gestão de carteira e de risco
問題一覧
1
O risco não influencia o retorno das ações.
2
Quanto maior o risco, maior o retorno esperado.
3
Minimizar o risco e maximizar o retorno.
4
Identificar a melhor combinação possível de ativos de acordo com as preferências do investidor em relação ao risco e retorno esperados.
5
Adicionando ativos com correlação negativa.
6
A covariância indica como os retornos dos ativos se movem juntos.
7
É a menor fração do condomínio, correspondente a um pedaço do patrimônio total do fundo.
8
A fronteira eficiente demonstra a relação entre risco e retorno para diferentes alocações de ativos.
9
O ativo livre de risco ajuda a reduzir o risco total da carteira.
10
O risco sistêmico afeta todo o mercado financeiro, enquanto o risco não sistêmico é específico de determinadas empresas.
11
Porque esses ativos se movimentam em direções opostas, reduzindo o risco da carteira devido à sua correlação negativa.
12
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
13
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
14
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
15
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
16
A linha curva que mostra a relação entre risco e retorno para carteiras de ativos diversificados.
17
Compara o retorno de um ativo com o retorno livre de risco ajustado pelo seu risco.
18
Esses ativos possuem um risco menor em conjunto.
19
O mercado é eficiente em refletir todas as informações públicas disponíveis.
20
É impossível obter retornos acima do mercado a longo prazo, independente da estratégia de investimento.
21
Novas informações são absorvidas pelo mercado instantaneamente, impedindo ganhos acima do mercado.
22
Eficiência Fraca, Eficiência Semiforte e Eficiência Forte.
23
A APT é mais flexível, pois considera vários fatores de risco, enquanto o CAPM se baseia apenas no risco de mercado.
24
Identificar e selecionar um fator de risco, fazer a regressão linear das ações e construir um portfólio de arbitragem.
25
Proteger a carteira de possíveis perdas em momentos de instabilidade do mercado.
26
O retorno é calculado ponderando os retornos de cada ativo pela sua respectiva alocação na carteira.
27
Pressupõe que todos os investidores têm percepções diferentes do desempenho dos ativos.
28
Indica a rentabilidade passada do ativo.
29
Estimar o retorno exigido pelo investidor em função do risco sistemático.
30
É uma linha gráfica que representa o CAPM e fornece o retorno esperado no mercado para diferentes níveis de risco sistemático.
31
Mostra o excesso de retorno que um ativo proporciona por unidade de risco sistemático.
32
Na SML, o risco é medido pelo desvio padrão, enquanto na CML é pelo beta dos ativos.
33
A ação terá uma variação maior que o benchmark de mercado.
34
A ação terá uma variação maior que o benchmark de mercado.
35
A ação terá a mesma variação que o benchmark de mercado.
36
Um beta maior que 1 indica menor risco ao investir na ação.
37
A ação terá uma variação maior que o benchmark de mercado.
38
Calcula a relação entre o risco de um ativo em relação ao mercado.
39
A ação obteve um retorno abaixo do exigido no CAPM.
40
Comparar o retorno de um ativo com o retorno do índice de referência.
41
Manter a alocação de ativos de acordo com o perfil de risco do investidor.
42
No rebalanceamento percentual, a realocação é feita sempre que há desequilíbrio na alocação, enquanto o rebalanceamento regular ocorre em períodos preestabelecidos.
43
Porque a compra e venda de ativos para realocação pode gerar custos de transação.
44
O fortalecimento da regulação, supervisão e melhores práticas no mercado financeiro.
45
Disciplina de mercado.
46
A inclusão de um componente relacionado ao risco de liquidez.
47
A necessidade de restringir o reconhecimento de instrumentos financeiros incapazes de absorver perdas inesperadas.
48
Capital principal e capital complementar.
49
Melhorar a capacidade de absorção de perdas do capital principal.
50
Inclui ações (ordinárias e preferenciais, desde que não resgatáveis e sem cumulatividade de dividendos), reservas de capital e lucros acumulados.
51
Deduzir elementos patrimoniais que podem comprometer a absorção de perdas do capital principal.
52
A criação de adicionais de capital principal (buffers) para absorver possíveis perdas.
53
Avalia a relação entre o retorno e o risco de um investimento.
54
Quando dois ativos apresentam a mesma rentabilidade, o de maior risco terá maior índice Sharpe.
55
Para comparar investimentos com base na relação retorno-risco.
56
Taxa de Sharpe.
57
Quanto maior o Índice de Treynor, melhor será a relação risco-retorno do ativo.
58
A relação risco-retorno do investimento em comparação com uma carteira de mercado.
59
Medir o retorno absoluto de um fundo.
60
Quanto menor o Erro Quadrático Médio, maior é a aderência do fundo ao benchmark.
61
Avaliar a aderência de um fundo ao seu benchmark.
62
Quanto menor o Erro Quadrático Médio, maior é a aderência do fundo ao benchmark.
63
Mensurar o máximo potencial de perda de uma carteira em determinado período.
64
Value at Risk.
65
Consiste em revisar e testar a metodologia de risco utilizada, verificando se está alinhada com os limites estabelecidos.
66
Ajuda a identificar falhas na metodologia de risco e prevenir possíveis perdas excessivas.
67
O VAR é utilizado para determinar os riscos potenciais, enquanto o Back Testing verifica se a metodologia é eficaz.
68
É a estratégia de proteção da carteira contra perdas acima do previsto, acionada quando o fundo está exposto a um risco maior do que o previsto no VAR.
69
Medir o modelo de risco previsto no VAR diariamente.
70
É uma medida de risco que avalia a exposição da carteira do fundo a cenários extremos ou eventos inesperados.
71
O VAR prevê a perda máxima em cenários normais, enquanto o Stress Test avalia a exposição da carteira a eventos extremos ou inesperados.
72
É a possibilidade de perda associada a um investimento devido a variações no mercado financeiro.
73
Para proteger sua carteira de perdas financeiras em períodos de instabilidade no mercado.
74
Aumentando a alavancagem para potencializar os retornos financeiros.
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O risco não influencia o retorno das ações.
2
Quanto maior o risco, maior o retorno esperado.
3
Minimizar o risco e maximizar o retorno.
4
Identificar a melhor combinação possível de ativos de acordo com as preferências do investidor em relação ao risco e retorno esperados.
5
Adicionando ativos com correlação negativa.
6
A covariância indica como os retornos dos ativos se movem juntos.
7
É a menor fração do condomínio, correspondente a um pedaço do patrimônio total do fundo.
8
A fronteira eficiente demonstra a relação entre risco e retorno para diferentes alocações de ativos.
9
O ativo livre de risco ajuda a reduzir o risco total da carteira.
10
O risco sistêmico afeta todo o mercado financeiro, enquanto o risco não sistêmico é específico de determinadas empresas.
11
Porque esses ativos se movimentam em direções opostas, reduzindo o risco da carteira devido à sua correlação negativa.
12
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
13
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
14
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
15
A taxa livre de risco serve como benchmark para avaliar a performance de outros investimentos.
16
A linha curva que mostra a relação entre risco e retorno para carteiras de ativos diversificados.
17
Compara o retorno de um ativo com o retorno livre de risco ajustado pelo seu risco.
18
Esses ativos possuem um risco menor em conjunto.
19
O mercado é eficiente em refletir todas as informações públicas disponíveis.
20
É impossível obter retornos acima do mercado a longo prazo, independente da estratégia de investimento.
21
Novas informações são absorvidas pelo mercado instantaneamente, impedindo ganhos acima do mercado.
22
Eficiência Fraca, Eficiência Semiforte e Eficiência Forte.
23
A APT é mais flexível, pois considera vários fatores de risco, enquanto o CAPM se baseia apenas no risco de mercado.
24
Identificar e selecionar um fator de risco, fazer a regressão linear das ações e construir um portfólio de arbitragem.
25
Proteger a carteira de possíveis perdas em momentos de instabilidade do mercado.
26
O retorno é calculado ponderando os retornos de cada ativo pela sua respectiva alocação na carteira.
27
Pressupõe que todos os investidores têm percepções diferentes do desempenho dos ativos.
28
Indica a rentabilidade passada do ativo.
29
Estimar o retorno exigido pelo investidor em função do risco sistemático.
30
É uma linha gráfica que representa o CAPM e fornece o retorno esperado no mercado para diferentes níveis de risco sistemático.
31
Mostra o excesso de retorno que um ativo proporciona por unidade de risco sistemático.
32
Na SML, o risco é medido pelo desvio padrão, enquanto na CML é pelo beta dos ativos.
33
A ação terá uma variação maior que o benchmark de mercado.
34
A ação terá uma variação maior que o benchmark de mercado.
35
A ação terá a mesma variação que o benchmark de mercado.
36
Um beta maior que 1 indica menor risco ao investir na ação.
37
A ação terá uma variação maior que o benchmark de mercado.
38
Calcula a relação entre o risco de um ativo em relação ao mercado.
39
A ação obteve um retorno abaixo do exigido no CAPM.
40
Comparar o retorno de um ativo com o retorno do índice de referência.
41
Manter a alocação de ativos de acordo com o perfil de risco do investidor.
42
No rebalanceamento percentual, a realocação é feita sempre que há desequilíbrio na alocação, enquanto o rebalanceamento regular ocorre em períodos preestabelecidos.
43
Porque a compra e venda de ativos para realocação pode gerar custos de transação.
44
O fortalecimento da regulação, supervisão e melhores práticas no mercado financeiro.
45
Disciplina de mercado.
46
A inclusão de um componente relacionado ao risco de liquidez.
47
A necessidade de restringir o reconhecimento de instrumentos financeiros incapazes de absorver perdas inesperadas.
48
Capital principal e capital complementar.
49
Melhorar a capacidade de absorção de perdas do capital principal.
50
Inclui ações (ordinárias e preferenciais, desde que não resgatáveis e sem cumulatividade de dividendos), reservas de capital e lucros acumulados.
51
Deduzir elementos patrimoniais que podem comprometer a absorção de perdas do capital principal.
52
A criação de adicionais de capital principal (buffers) para absorver possíveis perdas.
53
Avalia a relação entre o retorno e o risco de um investimento.
54
Quando dois ativos apresentam a mesma rentabilidade, o de maior risco terá maior índice Sharpe.
55
Para comparar investimentos com base na relação retorno-risco.
56
Taxa de Sharpe.
57
Quanto maior o Índice de Treynor, melhor será a relação risco-retorno do ativo.
58
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59
Medir o retorno absoluto de um fundo.
60
Quanto menor o Erro Quadrático Médio, maior é a aderência do fundo ao benchmark.
61
Avaliar a aderência de um fundo ao seu benchmark.
62
Quanto menor o Erro Quadrático Médio, maior é a aderência do fundo ao benchmark.
63
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64
Value at Risk.
65
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66
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67
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68
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69
Medir o modelo de risco previsto no VAR diariamente.
70
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71
O VAR prevê a perda máxima em cenários normais, enquanto o Stress Test avalia a exposição da carteira a eventos extremos ou inesperados.
72
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73
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74
Aumentando a alavancagem para potencializar os retornos financeiros.