SBV bizurado
問題一覧
1
-as condições climáticas em que ela vai ser usada; e - a ajustagem da roupa, que não depende do seu tipo, mas de sua perfeita adaptação ao corpo.
2
distribuir a força de um impacto sobre a cabeça e absorvê-lo ao máximo, para que o mínimo de choque atinja o crânio, evitando, assim, ferimentos que poderiam ser fatais.
3
- Rádio transceptor de emergência; - Espelho sinalizador; - Luz de emergência; - Unidade de respiração autônoma de emergência HEED III; - Sinalizador diurno/noturno MK-4 – duas unidades; - Conjunto de sinalizador estrela vermelha – uma unidade; - Apito; e - strobe ligth.
4
Gera uma tocha por reação química, que arde aproximadamente por 18 a 20 segundos. Na sinalização diurna, ela produz uma fumaça alaranjada com uma visibilidade de até sete milhas (11 km aproximadamente) e, na noturna, produz um clarão vermelho vivo, com a visibilidade de até 15 milhas (27 km aproximadamente)
5
É inflado através de uma ampola de CO2 ou oralmente.
6
A balsa individual LR1 tem uma só câmara, que pode ser inflada por uma ampola de CO2 ou oralmente. O toldo e o fundo da balsa também podem ser inflados (apenas oralmente).
7
7- Biruta d’água ou âncora d’água: fabricada em nylon e amarrada nas quatro pontas com um longo cabo, tem por finalidade manter a balsa aproada à maré e evitar que ela se afaste rapidamente do local do acidente.
8
alça de resgate
9
Strobe light
10
Fosseta loreal (lacrimal)
11
Fosseta Loreal
12
- Mantenha a calma e espere o término do fluxo de alagamento no interior da cabine. A calma é primordial e espere até que haja o equilíbrio das pressões interna e externa. Caso julgue necessário, e tenha a sua disposição, poderá fazer uso da unidade de respiração autônomo; - Saia da posição de impacto devagar. Isso é para evitar que você fique desorientado; - Aguarde até que as pás do rotor tenham parado. Você pode sofrer ferimentos fatais devido ao giro das pás; - Desplugue o capacete (se aplicável); - Localize a saída emergência e acione-a (tenha certeza de como funciona); - Segure na saída de emergência, se for possível, antes de soltar o cinto. Isso é muito importante já que é o seu ponto de referência para escapar da aeronave; - Livre-se do cinto de segurança. Nesse momento, esteja orientado e planeje sua rota de fuga, para não perder o local de saída; - Localize a sua balsa, guarneça-a se for possível; - Saia da aeronave. - Infle o colete salva-vidas fora da aeronave; e - Infle a balsa na superfície. NOTA: É proibido o uso de coletes com acionamento automático ou de flutuabilidade permanente a bordo de helicópteros
13
Sua finalidade é rebocar o sobrevivente caso ele esteja impossibilitado de nadar.
14
- Certificar-se de que está totalmente inflada, senão, usar a bomba manual; - Lançar a âncora flutuante à água. Em sua ausência, tentar improvisar uma; - Ter atenção com materiais pontiagudos ou de arestas cortantes; - Conservar a balsa sempre seca e em estado de equilíbrio. O pessoal deve sentar-se dentro da balsa, e não nas câmaras (nas bordas); e - Para desemborcar uma balsa coletiva, partir sempre do princípio de que a ampola deve ficar no mesmo lado que o sobrevivente. Pisando nela, puxa-se pelas alças de abordagem do fundo da balsa, utilizando o vento como auxílio (barlavento). Para abordá-la, utilizar-se-á a escada (fita de nylon fixada na popa). Colocando o pé que dará início à subida, guarnecer com as mãos as alças de abordagem e lançar-se para bordo
15
1º Primeiros socorros; 2º Abrigo; 3º Fogo; 4º Sinalização; 5º Água; e 6º Alimento.
16
Podem ser confeccionados com materiais da região ou não, e proporcionam permanência por um curto período de tempo, 24 horas
17
R: Rabo de jacu, Rabo de mutu, Japá e Abrigo com toldo
18
R: São aqueles construídos com material da região e destinados a oferecer condições de permanência por um período mais longo de tempo.
19
R: Tapiri simples, Tapiri para cozinha, tapiri nativo do caboclo, tapiri duas águas e tapiri uma água.
20
R: São aqueles construídos não necessariamente com o material da região, destinados a promover proteção ao homem na selva por um período indeterminado.
21
R: Cavernas e Casa de pau-a-pique
22
R: Orientação por bússola
23
Ao Sul da Linha do Equador, coloca-se o 12 do relógio voltado para o Sol. A bissetriz do ângulo formado com o ponteiro pequeno (das horas), será a direção Norte. Trata-se de um processo que apresenta consideráveis alterações nas estações do verão e inverno, devido à inclinação do globo terrestre e à direção em que o sol incide sobre ele, também nas regiões próximas a Linha do Equador, que é o caso da maior parte da Amazônia Brasileira. Porém, pode ser utilizado, sem maiores restrições, nas estações da primavera e outono se o indivíduo ou grupo souber em qual hemisfério se encontra. Ao norte da Linha do Equador, aponta-se o ponteiro das horas para o sol. Na metade do ângulo, formado entre o “12” e o ponteiro das horas, encontra-se a direção sul.
24
R: IH-6B ( BELL JET RANGER III)
25
Esse helicóptero possui quatro (4) saídas de emergência. Pilotos e tripulantes poderão alijar suas portas através de alavancas localizadas nas colunas das portas, à frente e acima, próximas à sua cabeça e Os dois flutuadores, divididos em três seções, estão localizados nos esquis
26
R: UH-12 (ESQUILO)
27
R: Existem três (3) saídas de emergência, as duas (2) portas da cabine dos pilotos (alijadas através de alavancas situadas na parte inferior de cada porta) e a porta corrediça da cabine de passageiros do lado esquerdo. Possui dois flutuadores, um em cada esqui.
28
R: AH-11B (WILD LYNX)
29
Existem quatro (4) saídas de emergência: as duas (2) portas da cabine dos pilotos e as janelas existentes nas duas (2) portas de carga. As portas da cabine dos pilotos são alijadas através de pequenas alavancas, localizadas nas respectivas colunas das portas. Na cabine de passageiros, os visores de acrílico (em número de dois) são alijados através de alavancas localizadas em sua parte inferior. As portas poderão abrir normalmente, quando empurradas em direção à cauda da aeronave. Possui quatro flutuadores, localizados na parte de ré dos sponsos
30
R: UH-17 (EC135-T3)
31
R: Saída de Emergência dos pilotos - duas (2) portas alijáveis através de alavancas na coluna da estrutura da aeronave, à frente das portas, O alijamento da porta ocorrerá pelo movimento da alavanca para frente e, posteriormente, a porta deve ser empurrada. Saída dos passageiros – duas (2) que abrem normalmente, correndo sobre trilhos, mas podem ser alijadas através de fitas localizadas externamente.Possui dois flutuadores, divididos em seções
32
R: UH-15 (SUPER COUGAR)
33
R: Existem dez (10) saídas de emergência, que podem ser alijadas. Porta dos pilotos - são duas (2), alijadas através de alavancas localizadas na parte inferior, à frente das portas; Janelas – em número de oito (8) janelas alijáveis. Possui quatro (4) flutuadores, dois a avante e dois a ré.
34
R: SH-16 (SEA HAWK)
35
R: Existem nesse helicóptero quatro (4) saídas de emergência. Porta dos pilotos - são duas (2), alijadas através de alavancas (uma de cada lado), localizadas na parte inferior, à frente das portas; Porta de carga – uma (1) à direita da aeronave. Abre normalmente, correndo sobre trilhos, mas pode ser alijada através de alavanca localizada na parte inferior da janela; e Janela do operador – uma (1) à esquerda da aeronave, alijada através de alavanca, localizada na parte inferior. Possui 4 (quatro) flutuadores, que mantêm a aeronave boiando por tempo suficiente para que seja abandonada pela tripulação em caso de “crash” no mar.
36
36- O HEED-III está dimensionado para prover entre dois e quatro minutos de respiração autônoma submersa. O aparelho é de fácil operação, necessitando apenas colocá-lo na boca, tomando a devida precaução de purgar a água de dentro da válvula. Em seguida, deve respirar normalmente.
37
-prover no mínimo dois minutos de respiração submersa; - ser capaz de operar até 20 pés de profundidade; e - operar em águas à temperatura de 13º C.
38
Heliógrafo (espelho de sinalização) Para uso diurno, é um pequeno retângulo de vidro espelhado, tendo no centro um círculo telado. Quando usado devidamente com sol forte, pode ser visto a uma distância de até 45 milhas (72 km aproximadamente). Seu reflexo é equivalente a oito milhões de velas e pode ser visto por uma aeronave ao longe, mesmo que o sobrevivente ainda não esteja vendo-a ou ouvindo o som de seus motores. Deve ser usado do nascer ao pôr do sol, fazendo a varredura no horizonte. Suas limitações são: o tempo nublado ou a cerração.
39
-levá-lo ao rosto e virar-se para o sol, colocando a outra mão à frente; - olhando pelo orifício central, procurar um ângulo tal que o foco do reflexo fique concentrado na palma da mão; e - retirar a mão e fazer a varredura no horizonte. Na falta do heliógrafo, um espelho pode ser improvisado com o invólucro da ração alimentar ou com pedaço de metal brilhante.
40
sudoeste e nordeste.
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1
-as condições climáticas em que ela vai ser usada; e - a ajustagem da roupa, que não depende do seu tipo, mas de sua perfeita adaptação ao corpo.
2
distribuir a força de um impacto sobre a cabeça e absorvê-lo ao máximo, para que o mínimo de choque atinja o crânio, evitando, assim, ferimentos que poderiam ser fatais.
3
- Rádio transceptor de emergência; - Espelho sinalizador; - Luz de emergência; - Unidade de respiração autônoma de emergência HEED III; - Sinalizador diurno/noturno MK-4 – duas unidades; - Conjunto de sinalizador estrela vermelha – uma unidade; - Apito; e - strobe ligth.
4
Gera uma tocha por reação química, que arde aproximadamente por 18 a 20 segundos. Na sinalização diurna, ela produz uma fumaça alaranjada com uma visibilidade de até sete milhas (11 km aproximadamente) e, na noturna, produz um clarão vermelho vivo, com a visibilidade de até 15 milhas (27 km aproximadamente)
5
É inflado através de uma ampola de CO2 ou oralmente.
6
A balsa individual LR1 tem uma só câmara, que pode ser inflada por uma ampola de CO2 ou oralmente. O toldo e o fundo da balsa também podem ser inflados (apenas oralmente).
7
7- Biruta d’água ou âncora d’água: fabricada em nylon e amarrada nas quatro pontas com um longo cabo, tem por finalidade manter a balsa aproada à maré e evitar que ela se afaste rapidamente do local do acidente.
8
alça de resgate
9
Strobe light
10
Fosseta loreal (lacrimal)
11
Fosseta Loreal
12
- Mantenha a calma e espere o término do fluxo de alagamento no interior da cabine. A calma é primordial e espere até que haja o equilíbrio das pressões interna e externa. Caso julgue necessário, e tenha a sua disposição, poderá fazer uso da unidade de respiração autônomo; - Saia da posição de impacto devagar. Isso é para evitar que você fique desorientado; - Aguarde até que as pás do rotor tenham parado. Você pode sofrer ferimentos fatais devido ao giro das pás; - Desplugue o capacete (se aplicável); - Localize a saída emergência e acione-a (tenha certeza de como funciona); - Segure na saída de emergência, se for possível, antes de soltar o cinto. Isso é muito importante já que é o seu ponto de referência para escapar da aeronave; - Livre-se do cinto de segurança. Nesse momento, esteja orientado e planeje sua rota de fuga, para não perder o local de saída; - Localize a sua balsa, guarneça-a se for possível; - Saia da aeronave. - Infle o colete salva-vidas fora da aeronave; e - Infle a balsa na superfície. NOTA: É proibido o uso de coletes com acionamento automático ou de flutuabilidade permanente a bordo de helicópteros
13
Sua finalidade é rebocar o sobrevivente caso ele esteja impossibilitado de nadar.
14
- Certificar-se de que está totalmente inflada, senão, usar a bomba manual; - Lançar a âncora flutuante à água. Em sua ausência, tentar improvisar uma; - Ter atenção com materiais pontiagudos ou de arestas cortantes; - Conservar a balsa sempre seca e em estado de equilíbrio. O pessoal deve sentar-se dentro da balsa, e não nas câmaras (nas bordas); e - Para desemborcar uma balsa coletiva, partir sempre do princípio de que a ampola deve ficar no mesmo lado que o sobrevivente. Pisando nela, puxa-se pelas alças de abordagem do fundo da balsa, utilizando o vento como auxílio (barlavento). Para abordá-la, utilizar-se-á a escada (fita de nylon fixada na popa). Colocando o pé que dará início à subida, guarnecer com as mãos as alças de abordagem e lançar-se para bordo
15
1º Primeiros socorros; 2º Abrigo; 3º Fogo; 4º Sinalização; 5º Água; e 6º Alimento.
16
Podem ser confeccionados com materiais da região ou não, e proporcionam permanência por um curto período de tempo, 24 horas
17
R: Rabo de jacu, Rabo de mutu, Japá e Abrigo com toldo
18
R: São aqueles construídos com material da região e destinados a oferecer condições de permanência por um período mais longo de tempo.
19
R: Tapiri simples, Tapiri para cozinha, tapiri nativo do caboclo, tapiri duas águas e tapiri uma água.
20
R: São aqueles construídos não necessariamente com o material da região, destinados a promover proteção ao homem na selva por um período indeterminado.
21
R: Cavernas e Casa de pau-a-pique
22
R: Orientação por bússola
23
Ao Sul da Linha do Equador, coloca-se o 12 do relógio voltado para o Sol. A bissetriz do ângulo formado com o ponteiro pequeno (das horas), será a direção Norte. Trata-se de um processo que apresenta consideráveis alterações nas estações do verão e inverno, devido à inclinação do globo terrestre e à direção em que o sol incide sobre ele, também nas regiões próximas a Linha do Equador, que é o caso da maior parte da Amazônia Brasileira. Porém, pode ser utilizado, sem maiores restrições, nas estações da primavera e outono se o indivíduo ou grupo souber em qual hemisfério se encontra. Ao norte da Linha do Equador, aponta-se o ponteiro das horas para o sol. Na metade do ângulo, formado entre o “12” e o ponteiro das horas, encontra-se a direção sul.
24
R: IH-6B ( BELL JET RANGER III)
25
Esse helicóptero possui quatro (4) saídas de emergência. Pilotos e tripulantes poderão alijar suas portas através de alavancas localizadas nas colunas das portas, à frente e acima, próximas à sua cabeça e Os dois flutuadores, divididos em três seções, estão localizados nos esquis
26
R: UH-12 (ESQUILO)
27
R: Existem três (3) saídas de emergência, as duas (2) portas da cabine dos pilotos (alijadas através de alavancas situadas na parte inferior de cada porta) e a porta corrediça da cabine de passageiros do lado esquerdo. Possui dois flutuadores, um em cada esqui.
28
R: AH-11B (WILD LYNX)
29
Existem quatro (4) saídas de emergência: as duas (2) portas da cabine dos pilotos e as janelas existentes nas duas (2) portas de carga. As portas da cabine dos pilotos são alijadas através de pequenas alavancas, localizadas nas respectivas colunas das portas. Na cabine de passageiros, os visores de acrílico (em número de dois) são alijados através de alavancas localizadas em sua parte inferior. As portas poderão abrir normalmente, quando empurradas em direção à cauda da aeronave. Possui quatro flutuadores, localizados na parte de ré dos sponsos
30
R: UH-17 (EC135-T3)
31
R: Saída de Emergência dos pilotos - duas (2) portas alijáveis através de alavancas na coluna da estrutura da aeronave, à frente das portas, O alijamento da porta ocorrerá pelo movimento da alavanca para frente e, posteriormente, a porta deve ser empurrada. Saída dos passageiros – duas (2) que abrem normalmente, correndo sobre trilhos, mas podem ser alijadas através de fitas localizadas externamente.Possui dois flutuadores, divididos em seções
32
R: UH-15 (SUPER COUGAR)
33
R: Existem dez (10) saídas de emergência, que podem ser alijadas. Porta dos pilotos - são duas (2), alijadas através de alavancas localizadas na parte inferior, à frente das portas; Janelas – em número de oito (8) janelas alijáveis. Possui quatro (4) flutuadores, dois a avante e dois a ré.
34
R: SH-16 (SEA HAWK)
35
R: Existem nesse helicóptero quatro (4) saídas de emergência. Porta dos pilotos - são duas (2), alijadas através de alavancas (uma de cada lado), localizadas na parte inferior, à frente das portas; Porta de carga – uma (1) à direita da aeronave. Abre normalmente, correndo sobre trilhos, mas pode ser alijada através de alavanca localizada na parte inferior da janela; e Janela do operador – uma (1) à esquerda da aeronave, alijada através de alavanca, localizada na parte inferior. Possui 4 (quatro) flutuadores, que mantêm a aeronave boiando por tempo suficiente para que seja abandonada pela tripulação em caso de “crash” no mar.
36
36- O HEED-III está dimensionado para prover entre dois e quatro minutos de respiração autônoma submersa. O aparelho é de fácil operação, necessitando apenas colocá-lo na boca, tomando a devida precaução de purgar a água de dentro da válvula. Em seguida, deve respirar normalmente.
37
-prover no mínimo dois minutos de respiração submersa; - ser capaz de operar até 20 pés de profundidade; e - operar em águas à temperatura de 13º C.
38
Heliógrafo (espelho de sinalização) Para uso diurno, é um pequeno retângulo de vidro espelhado, tendo no centro um círculo telado. Quando usado devidamente com sol forte, pode ser visto a uma distância de até 45 milhas (72 km aproximadamente). Seu reflexo é equivalente a oito milhões de velas e pode ser visto por uma aeronave ao longe, mesmo que o sobrevivente ainda não esteja vendo-a ou ouvindo o som de seus motores. Deve ser usado do nascer ao pôr do sol, fazendo a varredura no horizonte. Suas limitações são: o tempo nublado ou a cerração.
39
-levá-lo ao rosto e virar-se para o sol, colocando a outra mão à frente; - olhando pelo orifício central, procurar um ângulo tal que o foco do reflexo fique concentrado na palma da mão; e - retirar a mão e fazer a varredura no horizonte. Na falta do heliógrafo, um espelho pode ser improvisado com o invólucro da ração alimentar ou com pedaço de metal brilhante.
40
sudoeste e nordeste.