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Reanimação

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20問 • 2年前
  • Igor Lourenço
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    問題一覧

  • 1

    A respeito da hemorragia digestiva alta varicosa, assinale a opção CORRETA

    No paciente que já apresentou pelo menos um episódio de sangramento varicoso prévio, a erradicação completa das varias somada ao uso de beta-bloqueadores não seletivos são necessários para evitar recidiva da HDA.

  • 2

    Paciente cirrótico Child C apresenta hemorragia digestiva alta. Realizada endoscopia que evidenciou varias de esófago de grosso calibre, sem sinais de sangramento ativo. Qual a MELHOR CONDUTA dentre as opções abaixo?

    Estabilização hemodinâmica, octreotide ou terlipressina por 2 a 5 dias, propranolol por sete dias, antibióticoprofilaxia com ceftriaxone por 7 dias, ligadura elástica das varizes de esôfago.

  • 3

    São caracteristicas da RCP de alta qualidade, EXCETO:

    Onda de pulso visivel em oximetria de pulso.

  • 4

    Com relação à parada cardiorrespiratória (PCR) e ressuscitação cardiopulmonar ( assinale a alternativa INCORRETA

    Durante a RCP com os ritmos assistolia e AESP (atividade elétrica sem pulso), além da RCP de alta qualidade, deve-se iniciar antiarritmico (amiodarona) e repeti-lo a cada 3-5 minutos.

  • 5

    Assinale à medida que NÃO faz parte do pacote inicial (1 hora) de abordagem ao paciente com suspeita de sepse:

    Corticóide endovenoso.

  • 6

    Assinale a alternativa ERRADA a respeito da fisiopatologia da sepse:

    Uma das causas de hipotensão na sepse è a vasodilatação, caracterizada por causada por níveis baixos de óxido nitrico e elevados de vasopressina.

  • 7

    Você está em um supermercado vestido (a) de branco após um plantão intenso de aprendizados na Sala de Emergência do Hospital João Paulo II quando alguém pede para que você "dê uma olhada" em um cliente que "passou mal" e está arresponsivo no chão. Ao se aproximar do paciente e, lembrando da aula de Suporte Básico da Disciplina de Emergências Clínicas, percebe que ele não responde a estímulos externos e não possui pulso central palpável. Imediatamente você solicita que um serviço de emergência seja acionado e que alguém traga um DEA. Em seguida você:

    Lembrando do conceito "hands only". inicia compressões torácicas de alta qualidade e as mantém ininterruptamente até a chegada do DEA.

  • 8

    Você está de plantão em um hospital de referência de sua cidade e recebe um paciente na sala vermelha, do sexo masculino, com 58 anos, hipertenso e diabético, com queixa de precordialgia e desmaio há cerca de 2h. Enquanto o socorrista passava o caso para você, é detectada uma PCR do paciente (já com acesso venoso, monitorização cardíaca). A RCP é iniciada imediatamente, você está coordenando sua equipe e depois do primeiro ciclo de 2 minutos, observa o ritmo de fibrilação ventricular O paciente é então submetido a desfibrilação. A próxima conduta a ser tomada é:

    Retomar a RCP de alta qualidade.

  • 9

    Paciente apresenta PCR intra-hospitalar. Após monitorização e interpretação do ritmo inicial (FIGURA EM ANEXO), assinale a alternativa incorreta frente as possíveis causas: ----^-----------^-------

    Hipoglicemia.

  • 10

    Com relação à parada cardiorrespiratória (PCR) e ressuscitação cardiopulmonar (RCP). assinale a alternativa INCORRETA, frente ao uso da capnografia neste cenário:

    A capnografia quantitativa em forma de onda é útil para avaliar se o tubo orotraqueal está em posição seletiva após garantia de via aérea definitiva durante a RCP.

  • 11

    Assinale à medida que NÃO faz parte do pacote inicial (1 hora) de abordagem ao paciente com suspeita de sepse:

    Corticóide endovenoso.

  • 12

    Homem de 52 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) de grau leve. estágio GOLD 1B, apresenta quadro clinico sugestivo de pneumonia adquirida n comunidade (clinica, radiografia e laboratoriais compatíveis). Calculado o escore CURB-65. cujo resultado foi um ponto (ureia elevada) Paciente com bom suporte social e sem sinais de descompensação da DPOC. Não fez uso de antibióticos nos últimos 3 meses. Mora em casa com a esposa e um filho. Nega demais comorbidades ou alergias prévias. Em relação ao planejamento terapêutico para este caso, analise as afirmativas abaixo e de valores Verdadeiro (V) ou Falso (F). ( ) Considerando a comorbidade DPOC, para este paciente as únicas opções de antibióticos seriam levofloxacino ou moxifloxacino. ( ) A presença da comorbidade DPOC requer introdução de corticoide sistémico associado ao tratamento antimicrobiano, visando evitar descompensação da doença. ( ) Neste caso é adequado o uso de beta lactâmico associado a um macrolídeo como opção de tratamento oral. ( ) Devido ao risco de descompensação da DPOC, este paciente deve ser internado por 72 horas para iniciar antibiótico intravenoso e caso permaneça bem após esse período poderá receber alta para término ambulatorial do tratamento. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:

    F-V-V-F

  • 13

    Em relação à hemorragia digestiva assinale a opção INCORRETA:

    Ausência de sinais de sangramento no aspirado da sonda nasogastrica, em um paciente com melena torna o exame de endoscopia digestiva alta dispensável para investigação diagnóstica.

  • 14

    Paciente 52 anos, trazido ao HEPS.JPII com relato de inicio de episódios repetitivos de hematêmese volumosa há aproximadamente 8h, associada a dor abdominal moderada. É hipertenso, diabético, tabagista de longa data, etilista, bebendo grande quantidade de destilados em casa diariamente há aproximadamente 12 anos, após morte da esposa por câncer de mama. Nega hepatopatias, gastrite ou DUP bem como uso crônico de analgésicos ou anti-inflamatórios. Faz uso de captopril, hidroclorotiazida e AAS. Chega à sala de emergência com PA: 99 x 60 mmHg, FC: 132 bpm, FR: 25 rpm, SpO2: 90%. TEC ≤3s, ECG: 13 (RM: 6, AO: 3, RV: 4), dispneico, levemente agitado, hipocorado ++/4+, desidratado +++/4+, com abdome escavado sem alterações a ectoscopia, doloroso à palpação profunda difusamente sem sinais de irritação peritoneal. De acordo com o caso acima análise as afirmativas abaixo:

    Trata-se de um quadro de HDA, provavelmente, por doença ulcerosa péptica visto que o paciente possui pelo menos dois fatores de risco para doença ulcerosa péptica. Deve receber IBP em bolus, infusão de alíquotas de cristalóides, visto que está em choque hipovolemico, devendo ainda ser avaliado quando a indicação de transfusão de concentrado de hemácias precoce, visto Shock Index>1.

  • 15

    Em relação a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), assinale a opção CORRETA

    Os agentes bacterianos mais encontrados na exacerbação da DPOC são Haemophilus influenzae, Streptococcus pneumoniae e Morraxella catarrhalis.

  • 16

    Sobre o uso da capnografia em forma de onda no Suporte Avançado de Vida, assinale a alternativa INCORRETA:

    A capnografia quantitativa em forma de onda é útil para avaliar se o tubo orotraqueal está em posição seletiva após garantia de via aérea definitiva durante a RCP.

  • 17

    Homem de 75 anos foi levado ao serviço de urgência devido a confusão mental. Os familiares relataram que o homem é diabético (em uso de metformina 500 mg 2 vezes ao dia) e tabagista (1 maço a cada 2 días). Informaram que ele está no quarto dia de pós-operatório de colecistectomia por via laparoscopica e recebera alta no quarto dia de pós-operatório, evoluindo bem. Contudo, ontem, tinha apresentado episódio de confusão mental, trocando os nomes dos filhos e esquecendo se havia jantado ou não. Hoje, pela manha, apresentou quadro semelhante de confusão mental, relatando já ter tomado a café da manhã, mesmo sem tê-lo feito. No exame, apresenta-se consciente, com pontuação de 14 a Escala de Coma de Glasgow. Sua temperatura é de 38°, pulso de 120 batimentos por minuto 26 incursões respiratórias por minuto, saturação de 02 de 93% com cateter nasal de oxigênio. Na ausculta pulmonar, apresentou crepitações em base direita. Sua pressão arterial é de 96 x 60 mmHg. Sem alterações na ausculta cardíaca. Abdome normotenso, indolor, sem visceromegalias, com ferida cirúrgica em bom estado, sem secreção purulenta. No caso apresentado, a melhor conduta, dentre as opções abaixo, a ser adotada é:

    internar o paciente para realização de exames laboratoriais, e iniciar antimicrobianos via intravenosa

  • 18

    Homem com 60 anos de idade, obeso, procurou Setor de Emergência de um hospital público com queixas de dor na panturrilha esquerda e edema de membros inferiores, após uma viagem de ônibus de doze horas de duração. Evoluiu com dispneia súbita, sem melhora com a mudança postural, além de hemoptise e taquicardia. A ausculta pulmonar revelou presença de crepitações no terço médio de ambos os pulmões. A hipótese diagnóstica principal e a opção terapêutica recomendada são, respectivamente:

    Tromboembolismo pulmonar agudo; heparina de baixo peso molecular associada a trombolítico.

  • 19

    Um homem com 48 anos de idade, tabagista, em tratamento irregular de hipertensão arterial sistémica, diabetes mellitus e dislipidemia, é admitido na unidade de emergência de hospital de pequeno municipio do interior, com quadro de dor torácica de forte intensidade, tipicamente anginosa. associada a diaforese, náuseas e vômitos. Segundo informa, o quadro álgico tem cerca de 4 horas de evolução, não tendo procurado antes a unidade de saúde por receio de contaminação devido à pandemia em curso. O exame fisico dirigido revela um paciente em moderado desconforto agudo, ansioso, com pressão arterial (PA) de 102 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 102 batimentos por minuto, levemente taquipneico, frequência respiratória de 22 incursões respiratórias por minuto. Na ausculta cardiaca, revelam-se uma 4ª bulha e um sopro sistólico suave na ponta, estando os pulmões limpos. É realizado, então um eletrocardiograma (ECG) nos primeiros 10 minutos de atendimento. São administrados nitrato sublingual ácido acetilsalicílico (AAS), além de ser solicitada a infusão de tenecteplase intravenosa em bolus, uma vez que não há serviço de hemodinâmica na região. Enquanto é providenciada a elaboração do trombolítico, o paciente refere piora dos sintomas, sendo verificado que ele se encontra ainda mais pálido e hipotenso (PA: 80 x 46 mmHg), a despeito de sua ausculta pulmonar manter-se sem ruidos adventícios. É realizado uma ultrassonografia point of care pulmonar. A impressão subjetiva no cardiograma point of care é de uma disfunção sistólica importante, com hipocinesia difusa do VE Frente ao processo de avaliação diagnóstica e no estabelecimento de plano terapêutico neste momento, qual é a conduta médica indicada para o paciente e sua justificativa?

    Por se tratar de um caso de insuficiência cardíaca descompensada, deve-se instituir terapia de decongestão, redução dos sintomas com uso de vasodilatador parenteral e correção da hipoxemia com uso de 02 complementar

  • 20

    Considerando possibilidade de tromboembolismo pulmonar (TEP), é CORRETA a afirmação:

    O uso dos novos anticoagulantes orais (NOAC's) deve ser preferível aos antagonistas da vitamina K em pacientes que não sejam portadores de câncer e que desenvolvam TEP

  • endo

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    Igor Lourenço · 20問 · 2年前

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    20問 • 2年前
    Igor Lourenço

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    Igor Lourenço · 7問 · 2年前

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    7問 • 2年前
    Igor Lourenço

    gastro

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    Igor Lourenço · 29問 · 2年前

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    29問 • 2年前
    Igor Lourenço

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  • 1

    A respeito da hemorragia digestiva alta varicosa, assinale a opção CORRETA

    No paciente que já apresentou pelo menos um episódio de sangramento varicoso prévio, a erradicação completa das varias somada ao uso de beta-bloqueadores não seletivos são necessários para evitar recidiva da HDA.

  • 2

    Paciente cirrótico Child C apresenta hemorragia digestiva alta. Realizada endoscopia que evidenciou varias de esófago de grosso calibre, sem sinais de sangramento ativo. Qual a MELHOR CONDUTA dentre as opções abaixo?

    Estabilização hemodinâmica, octreotide ou terlipressina por 2 a 5 dias, propranolol por sete dias, antibióticoprofilaxia com ceftriaxone por 7 dias, ligadura elástica das varizes de esôfago.

  • 3

    São caracteristicas da RCP de alta qualidade, EXCETO:

    Onda de pulso visivel em oximetria de pulso.

  • 4

    Com relação à parada cardiorrespiratória (PCR) e ressuscitação cardiopulmonar ( assinale a alternativa INCORRETA

    Durante a RCP com os ritmos assistolia e AESP (atividade elétrica sem pulso), além da RCP de alta qualidade, deve-se iniciar antiarritmico (amiodarona) e repeti-lo a cada 3-5 minutos.

  • 5

    Assinale à medida que NÃO faz parte do pacote inicial (1 hora) de abordagem ao paciente com suspeita de sepse:

    Corticóide endovenoso.

  • 6

    Assinale a alternativa ERRADA a respeito da fisiopatologia da sepse:

    Uma das causas de hipotensão na sepse è a vasodilatação, caracterizada por causada por níveis baixos de óxido nitrico e elevados de vasopressina.

  • 7

    Você está em um supermercado vestido (a) de branco após um plantão intenso de aprendizados na Sala de Emergência do Hospital João Paulo II quando alguém pede para que você "dê uma olhada" em um cliente que "passou mal" e está arresponsivo no chão. Ao se aproximar do paciente e, lembrando da aula de Suporte Básico da Disciplina de Emergências Clínicas, percebe que ele não responde a estímulos externos e não possui pulso central palpável. Imediatamente você solicita que um serviço de emergência seja acionado e que alguém traga um DEA. Em seguida você:

    Lembrando do conceito "hands only". inicia compressões torácicas de alta qualidade e as mantém ininterruptamente até a chegada do DEA.

  • 8

    Você está de plantão em um hospital de referência de sua cidade e recebe um paciente na sala vermelha, do sexo masculino, com 58 anos, hipertenso e diabético, com queixa de precordialgia e desmaio há cerca de 2h. Enquanto o socorrista passava o caso para você, é detectada uma PCR do paciente (já com acesso venoso, monitorização cardíaca). A RCP é iniciada imediatamente, você está coordenando sua equipe e depois do primeiro ciclo de 2 minutos, observa o ritmo de fibrilação ventricular O paciente é então submetido a desfibrilação. A próxima conduta a ser tomada é:

    Retomar a RCP de alta qualidade.

  • 9

    Paciente apresenta PCR intra-hospitalar. Após monitorização e interpretação do ritmo inicial (FIGURA EM ANEXO), assinale a alternativa incorreta frente as possíveis causas: ----^-----------^-------

    Hipoglicemia.

  • 10

    Com relação à parada cardiorrespiratória (PCR) e ressuscitação cardiopulmonar (RCP). assinale a alternativa INCORRETA, frente ao uso da capnografia neste cenário:

    A capnografia quantitativa em forma de onda é útil para avaliar se o tubo orotraqueal está em posição seletiva após garantia de via aérea definitiva durante a RCP.

  • 11

    Assinale à medida que NÃO faz parte do pacote inicial (1 hora) de abordagem ao paciente com suspeita de sepse:

    Corticóide endovenoso.

  • 12

    Homem de 52 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) de grau leve. estágio GOLD 1B, apresenta quadro clinico sugestivo de pneumonia adquirida n comunidade (clinica, radiografia e laboratoriais compatíveis). Calculado o escore CURB-65. cujo resultado foi um ponto (ureia elevada) Paciente com bom suporte social e sem sinais de descompensação da DPOC. Não fez uso de antibióticos nos últimos 3 meses. Mora em casa com a esposa e um filho. Nega demais comorbidades ou alergias prévias. Em relação ao planejamento terapêutico para este caso, analise as afirmativas abaixo e de valores Verdadeiro (V) ou Falso (F). ( ) Considerando a comorbidade DPOC, para este paciente as únicas opções de antibióticos seriam levofloxacino ou moxifloxacino. ( ) A presença da comorbidade DPOC requer introdução de corticoide sistémico associado ao tratamento antimicrobiano, visando evitar descompensação da doença. ( ) Neste caso é adequado o uso de beta lactâmico associado a um macrolídeo como opção de tratamento oral. ( ) Devido ao risco de descompensação da DPOC, este paciente deve ser internado por 72 horas para iniciar antibiótico intravenoso e caso permaneça bem após esse período poderá receber alta para término ambulatorial do tratamento. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:

    F-V-V-F

  • 13

    Em relação à hemorragia digestiva assinale a opção INCORRETA:

    Ausência de sinais de sangramento no aspirado da sonda nasogastrica, em um paciente com melena torna o exame de endoscopia digestiva alta dispensável para investigação diagnóstica.

  • 14

    Paciente 52 anos, trazido ao HEPS.JPII com relato de inicio de episódios repetitivos de hematêmese volumosa há aproximadamente 8h, associada a dor abdominal moderada. É hipertenso, diabético, tabagista de longa data, etilista, bebendo grande quantidade de destilados em casa diariamente há aproximadamente 12 anos, após morte da esposa por câncer de mama. Nega hepatopatias, gastrite ou DUP bem como uso crônico de analgésicos ou anti-inflamatórios. Faz uso de captopril, hidroclorotiazida e AAS. Chega à sala de emergência com PA: 99 x 60 mmHg, FC: 132 bpm, FR: 25 rpm, SpO2: 90%. TEC ≤3s, ECG: 13 (RM: 6, AO: 3, RV: 4), dispneico, levemente agitado, hipocorado ++/4+, desidratado +++/4+, com abdome escavado sem alterações a ectoscopia, doloroso à palpação profunda difusamente sem sinais de irritação peritoneal. De acordo com o caso acima análise as afirmativas abaixo:

    Trata-se de um quadro de HDA, provavelmente, por doença ulcerosa péptica visto que o paciente possui pelo menos dois fatores de risco para doença ulcerosa péptica. Deve receber IBP em bolus, infusão de alíquotas de cristalóides, visto que está em choque hipovolemico, devendo ainda ser avaliado quando a indicação de transfusão de concentrado de hemácias precoce, visto Shock Index>1.

  • 15

    Em relação a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), assinale a opção CORRETA

    Os agentes bacterianos mais encontrados na exacerbação da DPOC são Haemophilus influenzae, Streptococcus pneumoniae e Morraxella catarrhalis.

  • 16

    Sobre o uso da capnografia em forma de onda no Suporte Avançado de Vida, assinale a alternativa INCORRETA:

    A capnografia quantitativa em forma de onda é útil para avaliar se o tubo orotraqueal está em posição seletiva após garantia de via aérea definitiva durante a RCP.

  • 17

    Homem de 75 anos foi levado ao serviço de urgência devido a confusão mental. Os familiares relataram que o homem é diabético (em uso de metformina 500 mg 2 vezes ao dia) e tabagista (1 maço a cada 2 días). Informaram que ele está no quarto dia de pós-operatório de colecistectomia por via laparoscopica e recebera alta no quarto dia de pós-operatório, evoluindo bem. Contudo, ontem, tinha apresentado episódio de confusão mental, trocando os nomes dos filhos e esquecendo se havia jantado ou não. Hoje, pela manha, apresentou quadro semelhante de confusão mental, relatando já ter tomado a café da manhã, mesmo sem tê-lo feito. No exame, apresenta-se consciente, com pontuação de 14 a Escala de Coma de Glasgow. Sua temperatura é de 38°, pulso de 120 batimentos por minuto 26 incursões respiratórias por minuto, saturação de 02 de 93% com cateter nasal de oxigênio. Na ausculta pulmonar, apresentou crepitações em base direita. Sua pressão arterial é de 96 x 60 mmHg. Sem alterações na ausculta cardíaca. Abdome normotenso, indolor, sem visceromegalias, com ferida cirúrgica em bom estado, sem secreção purulenta. No caso apresentado, a melhor conduta, dentre as opções abaixo, a ser adotada é:

    internar o paciente para realização de exames laboratoriais, e iniciar antimicrobianos via intravenosa

  • 18

    Homem com 60 anos de idade, obeso, procurou Setor de Emergência de um hospital público com queixas de dor na panturrilha esquerda e edema de membros inferiores, após uma viagem de ônibus de doze horas de duração. Evoluiu com dispneia súbita, sem melhora com a mudança postural, além de hemoptise e taquicardia. A ausculta pulmonar revelou presença de crepitações no terço médio de ambos os pulmões. A hipótese diagnóstica principal e a opção terapêutica recomendada são, respectivamente:

    Tromboembolismo pulmonar agudo; heparina de baixo peso molecular associada a trombolítico.

  • 19

    Um homem com 48 anos de idade, tabagista, em tratamento irregular de hipertensão arterial sistémica, diabetes mellitus e dislipidemia, é admitido na unidade de emergência de hospital de pequeno municipio do interior, com quadro de dor torácica de forte intensidade, tipicamente anginosa. associada a diaforese, náuseas e vômitos. Segundo informa, o quadro álgico tem cerca de 4 horas de evolução, não tendo procurado antes a unidade de saúde por receio de contaminação devido à pandemia em curso. O exame fisico dirigido revela um paciente em moderado desconforto agudo, ansioso, com pressão arterial (PA) de 102 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 102 batimentos por minuto, levemente taquipneico, frequência respiratória de 22 incursões respiratórias por minuto. Na ausculta cardiaca, revelam-se uma 4ª bulha e um sopro sistólico suave na ponta, estando os pulmões limpos. É realizado, então um eletrocardiograma (ECG) nos primeiros 10 minutos de atendimento. São administrados nitrato sublingual ácido acetilsalicílico (AAS), além de ser solicitada a infusão de tenecteplase intravenosa em bolus, uma vez que não há serviço de hemodinâmica na região. Enquanto é providenciada a elaboração do trombolítico, o paciente refere piora dos sintomas, sendo verificado que ele se encontra ainda mais pálido e hipotenso (PA: 80 x 46 mmHg), a despeito de sua ausculta pulmonar manter-se sem ruidos adventícios. É realizado uma ultrassonografia point of care pulmonar. A impressão subjetiva no cardiograma point of care é de uma disfunção sistólica importante, com hipocinesia difusa do VE Frente ao processo de avaliação diagnóstica e no estabelecimento de plano terapêutico neste momento, qual é a conduta médica indicada para o paciente e sua justificativa?

    Por se tratar de um caso de insuficiência cardíaca descompensada, deve-se instituir terapia de decongestão, redução dos sintomas com uso de vasodilatador parenteral e correção da hipoxemia com uso de 02 complementar

  • 20

    Considerando possibilidade de tromboembolismo pulmonar (TEP), é CORRETA a afirmação:

    O uso dos novos anticoagulantes orais (NOAC's) deve ser preferível aos antagonistas da vitamina K em pacientes que não sejam portadores de câncer e que desenvolvam TEP