問題一覧
1
Da falta de acesso à educação, saúde, emprego, saneamento básico.
2
Fica Vivo (MG) Pacto pela Vida (PE) Unidades de Polícia Pacificadora (RJ) Estado Presente em Defesa da Vida (ES)
3
Por uma questão matemática; Falta de Institucionalização de doutrina, de metódo ou protocolo investigativo; Baixa Integração entre as instituições envolvidas na persecução penal
4
nos casos em que a morte é decorrente de ação de policial militar ou bombeiro militar, ou mesmo de integrantes das forças armadas em serviço ou não. Em regra Tribunal do Júri devendo a investigação ser realizada pela polícia judiciária.
5
Princípio da integralidade ou da indivisibilidade da Investigação; Princípio da Verosssimilhança ou da verdade possível; Princípio da Possibilidade; Princípio da Potencialidade Homicida do Ser Humano; Princípio da Racionalidade Humana como Norteadora da ação criminosa; Princípio da Motivação Necessária
6
Cada elemento de informação ou prova é uma peça do quebra-cabeças
7
A investigação criminal deve representar o fato apurado o mais próximo possível do que efetivamente ocorreu.
8
Não se pode excluir qualquer hipótese de possibilidade para o crime, por mais que seja estranha ou improvável
9
Não se deve jamais afastar a possibilidade de uma pessoa ter praticado um crime contra a vida considerando sua condição social, sua aparência, seu grau de proximidade (amizade ou parentesco) com a vítima, tendo em vista a decorrência natural do instinto da agressividade humana.
10
ninguém age sem pensar
11
Não existe crime doloso contra a vida sem motivação
12
Mecânica Últimos Passos Motivação Autoria
13
É o nexo que liga o autor à vítima
14
São os casos em que o crime é praticado em decorrência de uma situação emocional intensa do agente envolvido.
15
O investigador colhe cada um dos vestígios relacionados ao fato e através de sua análise chega-se a outras informações, assim sucessivamente até que chegue ao final da Investigação e todas as suas conclusões.
16
Relações Familiares Relações de Amizade Relações Profissionais Relações Sociais Vida Oculta
17
Identificação do Problema; Aplicação de Técnicas Invasivas para a Coleta de Dados; Análise dos dados capturados; Formulação de Novas Hipóteses;
18
permite a identificação das pessoas que deixaram tal vestígio na cena do crime
19
os espermatozóides coletados na vítima ajudam na caracterização do crime e na identificação do autor
20
da vulnerabilidade social, decorrente da deficiência de políticas públicas
21
por uma questão matemática
22
Falta de institucionalização de doutrina, de método ou protocolo investigação.
23
do fato de que são diversos personagens com papéis distintos, que possuem em comum o objetivo da resolução do crime
24
, “a ciência da Investigação é um campo permanentemente aberto à busca do saber e à descoberta da verdade”. A investigação criminal não se confunde com a observância irrestrita dos ditames da legislação processual penal e extravagante. A legislação confere discricionariedade para que a equipe de investigação desenvolva o trabalho de forma técnica.
25
uma diretriz de investigação de crimes contra a vida admitindo exceções.
26
Certo
27
premeditação e planejamento, assim como em relação ao veneno, ao fogo e ao explosivo, embora não sejam armas de fogo, suas utilizações também indicam planejamento e premeditação.
28
A utilização de arma branca denota, via de regra, premeditação e planejamento.
29
A decisão de matar foi bem orquestrada e planejada indicando premeditação.
30
Indicam o grau de comprometimento do autor na consumação do crime e a intensidade de sentimentos e emoções que o motivaram.
31
Motivo passional; Motivo ocasional; Motivo patrimonial; Vingança; Pistolagem; Queima de Arquivo; Origem Psicopata; Empreendimentos Criminosos; Motivos ideológicos.
32
São os casos em que o crime é praticado em decorrência de uma situação emocional intensa do agente envolvido, como por exemplo, um relacionamento amoroso. O motivo passional que fomenta um homicídio tem origem na traição, no desprezo, no ciúme exagerado e no rompimento não desejado do relacionamento por parte do agressor.
33
A motivação do crime nasce quase que concomitantemente com sua prática e decorre de um desentendimento, de uma desavença momentânea, ou de uma discussão casual que ocorre, por exemplo, no trânsito, em um bar, em uma festa, dentre outras hipóteses
34
São os casos em que o crime é praticado em decorrência de uma situação em que o autor se sente prejudicado de alguma forma pela vítima. Exemplos: integrantes de organização criminosa que matam integrante de facção rival para vingar a morte de seu componente, o pai que mata o estuprador de sua filha.
35
Ocorre a motivação patrimonial quando o autor pratica o crime no intuito de ver aumentar seu patrimônio ou de não vê-lo diminuir. Como exemplos, citamos os casos em que o agente mata para ficar com a herança, para receber seguro de vida, para não pagar ou porque não recebeu dívidas que tinha para com a vítima.
36
Ocorre quando pessoas são contratadas para matar a vítima mediante pagamento ou promessa de pagamento. Nesses casos a investigação se torna mais complexa, pois geralmente não existe um vínculo direto entre executor e vítima e o vínculo patrimonial entre mandante e executor pode ser de difícil comprovação.
37
Queima de arquivo - Ocorre para que a vítima não revele algo que sabe. Em regra, o homicídio é praticado para encobrir outro crime, de modo a assegurar sua ocultação ou impunidade (conexão obje va consequencial), não se exigindo que o autor do homicídio seja a mesma pessoa que praticou o crime que se pretende encobrir. Pode ocorrer também que a eliminação da vítima ocorra para encobrir fato que não caracteriza crime. Exemplo: autor mata a testemunha do roubo por ele ou por outra pessoa pra cado; autor que mata a vítima que pretendia comentar com sua esposa sobre uma traição.
38
O comportamento é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições.
39
São os casos em que o homicídio é praticado no contexto da atividade criminosa. Exemplos: traficante que mata rival em disputa pelo controle territorial do tráfico de drogas; líder de organização criminosa que determina a morte de um integrante “traidor” que deletava o esquema à polícia.
40
São os casos em que o homicídio é praticado por crenças extremistas de cunho ideológico. A ocorrência de homicídios com essa espécie de motivação relaciona-se às características sociais, culturais e políticas de determinado local.
41
trata-se de uma metodologia utilizada pelos departamentos de polícia dos norte-americanos nas investigações de mortes intencionais que consiste em considerar a vítima como o centro de uma série de círculos que se expandem a partir dela
42
● identificação do problema ● Aplicação de técnicas invasivas para a coleta de dados ● Análise dos dados capturados ● Formulação de novas hipóteses
43
O método da detonação consiste na utilização de técnicas invasivas de investigação que viabilizarão o acesso às informações e provas.
44
O policial civil procede ao acionamento do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal, ambos via Sistema de Criminalística - ODIN, a apartir do número do RAI, requisitando a realização de exame pericial em local de morte violenta e a remoção do corpo para fins de exame pericial cadavérico.
45
SVO
46
Botas Coletes balístico Luvas de procedimento Máscaras descartáveis Máscaras de vapores orgânicos Capa de Chuva
47
Armas (de fogo e não letais) Algemas Lanterna
48
Formulário de Recognição visuográfica em branco Folha de croqui de local Folha de croqui cadavérico Câmera fotográfica/Filmadora Prancheta ou suporte eletrônico (tablet)
49
depoimentos de vítimas sobreviventes, testemunha e informantes
50
sangue, arma de fogo, elementos de munição, fragmentos papilares, imagens de videomonitoramento e etc.
51
A única situação que autoriza o profissional de segurança pública adentrar ao local de crime é a presença nele de vítimas sobreviventes
52
A única situação que autoriza o profissional de segurança pública adentrar ao local de crime é a presença nele de vítimas sobreviventes
53
Isolamento consiste no conjunto de medidas adotadas para evitar que qualquer pessoa, exceto o perito criminal, adentre à cena do crime. O isolamento deve abranger os locais imediato, mediato e relacionado
54
Garantir a segurança dos profissionais de segurança pública que atuarão no local Preservar as informações decorrentes das ações investigativas e de perícia Preservar a imagem da vítima Contribuir para o bom andamento dos trabalhos no local
55
Preservação é a consequência natural do isolamento e tem por finalidade manter intactos todos os vestigios até a chegada da equipe que providenciará o exame pericial de local e os recolherá
56
É o local onde encontra-se o corpo de delito e seu entorno próximo (corpo da vítima)
57
constitui-se nas adjacências (área especialmente próxima) ao local imediato e a ele geograficamente ligado, onde poderão ser encontrados vestígios do crime, mas não necessariamente o serão
58
É todo e qualquer local que, não estando interligado geograficamente aos locais imediato e mediato guarde relação com o crime
59
todos os procedimentos de segurança, preservação e coleta de vestígios devem ser adotados nos locais imediato, mediato e relacionado
60
É o local completamente intocável, preservado os vestígios e mantidas as condições deixadas pelos envolvidos no delito (vítima, testemunhas presenciais e agressor)
61
É o local que não foi devidamente preservado
62
Não é utilizada pelos policiais civis de Goiás
63
Considera-se cadeia de custódia o conjunto de todos os procedimentos utilizados para manter e documentar a história cronológica do vestígio coletado em locais ou em vítimas de crimes, para rastrear sua posse e manuseio a partir de seu reconhecimento até o descarte.
64
Reconhecimento; Isolamento; fixação; coleta; acondicionamento; transporte; recebimento; processamento; armazenamento; Descarte.
65
ato de distinguir um elemento como de potencial interesse para a produção da prova pericial
66
ato de se evitar que alterem o estado e a conservação das coisas (locais imediato, mediato e relacionado
67
descrição detalhada do vestígios conforme se encontra no local do crime ou no corpo de delito
68
ato de recolher o vestígio que será submetido a exame pericial
69
Procedimento de embalar cada vestígio de forma individualizada para posterior análise, com anotação de data, hora e nome de quem realizou a coleta e o acondicionamento
70
ato de transferir o vestígio de um local ao outro, garantido suas características e o controle de sua posse
71
ato formal de transferência da posse do vestígio, que deve ser documentado com, no mínimo, informações referentes ao número de procedimento e unidade de polícia judiciária relacionada, local de origem, nome de quem transportou o vestígio, código de rastreamento, natureza do exame, tipo do vestígio, protocolo, assinatura e identificação de quem o recebeu
72
É o exame pericial em si, formalizando-se ao final, o respectivo laudo pericial
73
Procedimento referente à guarda do material a ser processado, guardado para a realização de contraprova, descartado ou, ainda, transportado
74
procedimento referente à liberação do vestígio, respeitando a legislação vigente e, quando pertinente, mediante autorização judicial
75
Certo
76
oriunda da psiquiatria
77
é uma peça subjetiva detalhada na qual devem constar as impressões da equipe que acompanhou as diligências de local de crime, bem como os resultados relevantes das diligências preliminares
78
demanda decisão fundamentada do juiz
79
Operação Cessar Fogo (Boston) Prevenção da Violência Letal (Baltimore) Compstat (New York) Redução de Homicídios (Milwaukee)
80
Cultura cidadã (Bogotá) Segurança e Paz (Cali) Convivência e Segurança Cidadã (Medellín)
Lei Orgânica da PCGO
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40問 • 2年前Lei de Execução Penal
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Diego Clemente Neri · 33問 · 2年前Lei de Execução Penal
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33問 • 2年前Código Penal
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56問 • 1年前português
português
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17問 • 1年前Raciocínio Lógico
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Diego Clemente Neri · 7問 · 1年前Lei de Abuso de Autoridade
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7問 • 1年前問題一覧
1
Da falta de acesso à educação, saúde, emprego, saneamento básico.
2
Fica Vivo (MG) Pacto pela Vida (PE) Unidades de Polícia Pacificadora (RJ) Estado Presente em Defesa da Vida (ES)
3
Por uma questão matemática; Falta de Institucionalização de doutrina, de metódo ou protocolo investigativo; Baixa Integração entre as instituições envolvidas na persecução penal
4
nos casos em que a morte é decorrente de ação de policial militar ou bombeiro militar, ou mesmo de integrantes das forças armadas em serviço ou não. Em regra Tribunal do Júri devendo a investigação ser realizada pela polícia judiciária.
5
Princípio da integralidade ou da indivisibilidade da Investigação; Princípio da Verosssimilhança ou da verdade possível; Princípio da Possibilidade; Princípio da Potencialidade Homicida do Ser Humano; Princípio da Racionalidade Humana como Norteadora da ação criminosa; Princípio da Motivação Necessária
6
Cada elemento de informação ou prova é uma peça do quebra-cabeças
7
A investigação criminal deve representar o fato apurado o mais próximo possível do que efetivamente ocorreu.
8
Não se pode excluir qualquer hipótese de possibilidade para o crime, por mais que seja estranha ou improvável
9
Não se deve jamais afastar a possibilidade de uma pessoa ter praticado um crime contra a vida considerando sua condição social, sua aparência, seu grau de proximidade (amizade ou parentesco) com a vítima, tendo em vista a decorrência natural do instinto da agressividade humana.
10
ninguém age sem pensar
11
Não existe crime doloso contra a vida sem motivação
12
Mecânica Últimos Passos Motivação Autoria
13
É o nexo que liga o autor à vítima
14
São os casos em que o crime é praticado em decorrência de uma situação emocional intensa do agente envolvido.
15
O investigador colhe cada um dos vestígios relacionados ao fato e através de sua análise chega-se a outras informações, assim sucessivamente até que chegue ao final da Investigação e todas as suas conclusões.
16
Relações Familiares Relações de Amizade Relações Profissionais Relações Sociais Vida Oculta
17
Identificação do Problema; Aplicação de Técnicas Invasivas para a Coleta de Dados; Análise dos dados capturados; Formulação de Novas Hipóteses;
18
permite a identificação das pessoas que deixaram tal vestígio na cena do crime
19
os espermatozóides coletados na vítima ajudam na caracterização do crime e na identificação do autor
20
da vulnerabilidade social, decorrente da deficiência de políticas públicas
21
por uma questão matemática
22
Falta de institucionalização de doutrina, de método ou protocolo investigação.
23
do fato de que são diversos personagens com papéis distintos, que possuem em comum o objetivo da resolução do crime
24
, “a ciência da Investigação é um campo permanentemente aberto à busca do saber e à descoberta da verdade”. A investigação criminal não se confunde com a observância irrestrita dos ditames da legislação processual penal e extravagante. A legislação confere discricionariedade para que a equipe de investigação desenvolva o trabalho de forma técnica.
25
uma diretriz de investigação de crimes contra a vida admitindo exceções.
26
Certo
27
premeditação e planejamento, assim como em relação ao veneno, ao fogo e ao explosivo, embora não sejam armas de fogo, suas utilizações também indicam planejamento e premeditação.
28
A utilização de arma branca denota, via de regra, premeditação e planejamento.
29
A decisão de matar foi bem orquestrada e planejada indicando premeditação.
30
Indicam o grau de comprometimento do autor na consumação do crime e a intensidade de sentimentos e emoções que o motivaram.
31
Motivo passional; Motivo ocasional; Motivo patrimonial; Vingança; Pistolagem; Queima de Arquivo; Origem Psicopata; Empreendimentos Criminosos; Motivos ideológicos.
32
São os casos em que o crime é praticado em decorrência de uma situação emocional intensa do agente envolvido, como por exemplo, um relacionamento amoroso. O motivo passional que fomenta um homicídio tem origem na traição, no desprezo, no ciúme exagerado e no rompimento não desejado do relacionamento por parte do agressor.
33
A motivação do crime nasce quase que concomitantemente com sua prática e decorre de um desentendimento, de uma desavença momentânea, ou de uma discussão casual que ocorre, por exemplo, no trânsito, em um bar, em uma festa, dentre outras hipóteses
34
São os casos em que o crime é praticado em decorrência de uma situação em que o autor se sente prejudicado de alguma forma pela vítima. Exemplos: integrantes de organização criminosa que matam integrante de facção rival para vingar a morte de seu componente, o pai que mata o estuprador de sua filha.
35
Ocorre a motivação patrimonial quando o autor pratica o crime no intuito de ver aumentar seu patrimônio ou de não vê-lo diminuir. Como exemplos, citamos os casos em que o agente mata para ficar com a herança, para receber seguro de vida, para não pagar ou porque não recebeu dívidas que tinha para com a vítima.
36
Ocorre quando pessoas são contratadas para matar a vítima mediante pagamento ou promessa de pagamento. Nesses casos a investigação se torna mais complexa, pois geralmente não existe um vínculo direto entre executor e vítima e o vínculo patrimonial entre mandante e executor pode ser de difícil comprovação.
37
Queima de arquivo - Ocorre para que a vítima não revele algo que sabe. Em regra, o homicídio é praticado para encobrir outro crime, de modo a assegurar sua ocultação ou impunidade (conexão obje va consequencial), não se exigindo que o autor do homicídio seja a mesma pessoa que praticou o crime que se pretende encobrir. Pode ocorrer também que a eliminação da vítima ocorra para encobrir fato que não caracteriza crime. Exemplo: autor mata a testemunha do roubo por ele ou por outra pessoa pra cado; autor que mata a vítima que pretendia comentar com sua esposa sobre uma traição.
38
O comportamento é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições.
39
São os casos em que o homicídio é praticado no contexto da atividade criminosa. Exemplos: traficante que mata rival em disputa pelo controle territorial do tráfico de drogas; líder de organização criminosa que determina a morte de um integrante “traidor” que deletava o esquema à polícia.
40
São os casos em que o homicídio é praticado por crenças extremistas de cunho ideológico. A ocorrência de homicídios com essa espécie de motivação relaciona-se às características sociais, culturais e políticas de determinado local.
41
trata-se de uma metodologia utilizada pelos departamentos de polícia dos norte-americanos nas investigações de mortes intencionais que consiste em considerar a vítima como o centro de uma série de círculos que se expandem a partir dela
42
● identificação do problema ● Aplicação de técnicas invasivas para a coleta de dados ● Análise dos dados capturados ● Formulação de novas hipóteses
43
O método da detonação consiste na utilização de técnicas invasivas de investigação que viabilizarão o acesso às informações e provas.
44
O policial civil procede ao acionamento do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal, ambos via Sistema de Criminalística - ODIN, a apartir do número do RAI, requisitando a realização de exame pericial em local de morte violenta e a remoção do corpo para fins de exame pericial cadavérico.
45
SVO
46
Botas Coletes balístico Luvas de procedimento Máscaras descartáveis Máscaras de vapores orgânicos Capa de Chuva
47
Armas (de fogo e não letais) Algemas Lanterna
48
Formulário de Recognição visuográfica em branco Folha de croqui de local Folha de croqui cadavérico Câmera fotográfica/Filmadora Prancheta ou suporte eletrônico (tablet)
49
depoimentos de vítimas sobreviventes, testemunha e informantes
50
sangue, arma de fogo, elementos de munição, fragmentos papilares, imagens de videomonitoramento e etc.
51
A única situação que autoriza o profissional de segurança pública adentrar ao local de crime é a presença nele de vítimas sobreviventes
52
A única situação que autoriza o profissional de segurança pública adentrar ao local de crime é a presença nele de vítimas sobreviventes
53
Isolamento consiste no conjunto de medidas adotadas para evitar que qualquer pessoa, exceto o perito criminal, adentre à cena do crime. O isolamento deve abranger os locais imediato, mediato e relacionado
54
Garantir a segurança dos profissionais de segurança pública que atuarão no local Preservar as informações decorrentes das ações investigativas e de perícia Preservar a imagem da vítima Contribuir para o bom andamento dos trabalhos no local
55
Preservação é a consequência natural do isolamento e tem por finalidade manter intactos todos os vestigios até a chegada da equipe que providenciará o exame pericial de local e os recolherá
56
É o local onde encontra-se o corpo de delito e seu entorno próximo (corpo da vítima)
57
constitui-se nas adjacências (área especialmente próxima) ao local imediato e a ele geograficamente ligado, onde poderão ser encontrados vestígios do crime, mas não necessariamente o serão
58
É todo e qualquer local que, não estando interligado geograficamente aos locais imediato e mediato guarde relação com o crime
59
todos os procedimentos de segurança, preservação e coleta de vestígios devem ser adotados nos locais imediato, mediato e relacionado
60
É o local completamente intocável, preservado os vestígios e mantidas as condições deixadas pelos envolvidos no delito (vítima, testemunhas presenciais e agressor)
61
É o local que não foi devidamente preservado
62
Não é utilizada pelos policiais civis de Goiás
63
Considera-se cadeia de custódia o conjunto de todos os procedimentos utilizados para manter e documentar a história cronológica do vestígio coletado em locais ou em vítimas de crimes, para rastrear sua posse e manuseio a partir de seu reconhecimento até o descarte.
64
Reconhecimento; Isolamento; fixação; coleta; acondicionamento; transporte; recebimento; processamento; armazenamento; Descarte.
65
ato de distinguir um elemento como de potencial interesse para a produção da prova pericial
66
ato de se evitar que alterem o estado e a conservação das coisas (locais imediato, mediato e relacionado
67
descrição detalhada do vestígios conforme se encontra no local do crime ou no corpo de delito
68
ato de recolher o vestígio que será submetido a exame pericial
69
Procedimento de embalar cada vestígio de forma individualizada para posterior análise, com anotação de data, hora e nome de quem realizou a coleta e o acondicionamento
70
ato de transferir o vestígio de um local ao outro, garantido suas características e o controle de sua posse
71
ato formal de transferência da posse do vestígio, que deve ser documentado com, no mínimo, informações referentes ao número de procedimento e unidade de polícia judiciária relacionada, local de origem, nome de quem transportou o vestígio, código de rastreamento, natureza do exame, tipo do vestígio, protocolo, assinatura e identificação de quem o recebeu
72
É o exame pericial em si, formalizando-se ao final, o respectivo laudo pericial
73
Procedimento referente à guarda do material a ser processado, guardado para a realização de contraprova, descartado ou, ainda, transportado
74
procedimento referente à liberação do vestígio, respeitando a legislação vigente e, quando pertinente, mediante autorização judicial
75
Certo
76
oriunda da psiquiatria
77
é uma peça subjetiva detalhada na qual devem constar as impressões da equipe que acompanhou as diligências de local de crime, bem como os resultados relevantes das diligências preliminares
78
demanda decisão fundamentada do juiz
79
Operação Cessar Fogo (Boston) Prevenção da Violência Letal (Baltimore) Compstat (New York) Redução de Homicídios (Milwaukee)
80
Cultura cidadã (Bogotá) Segurança e Paz (Cali) Convivência e Segurança Cidadã (Medellín)