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BIO (Viroses)

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20問 • 2年前
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    問題一覧

  • 1

    (Enem–2010) Investigadores das Universidades de Oxford e da Califórnia desenvolveram uma variedade de Aedes aegypti geneticamente modificada que é candidata para uso na busca de redução na transmissão do vírus da dengue. Nessa nova variedade de mosquito, as fêmeas não conseguem voar devido à interrupção do desenvolvimento do músculo das asas. A modificação genética introduzida é um gene dominante condicional, isso é, o gene tem expressão dominante (basta apenas uma cópia do alelo) e este só atua nas fêmeas. Prevê-se, porém, que a utilização dessa variedade de Aedes aegypti demore ainda anos para ser implementada, pois há demanda de muitos estudos com relação ao impacto ambiental. A liberação de machos de Aedes aegypti dessa variedade geneticamente modificada reduziria o número de casos de dengue em uma determinada região porque

    dificultaria a contaminação e reprodução do vetor natural da doença.

  • 2

    (Enem–2001) A partir do primeiro semestre de 2000, a ocorrência de casos humanos de febre amarela silvestre extrapolou áreas endêmicas, com registros de casos em São Paulo e na Bahia, onde os últimos casos tinham ocorrido em 1953 e 1948. Para controlar a febre amarela silvestre e previnir o risco de uma reurbanização da doença, foram propostas as seguintes ações: I. exterminar os animais que servem de reservatório do vírus causador da doença. II. combater a proliferação do mosquito transmissor. III. intensificar a vacinação nas áreas onde a febre amarela é endêmica e em suas regiões limítrofes. É efetiva e possível de ser implementada uma estratégia envolvendo

    as ações II e III, apenas.

  • 3

    (Enem–2009) Estima-se que haja atualmente no mundo 40 milhões de pessoas infectadas pelo HIV (vírus que causa a Aids), sendo que as taxas de novas infecções continuam crescendo principalmente na áfrica, Ásia e Rússia. Nesse cenário de pandemia, uma vacina contra HIV teria imenso impacto, pois salvaria milhões de vidas. Certamente seria um marco da história planetária e também uma esperança para as populações carentes de tratamento antiviral e de acompanhamento médico. Uma vacina eficiente contra o HIV deveria

    induzir a imunidade, para proteger o organismo da contaminação viral.

  • 4

    (Enem–2002) Uma nova preocupação atinge os profissionais que trabalham na prevenção da Aids no Brasil. Tem-se observado um aumento crescente, principalmente entre jovens, de novos casos de Aids, questionando-se, inclusive, se a prevenção vem sendo ou não relaxada. Essa temática vem sendo abordada pela mídia: Medicamentos já não fazem efeito em 20% dos infectados pelo vírus HIV. Análises revelam que um quinto das pessoas recém-infectadas não haviam sido submetidas a nenhum tratamento e, mesmo assim, não responderam às duas principais drogas anti-Aids. Dos pacientes estudados, 50% apresentavam o vírus FB, uma combinação dos dois subtipos mais prevalentes no país, F e B. Dadas as afirmações anteriores, considerando o enfoque da prevenção, e devido ao aumento de casos da doença em adolescentes, afirma-se que I. o sucesso inicial dos coquetéis anti-HIV talvez tenha levado a população a se descuidar e não utilizar medidas de proteção, pois se criou a ideia de que estes remédios sempre funcionam. II. os vários tipos de vírus estão tão resistentes que não há nenhum tipo de tratamento eficaz e nem mesmo qualquer medida de prevenção adequada. III. os vírus estão cada vez mais resistentes e, para evitar sua disseminação, os infectados também devem usar camisinhas e não apenas administrar coquetéis. Está CORRETO o que se afirma em

    I e III, apenas.

  • 5

    (UFMG) Todas as alternativas apresentam precauções que devem ser tomadas para diminuir a incidência da dengue, EXCETO

    Lavar com água fi ltrada e ferver os alimentos antes de ingeri-los.

  • 6

    (FCMMG) O governo brasileiro não tem medido esforços no sentido de tentar erradicar no país a poliomielite, através de campanhas de vacinação. Cientifi camente, o processo consiste numa operação que se traduz por

    imunização ativa, através da introdução do antígeno no organismo.

  • 7

    (PUC Minas) A maioria dos morcegos que vemos voando durante a noite na cidade são completamente inofensivos ao homem. São morcegos frugívoros, ou seja, que se alimentam de frutos. Existem também aqueles que são nectívoros, ou seja, se alimentam do néctar das flores. No entanto, no meio rural, ocorrem morcegos vampiros, atraídos pela existência de bois, vacas e cavalos, dos quais sugam o sangue. Eventualmente, esses morcegos podem sugar sangue do homem. Tal fato é preocupante, pois os morcegos hematófagos são, conhecidamente, transmissores de uma doença virótica e fatal, se não tratada a tempo. A doença à qual o texto se refere é

    raiva.

  • 8

    (UFMG) Em saúde pública, denominam-se “doenças emergentes” aquelas cuja ocorrência era desconhecida num determinado local. Uma típica doença emergente da década de 1990 é a febre de Ebola, surgida no Zaire, na África. Com relação a essa doença, é CORRETO afirmar:

    É provocada por um agente etiológico do mesmo grupo do causador da febre amarela.

  • 9

    (VUNESP-SP) Em relação à Aids, temos as afirmações seguintes: I. A doença é causada por vírus II. O contágio se dá, principalmente, por transfusão de sangue contaminado, contato sexual com portadores e uso comum de agulhas pelos viciados em drogas. III. A convivência com pessoa doente, em casa, no trabalho, na escola, na rua, excluídas as condições mencionadas em II, não oferece perigo de transmissão da doença. IV. A doença atua sobre o sistema imunológico, diminuindo a resistência do organismo. Considerando os conhecimentos atuais, assinale

    se I, II, III e IV são corretas

  • 10

    (PUC Minas) São medidas eficazes, a curto prazo, no controle do mosquito transmissor da dengue, EXCETO

    canalizar os córregos sanitários (esgotos).

  • 11

    (PUC Minas) Entre as alternativas a seguir, marque aquela que apresenta risco de contaminação pelo vírus da Aids.

    Fazer inseminação artificial sem controle do banco de sêmen.

  • 12

    (PUC Minas) A dengue atinge moradores das zonas nobres do Rio e de São Paulo, mostrando que o ataque do vírus não se restringe à periferia e à pobreza. Assinale a alternativa que nÃO está relacionada a essa doença.

    O mosquito da dengue está causando também a febre amarela e a mesma vacina, utilizada na recente vacinação em massa, previne as duas doenças.

  • 13

    (UFMG) O gráfico representa a expansão da dengue no Brasil nas últimas três décadas. As alternativas contêm hipóteses que podem explicar os dados do gráfico, EXCETO

    Poluição das águas dos rios onde as fêmeas desovam.

  • 14

    (PUC Minas) O vírus da Aids deprime o sistema imunológico, porque

    parasita os linfócitos.

  • 15

    (Milton Campos-MG) O sarampo, doença infecciosa facilmente transmissível e, portanto, disseminável, havia deixado de representar percalço no contexto da saúde pública em São Paulo. No entanto, a partir do segundo semestre de 1996, a enfermidade voltou com grande ímpeto [...]. Não esperávamos conviver no final do século com o retorno do sarampo como problema de saúde pública. Prof. Vicente Amato Neto, titular do Depto. de doenças infecciosas e parasitárias da Faculdade de Medicina da USP – Folha de S. Paulo, 04 set. 1997. Para se obter o controle profilático eficiente do sarampo, é indispensável

    vacina.

  • 16

    (UERJ) Pandemias graves de gripe por vírus influenza repetem-se, no mundo, a determinados intervalos de tempo, causando milhões de mortes. Cientistas da OMS alertam para o fato de que a gripe aviária, surgida no sudeste asiático, pode provocar uma nova pandemia. O controle do alastramento desse vírus é problemático, não só devido às facilidades de transporte no mundo, mas, também, porque as vacinas produzidas para combatê-lo podem perder a sua eficácia com o tempo. Essa perda de eficácia está associada à seguinte característica dos vírus influenza:

    Sofrer alterações em seu genoma com certa frequência.

  • 17

    (UFPB) Geralmente, o grupo de células que um tipo de vírus infecta é bastante restrito e está relacionado à interação existente entre as moléculas de proteínas receptoras específicas, presentes na superfície da célula a ser infectada, e o(as)

    proteínas virais.

  • 18

    (PUC Minas–2009) A gripe suína, que também afeta seres humanos, é uma doença causada pelo vírus da Influenza A, dito H1N1 em função da presença de duas proteínas, hemoaglutinina e neuraminidase, na superfície do patógeno. O genoma viral é composto por oito fragmentos de RNA fita simples, que podem ser recombinados quando diferentes cepas virais infectam simultaneamente a mesma célula. A esse respeito, é inCORRETO afirmar:

    O RNA viral deve primeiro ser transformado em DNA para que o vírus possa produzir suas próprias proteínas.

  • 19

    (UFMG) A imprensa brasileira noticiou, no início de 2001, o aumento da incidência da dengue em diversos estados brasileiros. No mesmo período, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais confirmou a existência de uma epidemia de febre amarela em alguns municípios do Estado. Em relação a essas duas doenças, é CORRETO afirmar que

    ambas são transmitidas pelo mesmo vetor e aumentam sua incidência no mesmo período do ano.

  • 20

    (UFV-MG) Impressionados com a notícia do poder arrasador com que o vírus Ebola vem dizimando uma certa população na África, alguns alunos de um colégio sugeriram medidas radicais para combater o vírus dessa terrível doença. Considerando-se que esse agente infeccioso apresenta características típicas dos demais vírus, assinale a sugestão mais razoável.

    Impedir, de alguma maneira, a replicação da molécula de ácido nucleico do vírus.

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  • 1

    (Enem–2010) Investigadores das Universidades de Oxford e da Califórnia desenvolveram uma variedade de Aedes aegypti geneticamente modificada que é candidata para uso na busca de redução na transmissão do vírus da dengue. Nessa nova variedade de mosquito, as fêmeas não conseguem voar devido à interrupção do desenvolvimento do músculo das asas. A modificação genética introduzida é um gene dominante condicional, isso é, o gene tem expressão dominante (basta apenas uma cópia do alelo) e este só atua nas fêmeas. Prevê-se, porém, que a utilização dessa variedade de Aedes aegypti demore ainda anos para ser implementada, pois há demanda de muitos estudos com relação ao impacto ambiental. A liberação de machos de Aedes aegypti dessa variedade geneticamente modificada reduziria o número de casos de dengue em uma determinada região porque

    dificultaria a contaminação e reprodução do vetor natural da doença.

  • 2

    (Enem–2001) A partir do primeiro semestre de 2000, a ocorrência de casos humanos de febre amarela silvestre extrapolou áreas endêmicas, com registros de casos em São Paulo e na Bahia, onde os últimos casos tinham ocorrido em 1953 e 1948. Para controlar a febre amarela silvestre e previnir o risco de uma reurbanização da doença, foram propostas as seguintes ações: I. exterminar os animais que servem de reservatório do vírus causador da doença. II. combater a proliferação do mosquito transmissor. III. intensificar a vacinação nas áreas onde a febre amarela é endêmica e em suas regiões limítrofes. É efetiva e possível de ser implementada uma estratégia envolvendo

    as ações II e III, apenas.

  • 3

    (Enem–2009) Estima-se que haja atualmente no mundo 40 milhões de pessoas infectadas pelo HIV (vírus que causa a Aids), sendo que as taxas de novas infecções continuam crescendo principalmente na áfrica, Ásia e Rússia. Nesse cenário de pandemia, uma vacina contra HIV teria imenso impacto, pois salvaria milhões de vidas. Certamente seria um marco da história planetária e também uma esperança para as populações carentes de tratamento antiviral e de acompanhamento médico. Uma vacina eficiente contra o HIV deveria

    induzir a imunidade, para proteger o organismo da contaminação viral.

  • 4

    (Enem–2002) Uma nova preocupação atinge os profissionais que trabalham na prevenção da Aids no Brasil. Tem-se observado um aumento crescente, principalmente entre jovens, de novos casos de Aids, questionando-se, inclusive, se a prevenção vem sendo ou não relaxada. Essa temática vem sendo abordada pela mídia: Medicamentos já não fazem efeito em 20% dos infectados pelo vírus HIV. Análises revelam que um quinto das pessoas recém-infectadas não haviam sido submetidas a nenhum tratamento e, mesmo assim, não responderam às duas principais drogas anti-Aids. Dos pacientes estudados, 50% apresentavam o vírus FB, uma combinação dos dois subtipos mais prevalentes no país, F e B. Dadas as afirmações anteriores, considerando o enfoque da prevenção, e devido ao aumento de casos da doença em adolescentes, afirma-se que I. o sucesso inicial dos coquetéis anti-HIV talvez tenha levado a população a se descuidar e não utilizar medidas de proteção, pois se criou a ideia de que estes remédios sempre funcionam. II. os vários tipos de vírus estão tão resistentes que não há nenhum tipo de tratamento eficaz e nem mesmo qualquer medida de prevenção adequada. III. os vírus estão cada vez mais resistentes e, para evitar sua disseminação, os infectados também devem usar camisinhas e não apenas administrar coquetéis. Está CORRETO o que se afirma em

    I e III, apenas.

  • 5

    (UFMG) Todas as alternativas apresentam precauções que devem ser tomadas para diminuir a incidência da dengue, EXCETO

    Lavar com água fi ltrada e ferver os alimentos antes de ingeri-los.

  • 6

    (FCMMG) O governo brasileiro não tem medido esforços no sentido de tentar erradicar no país a poliomielite, através de campanhas de vacinação. Cientifi camente, o processo consiste numa operação que se traduz por

    imunização ativa, através da introdução do antígeno no organismo.

  • 7

    (PUC Minas) A maioria dos morcegos que vemos voando durante a noite na cidade são completamente inofensivos ao homem. São morcegos frugívoros, ou seja, que se alimentam de frutos. Existem também aqueles que são nectívoros, ou seja, se alimentam do néctar das flores. No entanto, no meio rural, ocorrem morcegos vampiros, atraídos pela existência de bois, vacas e cavalos, dos quais sugam o sangue. Eventualmente, esses morcegos podem sugar sangue do homem. Tal fato é preocupante, pois os morcegos hematófagos são, conhecidamente, transmissores de uma doença virótica e fatal, se não tratada a tempo. A doença à qual o texto se refere é

    raiva.

  • 8

    (UFMG) Em saúde pública, denominam-se “doenças emergentes” aquelas cuja ocorrência era desconhecida num determinado local. Uma típica doença emergente da década de 1990 é a febre de Ebola, surgida no Zaire, na África. Com relação a essa doença, é CORRETO afirmar:

    É provocada por um agente etiológico do mesmo grupo do causador da febre amarela.

  • 9

    (VUNESP-SP) Em relação à Aids, temos as afirmações seguintes: I. A doença é causada por vírus II. O contágio se dá, principalmente, por transfusão de sangue contaminado, contato sexual com portadores e uso comum de agulhas pelos viciados em drogas. III. A convivência com pessoa doente, em casa, no trabalho, na escola, na rua, excluídas as condições mencionadas em II, não oferece perigo de transmissão da doença. IV. A doença atua sobre o sistema imunológico, diminuindo a resistência do organismo. Considerando os conhecimentos atuais, assinale

    se I, II, III e IV são corretas

  • 10

    (PUC Minas) São medidas eficazes, a curto prazo, no controle do mosquito transmissor da dengue, EXCETO

    canalizar os córregos sanitários (esgotos).

  • 11

    (PUC Minas) Entre as alternativas a seguir, marque aquela que apresenta risco de contaminação pelo vírus da Aids.

    Fazer inseminação artificial sem controle do banco de sêmen.

  • 12

    (PUC Minas) A dengue atinge moradores das zonas nobres do Rio e de São Paulo, mostrando que o ataque do vírus não se restringe à periferia e à pobreza. Assinale a alternativa que nÃO está relacionada a essa doença.

    O mosquito da dengue está causando também a febre amarela e a mesma vacina, utilizada na recente vacinação em massa, previne as duas doenças.

  • 13

    (UFMG) O gráfico representa a expansão da dengue no Brasil nas últimas três décadas. As alternativas contêm hipóteses que podem explicar os dados do gráfico, EXCETO

    Poluição das águas dos rios onde as fêmeas desovam.

  • 14

    (PUC Minas) O vírus da Aids deprime o sistema imunológico, porque

    parasita os linfócitos.

  • 15

    (Milton Campos-MG) O sarampo, doença infecciosa facilmente transmissível e, portanto, disseminável, havia deixado de representar percalço no contexto da saúde pública em São Paulo. No entanto, a partir do segundo semestre de 1996, a enfermidade voltou com grande ímpeto [...]. Não esperávamos conviver no final do século com o retorno do sarampo como problema de saúde pública. Prof. Vicente Amato Neto, titular do Depto. de doenças infecciosas e parasitárias da Faculdade de Medicina da USP – Folha de S. Paulo, 04 set. 1997. Para se obter o controle profilático eficiente do sarampo, é indispensável

    vacina.

  • 16

    (UERJ) Pandemias graves de gripe por vírus influenza repetem-se, no mundo, a determinados intervalos de tempo, causando milhões de mortes. Cientistas da OMS alertam para o fato de que a gripe aviária, surgida no sudeste asiático, pode provocar uma nova pandemia. O controle do alastramento desse vírus é problemático, não só devido às facilidades de transporte no mundo, mas, também, porque as vacinas produzidas para combatê-lo podem perder a sua eficácia com o tempo. Essa perda de eficácia está associada à seguinte característica dos vírus influenza:

    Sofrer alterações em seu genoma com certa frequência.

  • 17

    (UFPB) Geralmente, o grupo de células que um tipo de vírus infecta é bastante restrito e está relacionado à interação existente entre as moléculas de proteínas receptoras específicas, presentes na superfície da célula a ser infectada, e o(as)

    proteínas virais.

  • 18

    (PUC Minas–2009) A gripe suína, que também afeta seres humanos, é uma doença causada pelo vírus da Influenza A, dito H1N1 em função da presença de duas proteínas, hemoaglutinina e neuraminidase, na superfície do patógeno. O genoma viral é composto por oito fragmentos de RNA fita simples, que podem ser recombinados quando diferentes cepas virais infectam simultaneamente a mesma célula. A esse respeito, é inCORRETO afirmar:

    O RNA viral deve primeiro ser transformado em DNA para que o vírus possa produzir suas próprias proteínas.

  • 19

    (UFMG) A imprensa brasileira noticiou, no início de 2001, o aumento da incidência da dengue em diversos estados brasileiros. No mesmo período, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais confirmou a existência de uma epidemia de febre amarela em alguns municípios do Estado. Em relação a essas duas doenças, é CORRETO afirmar que

    ambas são transmitidas pelo mesmo vetor e aumentam sua incidência no mesmo período do ano.

  • 20

    (UFV-MG) Impressionados com a notícia do poder arrasador com que o vírus Ebola vem dizimando uma certa população na África, alguns alunos de um colégio sugeriram medidas radicais para combater o vírus dessa terrível doença. Considerando-se que esse agente infeccioso apresenta características típicas dos demais vírus, assinale a sugestão mais razoável.

    Impedir, de alguma maneira, a replicação da molécula de ácido nucleico do vírus.