câncer de bexiga.
16
Úlcera duodenal.
17
Lanzoprazol 30 mg/2x/dia + Claritomicina 500 mg/2x/dia + Amoxicilina 1000 mg/2x/dia, por 14 dias.
18
amoxicilina 1 g, claritromicina 500 mg e IBP em dose plena, todos de 12/12 h, por 14 dias.
19
Clopidogrel; redução de atividade antiplaquetária.
20
Tipo V.
21
Gastroduodenal
22
Alcalose metabólica hipoclorêmica hipocalêmica.
23
Solicitar endoscopia digestiva alta e prescrever procinético.
24
Prescrever procinético para tratar síndrome dispéptica.
25
Lanzoprazol 30 mg/2x/dia + Claritomicina 500 mg/2x/ dia + Amoxicilina 1000 mg/2x/dia, por 14 dias.
26
Gastrina, histamina e acetilcolina.
27
Solicitar uma endoscopia digestiva alta para avaliação.
28
Gastropatia hipertrófica hipoproteinêmica.
29
Célula D - produz somatostatina.
30
Medicar o paciente com inibidor de bomba de prótons e solicitar uma Endoscopia Digestiva Alta.
31
Artéria gástrica esquerda, artéria esplênica, artéria hepática comum.
32
As causas da dispepsia, geralmente são investigadas a partir da endoscopia, sendo que a endoscopia alta é um exame de primeira linha na investigação da dispepsia em idosos.
33
Gastroduodenal
34
Solicitar Endoscopia digestiva alta e iniciar procinético para síndrome do desconforto pós prandial.
35
Tratar imediatamente a infecção pelo H. pylori e fazer controle de tratamento após quatro semanas com novo teste respiratório.
36
Orientar uma alimentação mais branda e solicitar uma endoscopia digestiva alta, mantendo a ranitidina.
37
linfoma gástrico de células B.
38
Eritromicina
39
Orientação comportamental e acompanhamento na atenção básica.
40
Gastrite atrófica e anemia perniciosa
41
Colecistoquinina
42
Gastroparesia diabética.
43
solicitar endoscopia digestiva alta.
44
Fracionar as refeições, diminuir teor de gorduras, reduzir ingesta de café e procinéticos.
45
Leptina
46
Prescrever Inibidores da Bomba de Prótons (IBP por 4-6 semanas, com orientações para mudanças nos hábitos de vida).
47
Tanto a retocolite ulcerativa como a doença de Crohn são mais comuns entre mulheres que usam contraceptivos orais em comparação com aquelas não usam.
48
vitamina B12 e ferro.
49
endócrinas, localizadas no corpo gástrico, secretam grelina que tem ação orexígena.
50
Está indicada a realização de endoscopia digestiva alta para investigação da causa dos sintomas dispépticos.
51
Pesquisa de H. pylori pelo teste respiratório da ureia
52
manometria gastroduodenal
53
Errada, pois o médico deveria ter solicitado EDA já na primeira consulta.
54
A causa mais frequente de deficiência de vitamina B12 é a baixa ingesta desta vitamina, ou a ingesta alcoólica exacerbada que contribui para o aparecimento de anemia microcítica hipocrômica.
55
A musculatura intrínseca do esôfago distal, as fibras musculares (em gravata) do cárdia e o diafragma são fatores que contribuem com a zona de alta pressão, localizada acima da junção esofagogástrica.
56
rouquidão
57
Inibidor de bomba de prótons, perda de peso e orientação dietética.
58
Manometria; avaliação da função peristáltica do esôfago.
59
O esfíncter esofagiano inferior localiza-se logo acima da junção esofagogástrica, é uma estrutura anatômica que possui uma pressão mais elevada que os segmentos adjacentes, contribuindo para evitar o refluxo gastroesofágico.
60
Sugerir fundoplicatura videolaparoscópica parcial
61
Gastroplastia com derivação em Y-de-Roux (Bypass gástrico).
62
esofagite eosinofílica.
63
Os sintomas mais comuns em adultos são disfagia e impactação alimentar.
64
Omeprazol
65
Sintomas de angústia respiratória, como rouquidão, estridor e dispneia, sugerem edema das vias aéreas superiores e são geralmente piores com a ingestão de álcalis.
66
As lesões causadas por ácidos são devidas a necrose liquefativa e por isso atingem tecidos mais profundos.
67
Inibidores de bomba de prótons.
68
Esofagite induzida por medicação
69
Terço médio do esôfago.
70
Esofagite de CMV (citomegalovírus) e Ganciclovir.
71
Citomegalovírus
72
A musculatura intrínseca do esôfago distal, as fibras musculares (em gravata) do cárdia e o diafragma são fatores que contribuem com a zona de alta pressão, localizada acima da junção esofagogástrica.
73
O conhecimento da história médica anterior e de uso de medicamentos é fundamental.
74
Vitamina B12.
75
Esôfago de Barrett.
76
Metaplasia de células colunares do tipo intestinal.
77
Anemia perniciosa.
78
Gastrina, histamina e acetilcolina.
79
Gastropatia com perda de proteína e hipocloridria.
80
Vômito envolve o sistema nervoso central com envolvimento de músculos esqueléticos nos quais o conteúdo gástrico é expelido pela boca por causa da coordenação de movimentos do intestino delgado, do estômago, do esôfago e do diafragma.
81
Sintomas tenham iniciado há pelo menos 6 meses do diagnostico e presentes nos últimos 3 meses.
82
histamina, acetilcolina e gastrina.
83
Glândulas de Brunner e ausência de pregas.
84
inibir a secreção de ácido pelo estômago
85
cintilografia
86
infecção pelo Helicobacter pylori
87
Zolinger-Elison.
88
I, II e III
89
Gastrina: usado para medir a secreção máxima do ácido gástrico/pentagastrina.
90
Artéria gastroduodenal.
91
Secretina
92
A paciente provavelmente apresenta inflamação da mucosa gástrica e necessita de endoscopia digestiva alta para descartar gastrite.
93
À anemia perniciosa.
94
relaxar o esfíncter do Oddi.
95
Gastroparesia diabética;
96
hepática, esplênica e gástrica esquerda.
97
Artéria gastroduodenal
98
A antibioticoterapia está indicada para melhora da dispepsia do paciente.
99
Deve-se recomendar o tratamento com dose padrão de inibidor de bomba de prótons por 8 semanas.
100
Deve-se recomendar o tratamento com dose padrão de inibidor de bomba de prótons por 8 semanas.